domingo, 18 de abril de 2010
Datafolha "anabolizou" amostras de pesquisa eleitoral
Os Amigos do Presidente Lula: Situação do Datafolha piora: "anabolizou" também amostras com cidades do interior de São Paulo
Felizmente hoje as pessoas têm a internet para expor e ler muitas opiniões. Agora isso tem que ir para os meios de comunicação de massa, como televisão e rádio.
Antigamente só existia a VERDADE de meios de comunicação comprometidos com o "Sistema", como Globo e VEJA - que hoje só quem patrocina e LÊ são os descontentes com a alteração do seu status quo (Elite branca destronada).
Nos EUA essa elite é simbolizada pela sigla WASP (White Anglo-Saxonic Protestant), e, no Brasil, me permito alcunhar como BIC (Brancos Ibéricos Católicos) ou CIB (Católicos Illuminatti Brancos).
sábado, 17 de abril de 2010
do site amigos do presidente Lula
Exclusivo: FRAUDE no DATAFOLHA
Há uma fraude, intencional "ou não", no tamanho da amostra da pesquisa Datafolha de março em relação à de fevereiro. Da pesquisa divulgada hoje ainda não há estes dados para conferir. Mas os dados de fevereiro e março, disponíveis no TSE, são suficientes como prova.
Na pesquisa de fevereiro o instituto fez 2.600 entrevistas, sendo em 18 bairros de São Paulo.
Na pesquisa de março, o Datafolha elevou a pesquisa para 71 bairros de São Paulo. Porém, inexplicavelmente, não aumentou o número de entrevistas, mantendo as mesmas 2.600 pessoas pesquisadas.
A pesquisa do Datafolha é na rua, em lugares de movimento. Cada bairro é um ponto de coleta de entrevistas de intenção de votos.
Rio e Belo Horizonte perderam importância relativa na amostragem para São Paulo:
No Rio de Janeiro (segundo colégio eleitoral) a pesquisa foi feita em 10 bairros (10 pontos de entrevista).
O eleitorado da capital paulista é 1,8 vezes maior do que o da capital fluminense.
Pela proporção, se o Rio teve 10 pontos de coleta, São Paulo deveria escolher 18 bairros, e foi esse o número da pesquisa de fevereiro, o que estava certo. Resultado naquela data: apenas 4% de diferença entre Serra e Dilma.
Subitamente, em março, o DataFolha ampliou a coleta de amostra de São Paulo para 71 bairros. Inexplicavelmente, manteve para o Rio os mesmos 10 bairros. Resultado: a diferença aumentou para 9% entre Serra e Dilma.
Se o objetivo era ampliar a amostra para maior precisão, também seria necessário aumentar o número de bairros no Rio na mesma proporção, elevando de 10 para 39.
A mesma coisa aconteceu com Belo Horizonte. Tanto em fevereiro como em março, as pesquisas abrangeram 4 bairros. BH tem cerca de 22% do número de eleitores de São Paulo. Assim, para 18 bairros pesquisados em São Paulo em fevereiro, 4 em BH estava proporcionalmente correto. Mas para 71 bairros na capital paulista, seria necessário aumentar para 15 em BH.
Os locais de entrevista em São Paulo aumentaram, mas as entrevistas continuaram em 2.600
Outro forte mau-cheiro exalado pela pesquisa de março é o número de entrevistas ter ficado fixo, quando aumentou-se os pontos de coleta de entrevistas.
Na melhor das hipóteses, para aumentar o número de pontos de 18 para 71, em São Paulo, mantendo o mesmo total de entrevistas, seria necessário reduzir o número de entrevistas em cada ponto, seja em São Paulo, seja em outras cidades.
Só que não faz qualquer sentido o Datafolha pagar pesquisadores para darem plantão em mais pontos, e pedir para cada um deles fazer menos entrevistas, trabalhando menos.
Na pior das hipóteses, pode acontecer o famoso "descarte" seletivo de fichas. As pesquisas seriam feitas em número superior a 2.600, e depois uma parte das fichas descartada, "impugnada". Descarta aqui, impugna ali, Serra teve mais mais "sorte" do que Dilma nos descartes, a ponto da diferença aumentar de 4% em fevereiro, para 9% em março, para 10 % em abril.
O Datafolha vai argumentar que o tamanho da amostra em São Paulo não quer dizer nada, porque os resultados finais são ponderados de acordo com os dados do IBGE. É apenas uma meia verdade, pois uma pesquisa "bem feita" em São Paulo, e "mal feita" no Rio de Janeiro e Minas Gerais, afeta os resultados de toda a região sudeste e do Brasil.
O fato indiscutível é que o Datafolha mudou sua metodologia no meio do jogo, e não comunicou ao distinto público, o que, por si só, já é prá lá de suspeito.
E está usando critérios desproporcionais ao tamanho do eleitorado, para cidades diferentes, o que é tecnicamente condenável por qualquer estatístico.
É um engôdo, uma forma de fraude, comparar a evolução do próprio Datafolha de fevereiro para março, quando foram feitas com metodologias diferentes, com planos de amostragem diferentes.
Qual o impacto dessa lambança no resultado nacional da pesquisa não dá para saber, inclusive porque seria necessário analisar o que foi mudado nas demais cidades. Só o Datafolha pode explicar. Mas quem vai confiar nas explicações do Datafolha depois disso?
Confira a relação dos bairros na pesquisa feita entre 25/03/2010 a 26/03/2010 nesta página do TSE, clicando na protocolo 7346/2010:
Depois clique na parte indicada abaixo que aparecer na tela:
Confira a relação dos bairros na pesquisa de fevereiro, feita entre 24/02/2010 a 25/02/2010 repetindo o processo acima, porém clicando no protocolo 4080/2010 (virando para a página seguinte na tela acima)
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Mãe Preta deixará muitas saudades...
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Fonte: F. Gomes
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Morreu às 18 horas e 40 minutos no Hospital do Seridó, Maria Brígida de Brito, de 107 anos idade.
Residente no Bairro Paraíba, ela teve complicações respiratórias e foi internada na quarta-feira passada. Hoje não mais resistiu e faleceu. Maria Brígida teve 4 filhos, sendo que apenas permanece vivo com 80 anos de idade. Deixou 15 netos, 23 bisnetos e tetranetos.
Mãe Preta, como era conhecida desde pequena, era a mulher mais idosa da região e uma das mais velhas do mundo.
Natural de Acari, residia em Caicó desde sua juventude, no Bairro Paraíba. |
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Abaixo assinado (Campanha do Ministerio Publico/RN)
Caros amigos,
O Ministério Público do RN está em campanha para salvar a última reserva de água potável de nossa capital e para isso precisa da ajuda de toda a população.
Você pode ajudar participando do abaixo assinado que está disponível no seguinte link: http://www.mp.rn.gov.br/aguapotavel/
Se possível, mobilize os seus contatos.
Conto com vocês!
sábado, 10 de abril de 2010
Presidente polonês e outras 95 pessoas morrem em acidente aéreo na Rússia
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Leis da política (19/12/1999)
(texto que circula na net - foi enviado por um amigo)
Por *Roberto de Oliveira Campos
Era uma crespa noite de inverno londrino. Eu tinha convidado para um jantar na embaixada brasileira, ao fim dos anos 70, o grande filósofo liberal francês Raymond Aron e dois sociólogos radicados na Inglaterra, Ralf Dahendorf e Ernest Gellner, este último professor de José Guilherme Merquior, meu conselheiro de embaixada. Na curva do conhaque, quando filosofávamos sobre nominalismo, realismo e existencialismo, contei uma piada que Aron achou divertida. Era a definição de "realidade" por um irlandês, revoltado pela interrupção de suas libações alcoólicas à hora do fechamento dos pubs. "A realidade", disse ele, "é uma ilusão criada por uma aguda escassez de álcool".
Quando partiram os hóspedes, resolvemos, Merquior e eu, em rodadas de uísque, testar duas coisas. Primeiro, a teoria irlandesa do realismo alcoólico. Segundo, nossa capacidade de recitarmos, de memória, aquilo que poderíamos chamar de "leis de comportamento sociopolítico" de variadas personagens e culturas. Alternávamos nas citações, que registrei num alfarrábio que outro dia desenterrei numa limpeza de arquivos. Ei-las:
A lei de Lenin: "É verdade que a liberdade é preciosa. Tão preciosa que é preciso racioná-la".
A lei de Stalin: "Uma única morte é uma tragédia; 1 milhão de mortes é uma estatística".
A lei de Krushev: "Os políticos em qualquer parte são os mesmos. Eles prometem construir pontes mesmo quando não há rios".
A lei de Henry Kissinger: "O ilegal é o que fazemos imediatamente. O inconstitucional é o que exige um pouco mais tempo".
A lei de Franklin Roosevelt: "Um conservador é um homem com duas excelentes pernas, que contudo nunca aprendeu a andar para a frente".
A lei de Lord Keynes: "A dificuldade não está nas idéias novas, mas em escapar das antigas".
A lei de Bernard Shaw: "Patriotismo é a convicção de que o país da gente é superior a todos os demais, simplesmente porque ali nascemos".
A lei de Hayek: "Num país onde o único empregador é o Estado, a oposição significa morte por inanição. O velho princípio de quem não trabalha não come é substituído por um novo princípio: quem não obedece não come".
A lei de Mark Twain: "Um banqueiro é um tipo que nos empresta um guarda-chuva quando faz sol, e exige-o de volta quando começa a chover".
A lei de Lorde Kelvin: "Grandes aumentos de custos com questionável melhoria de desempenho só podem ser tolerados em relação a cavalos e mulheres".
A lei de Charles De Gaulle: "As promessas só comprometem aqueles que as recebem".
A lei de John Randolph, constituinte na Convenção de Filadélfia: "O mais delicioso dos privilégios é gastar o dinheiro dos outros".
A lei de Getúlio Vargas: "Os ministérios se compõem de dois grupos. Um formado por gente incapaz, e outro por gente capaz de tudo".
A lei do governador Mario Cuomo, de Nova York: "Faz-se campanha em poesia e governa-se em prosa".
A lei de John Kenneth Galbraith: "A política não é a arte do possível. Ela consiste em escolher entre o desagradável e o desastroso".
A lei de Sócrates: "No tocante a celibato e casamento, é melhor não interferir, deixando que o homem escolha o que quiser. Em ambos os casos, ele se arrependerá".
No último uísque, Merquior me contou um chiste anônimo, que circulava em Londres: "A natureza deu ao homem um pênis e um cérebro, mas insuficiente sangue para fazê-los funcionar simultaneamente". Ao confidenciar a Merquior que pretendia aposentar-me do Itamaraty para ingressar na política, lembrou-me ele a lei de Hubert Humphrey, vice-presidente dos Estados Unidos na administração Lindon Johnson, que dizia: "É verdade que há vários idiotas no Congresso. Mas os idiotas constituem boa parte da população e merecem estar bem representados".
Tendo em vista minhas ambições políticas, combinamos fabricar conjuntamente uma lei, que passaria à posteridade como a lei Campos/Merquior: "A política é a arte de fazer hoje os erros do amanhã, sem esquecer dos erros de ontem". Ao nos despedirmos, já mais sóbrios, lembrei-me de duas leis. A lei do King Murphy, que assim reza: "Não estão seguras a vida, a liberdade e a propriedade de ninguém enquanto a legislatura estiver em sessão". E a lei do sábio Montesquieu, o inventor da teoria da separação de poderes: "O político deve sempre buscar a aprovação, porém jamais o aplauso". Em minha vida política no Senado e na Câmara procurei descumprir a lei do King Murphy e cumprir a lei de Montesquieu. Sem resultados brilhantes nem num caso, nem no outro...
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*Defensor apaixonado do liberalismo. Economista, diplomata e político também se revelou um intelectual brilhante. De sua intensa produção, resultaram inúmeros artigos e obras como o livro A Lanterna na Popa, uma autobiografia que logo se transformou em best-seller. Foi ministro do Planejamento, senador por Mato Grosso, deputado federal e embaixador em Washington e Londres. Sua carreira começou em 1939, quando prestou concurso para o Itamaraty. Logo foi servir na embaixada brasileira em Washington, e, cinco anos depois, participou da Conferência de Bretton Woods, responsável por desenhar o sistema monetário internacional do pós-guerra.
Ricardo Bergamini

