quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Pastor Valdemiro Santiago e o BBB


Programas no chamado horário nobre nunca incomodaram ninguém.

Muito menos quando, ao longo de décadas, insultam as instituições sociais: igreja, família, governo…

… e sob patrocínio de empresas que objetivam “desmontar” a resistência para vender seus produtos mais lucrativos, alguns nobres, outros nem tanto, incentivando um consumo desenfreado e uma eterna sensação de estar “fora de moda”.

É assim que as concessões públicas dos meios de comunicação ficam a reboque do privado (que paga pelo que quer ditar de padrão).

Hoje mesmo vi a repórter da Rede Globo afirmar acerca de determinada moda: voltou com tudo!

Na verdade eles estão empurrando os produtos, conceitos e valores que querem que a gente consuma, mesmo que isso represente ter filhos contra pais, anarquia, infidelidade, alcoolismo e outros comportamentos pródigos.

Então, quando alguém consegue furar esse bloqueio, e se inserir, principalmente no horário nobre (como se só de madrugada pudesse…), aí a chiadeira é geral.

A reação verificada nos últimos dias ao crescimento do chamado segmento evangélico no horário nobre de emissoras foi acima do normal – numa prova que as novelas já conseguiram seu objetivo, e falar de coisas boas agora é um pecado.

Qual o problema de se ter pastores, padres, conselheiros, falando sobre família, das coisas de Deus, resgatando os valores familiares, NO HORÁRIO NOBRE?

Que venham mais.

Este é um momento interessantíssimo para que aqueles que tanto falam na intolerância dos religiosos, exercitarem sua própria intolerância.

Doutra sorte, o controle remoto é um senhor remédio para os que gostam de ver os desocupados do BBB exibirem seus corpos e fazerem a publicidade da lascívia e de suas conversas sem futuro horas a fio… ou para assistirem qualquer outra programação patrocinada pelos mercadejadores do fútil, do vazio e do vão.

Joserrí de Oliveira Lucena
Natal - RN


Pastor compra horário nobre na RedeTV!
04/01/2012 - 11h51
  
Folha Online
Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, fechou acordo e vai passar a ocupar a faixa das 20h30 e 21h30 na RedeTV!, de segunda a sexta. Com isso, a RedeTV! será a segunda emissora aberta nacional a ter igrejas ocupando um horário da faixa nobre (a outra é a Band).

Procurada, a RedeTV! não quis comentar o assunto. A RedetTV! É atualmente a emissora brasileira que mais vende horários para igrejas (veja a tabela aqui) A estimativa do mercado é que Santiago tenha de pagar até R$ 6 milhões por mês pela faixa.

Valdemiro Santiago teria se acertado com a RedeTV! após o pastor R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça, anunciar esta semana que renovou contrato por mais cinco anos na Band (que não confirmou ainda a informação). Santiago e outros tele-evangélicos estavam de olho no fracasso das negociações entre Band e Soares.

Conforme o "F5" antecipou em novembro último, a negociação foi tensa, e a Band chegou a anunciar sua grade de programação 2012 sem o missionário.

Na base da comparação, especialista do mercado ouvido pelo "F5" estima que, se Valdemiro gastará R$ 6 milhões mensais, Soares terá de pagar pelo novo contrato em torno de R$ 7 milhões ou mais para a Band, uma vez que a audiência dessa emissora é quase o dobro da obtida pela RedeTV!

Santiago é dissidente da Igreja Universal. No último fim de semana inaugurou em Guarulhos um templo com capacidade para mais de 140 mil pessoas. Sua igreja também está fechando a compra de um canal a cabo na Flórida, por US$ 14 milhões, além de já ter arrendado o canal 21, UHF, que pertence à Band.

Em outubro, numa pregação na TV, Santiago revelou que a manutenção da Igreja Mundial custaria em torno de R$ 30 milhões por mês, fora o aluguel de 4.500 imóveis

Fonte: Odocumento, da Folha Online

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Racismo, preconceito... no Brasil, Nunca!

Somos um país-modelo. Aqui, povos de todas as raças, credos, etnias... vivem em harmonia.

Esse dogma projeta o Brasil para o mundo, como a ilha de Utopia da "paz na Terra".

Ocorre que todos sabemos que entre o discurso e a prática há um fosso, e muitas pontes ainda deverão ser construídas para reduzir as desigualdades e nos afastar do discurso hipócrita da tolerância.

Clicando aqui, você lerá que não somos racistas.

E mais abaixo, uma boa prova de que temos a imprensa mais imparcial do mundo.

Um abraço,
Joserrí de Oliveira Lucena



Dois pesos e duas medidas no jornal Estadão.

Quando noticia um evento de massa de uma igreja evangélica, retrata como "estorvo", como "problema de trânsito".

Escolhe para entrevistas só quem se sentiu prejudicado e não dá voz aos membros e fiéis da igreja, que também tem o direito de ir e vir, e também sofreram com o trânsito caótico, e com a falta de apoio da Polícia Militar, que avaliou como “normal” o trânsito naquela área e não mandou reforços para organizar o trânsito na rodovia.


Quando o jornalão retrata outro evento de massa equivalente, porém da igreja católica, dá ênfase diferente e só positiva, mostrando apenas a visão dos fiéis e das autoridades eclesiásticas (o que até está correto, errado é fazer o que fizeram com a Igreja evangélica).


O tratamento diferenciado mostra o quanto existe de preconceito religioso (e até perseguição) no jornalão.

Se fosse um jornalismo isento, ou a manchete de cima seria "Igreja recebe 500 mil na inauguração", ou a manchete de baixo também mostraria os transtornos que grandes multidões provocam na região de Aparecida do Norte.

No Brasil a liberdade religiosa é plena, não existe religião oficial e, portanto, ninguém é obrigado a seguir uma ou outra religião. Por isso religião não é questão política. O cidadão brasileiro segue sua crença por livre escolha ou tradição familiar (que também não deixa de ser uma escolha, a partir da idade adulta), e todos merecem respeito. Ninguém tem o direito de desrespeitar a fé alheia, por mais que discorde. Quem quiser fazer reflexões e diálogos entre religiões que faça, mas com o devido respeito.

Cada um que escolha e viva a sua (ou nenhuma) religião e deixe os outros viverem sua espiritualidade ou materialismo em paz, sem promover cizania como faz o "Estadão". Guerras religiosas não são de nossa natureza, e massacres como o da noite de São Bartolomeu pertencem à barbárie medieval.

Direito de ir e vir é de todos

O jornalão dá ênfase só aos transtornos de quem tinha que pegar vôos no aeroporto de Cumbica. Ora, claro que é lamentável para qualquer pessoa perder um vôo, mas o direito de ir e vir é de todos.

As vias construídas com o dinheiro dos impostos de todos não são exclusivas para ospassageiros de avião. Quem quiser ir à Igreja (à qualquer Igreja) tem tanto direito de fazê-lo quanto quem quer viajar de avião.

Se alguém é responsável por não reduzir danos do transtorno no tráfego é o governador Geraldo Alckmnin (`SDB/SP) que não montou um esquema especial de policiamento para conduzir o fluxo de veículos. E também a Privataria Tucana, pois a concessionária CCR Nova Dutra, que cobrou uma fortuna de pedágio dessa multidão, nada fez para melhorar as condições do trânsito.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Leituras e Percepções de Mundo


Leituras e percepções de mundo

Há pessoas que só lêem o que gostam e massageia seu ego. Acreditam que assim fortalecem suas opiniões e conseguem argumentos para convencer os outros que seu ponto de vista é o mais acertado.

Também é comum que alguns leiam aquilo que faz parte de seu objeto de desejo, como um estilo de vida, um ideal de consumo ou até um imaginário utópico de futuro.

Há outros que lêem tudo; até bula de remédio. Mesmo que não tenham um objetivo definido na leitura especificamente. As vezes até a leitura de anúncios, rodapés, letrinhas miúdas… tudo!

Desde menino sou desse terceiro grupo.

Foi assim que comecei a ler, por volta dos 4 anos. Morávamos próximos ao comércio do Sr Paizinho Rangel, em Caicó-RN. Era hábito naqueles idos de 1972 que as mercearias utilizavam os jornais velhos para embrulhar barras de sabão (era comum, naquela época a compra de quase tudo em frações, que a gente chamava de “mercado”: café, óleo, e temperos – alguns, artigos de luxo).

Em casa eu ficava “desenhando” as letras grandes  e depois perguntava a minha mãe que nomes eram aqueles… rapidamente aprendi as letras e comecei a selecionar as que podiam ser incorporadas ao meu uso freqüente, como as letras do meu próprio nome.

Certamente por influência daquelas primeiras “leituras” que eu me identifiquei com notícias de política, religião e economia (as vezes as três numa mesma matéria, como no caso dos conflitos no Oriente Médio e a Guerra Fria) - creio que isso contribuiu em muito para minha percepção de mundo, e me "empurrou" para cursar História no ensino superior.

De tão viciado em leitura, lia tudo que era rótulo de shampoo, de creme dental, de caixas de sabão… de tudo mesmo. Logo em seguida descobri as palavras cruzadas, e as consumi (mesmo na privada) por anos a fio, até achar que não havia mais níveis de dificuldade ou assuntos suficientes que me atraíssem para gastar aqueles minutos de meu tempo. A gente não devia, mas vai ficando exigente e seletivo.

Num mundo transbordante de informação, em que se tornou o século 21, com o advento das redes sociais, evidentemente que é importante ser seletivo, como forma de melhor aplicar os conhecimentos a que se tem acesso; por isso atualmente eu evito leituras eivadas de conteúdo manipulado ou com mensagens subliminares em excesso.

Entendo, entretanto, que a gente não deve ler só o que gosta, até como forma de ter argumentos nos assuntos que os nossos pares gostam e dominam, e que por vezes antagonizam com nossas crenças, princípios e valores.

Quando não é assim, os debates viram embates.

Tenho o hábito de ler algumas obras anualmente, e foi assim que li os clássicos na minha juventude – as bibliotecas públicas, hoje esquecidas, me ajudaram muito com a técnica do “empréstimo”.

Para este ano de 2012, propus como meta pessoal ler as obras abaixo:

* Coração de Pastor, de John Sittema;
* Oficina de Casamentos, de Adão Carlos Nascimento;
* O que todo Presbiteriano inteligente deve saber, de Adão Carlos Nascimento e Alderi Sousa de Matos;
* Pensamentos e conceitos dos Sermões de Vieira, de Francisco de Assis Medeiros; e,
* A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr.

O primeiro livro foi presente do meu pastor Edinaldo Gilmar Melo, o segundo foi presente de minha irmã Josita e os dois últimos foram presentes de meu colega conterrâneo de Seridoense, Nivaldon Cleber, da empresa de Tranportes 6 (Caicó-Natal-Caicó).

Obrigado pelos presentes e Feliz 2012 prá todos vocês.

Joserrí de Oliveira Lucena

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Você comemora o Natal?

As comemorações natalinas estão prá lá de desvirtuadas... o Papai Noel passou a ser a figura principal e a troca de presentes, em homenagem aos Reis Magos não são um bom pressário: eram "presente de grego".

 

Sem o devido julgamento do mérito, o texto abaixo é uma excelente oportunidade de refletir sobre o sentido de considerarmos o senhorio de Cristo TODOS os dias do ano, e não apenas numa data específica.

 

Boa leitura.

 

Sds,

 

Joserrí de Oliveira Lucena

 

10 RAZÕES PARA NÃO COMEMORARMOS O NATAL. 

 

1º) Porque a Bíblia não manda celebrar o nascimento.

2º) Porque Jesus não nasceu em 25 de Dezembro. Esta data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o Cristianismo, de acordo com o calendário Judaico Jesus nasceu em Setembro ou Outubro.

3º) A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos Tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara para Ele voltar.

4º) O Natal é uma festa que centraliza a visão do palpável e esquece do que é espiritual. Para Jesus o mais importante é o Reino de Deus que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no Espírito.

5º) O natal se tomou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão onde muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos!

6º) Porque esta festividade está baseada em culto à falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira?

O Natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio!

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou rebelde".

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso, que conta-se ter casado com sua própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"!

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha-do-Céu" dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho-do-Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino" (isto é, Semíramis e Ninrode revivido), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se lsis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

7º) Esta festa não glorifica ao Senhor pois quem a inventou foi a igreja católica romana, que celebra o natal diante do ídolos (estátuas). O Senhor é contra a idolatria e não recebe adoração dividida.

8º) Porque os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga (que são demônios): 

Árvore de Natal - é um ponto de contato que os demônios gostam. No ocultismo oriental os espíritos são invocados por meio de uma árvore. "de acordo com a enciclopédia Barsa, a árvore de natal é de origem Germânica, datando o tempo de São Bonifácio, foi adotada para substituir o sacrifício ao carvalho de ODIM, adorando-se uma árvore em homenagem ao Deus menino." Leia a Bíblia e confira em Jeremias 10:3,4; I Reis 14:22,23; Deuteronômio 12:2,3; II Reis 17:9,10; Isaías 57:4,5; Deuteronômio 16:21 e Oséias 4:13. 

As velas acendidas - faz renascer o ritual dos cultos ao deus-sol. 

As guirlandas - são símbolos da celebração memorial aos deuses, significam um adorno de chamamento e legalidade de entrada de deuses.
A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. 

O presépio - seus adereços estão relacionados diretamente com os rituais ao deus-sol. É um altar de incentivo à idolatria, é uma visão pagã. A Palavra de Deus nos manda fugir da idolatria (I Coríntios 10:14,15; Gálatas 5:19,21).

Papai Noel - é um ídolo, um santo católico chamado Nicolau, venerado pelos gregos e latinos em dezembro, sua figura moderna é a de um gnomo bochechudo e de barba branca. O gnomo de acordo com o dicionário Aurélio é um "demônio da floresta".

Troca de presentes - na mitologia significa eternizar o pacto com os demônios (deuses).

Ceia de Natal - um convite à glutonaria. Nas festas pagãs ao deus-sol o banquete era servido meia-noite.

9º) O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético, pois na verdade todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. Agora nossa atenção deve se voltar para sua Segunda Vinda.

10º) A festa de natal traz em seu bojo um clima de angústia e tristeza, o que muitos dizem ser saudades de Jesus, mas na verdade é um espírito de opressão que está camuflado, escondido atrás da tradição romana que se infiltrou em algumas  igrejas evangélicas, e que precisamos expulsar em nome de Jesus!

Chega de paganismo em nosso meio, é hora de acabarmos com esta festividade pagã em nossos LARES e COMÉRCIOS.


Procedimento Prático.
Mesmo querendo fazer a vontade de Deus como fiéis discípulos, somos surpreendidos por situações que ficamos chocados e atônitos, que nos trazem até embaraços.
Para acertar nossas vidas erradas com a realidade divina. Contudo, nem tudo está perdido. Temos um Deus que transforma maldição em bênção. Agora não somos mais ignorantes quanto a festividade iniciada na Babilônia. Qual deve ser então nosso procedimento prático?

1 - Tirá-la totalmente do nosso coração. Lançar fora toda dependência sentimental da data do Sol Invictus (25 de dezembro).

2 - Instruirmos nossos filhos : "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." João 8:32

3 - Nos livrarmos de todo enfeite com motivos natalinos, pois sabemos suas origens. ( Até mesmo o tal do pisca-pisca, tão inofensivel né? O que é que tem? é tão lindinho!! Não se engane e nem coloque aquilo em sua casa...Não sejamos ignorantes acerca da Palavra, meus irmãos! Que não venhamos a cair.  Pois, são as "belezas" que nos revelam os piores ocultimos.)

4 - Não ficarmos sujeitos financeiramente à comidas típicas importadas. É um dia como outro qualquer.

5 - Resistirmos ao espírito satânico de gastos no Natal, principalmente se ouverem dívidas. Vigiar as "ofertas do Papai Noel". Só devemos comprar o necessário. Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente humana onde as pessoas têm de estar nas festividades de fim de ano com casa nova, roupa nova etc. "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um, e amar o outro, ou há de dedicar-se a um, e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas." Mateus 6:24.


6 - Devemos aproveitar a data ("Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade." Colossenses 4:5) para estar com parentes e amigos em suas casas; falando da necessidade do nascimento de Jesus em seus corações, pois este é o verdadeiro presente que o "aniversariante" quer receber. É um propício momento evangelístico, quando encontramos pessoas com o coração aberto para ouvir de Jesus.

7 - Entender que a maioria dos crentes não visualiza a situação do Natal, preferindo viver segundo seus sentimentos e lições.

8 - Não confundir Passagem do Ano com Natal. Não é errado desejar feliz Ano Novo para alguém, mas, sim, Feliz Natal. Podemos usar algumas expressões. Ex.: - Que Jesus nasça no seu coração (ou na sua vida)!

" E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. " (Romanos 12:2)

 

 

 

 

 

MAIS UMA ESTÓRIA MAL CONTADA...

 

Tenho dito que o paradigma de que "números não mentem" é falso.

 

Números, sob tortura, confessam qualquer coisa...

 

Veja mais um exemplo.

 

Joserrí de Oliveira Lucena

 

MDA muda a história e altera dados da inclusão social

 

terça, 06 setembro 2011 . BiodieselBR.com   

Biodiesel por email

De maneira silenciosa o Ministério do Desenvolvimento Agrário alterou dados históricos referentes ao número de agricultores familiares beneficiados pelo Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB). A “correção” não chamaria atenção se não fosse por três grandes agravantes: a alteração foi significativa, foi realizada sem qualquer publicidade e ocorreu em dados que compunham justamente uma antiga crítica a atuação do MDA.

 

Até há pouco tempo, a informação oficial do ministério era que 63.595 famílias de agricultores haviam produzido matéria-prima para o PNPB no ano de 2006 – o próprio MDA encaminhou o dado à BiodieselBR por ocasião da elaboração do Anuário da Indústria do Biodiesel de 2004-2009. Agora, um arquivo PDF disponível no website do ministério intitulado Balanço do Selo Combustível Social revela que o número de famílias caiu para 40.595.

 

O ministério excluiu sumariamente 23 mil agricultores familiares das contas dos beneficiados pelo Selo Combustível Social em 2006, sem dar nenhum aviso ou deixar uma nota de rodapé. A impressão é que esse desaparecimento de agricultores era para passar despercebido do público. O motivo para isso já pode ter sido apontado.

 

O MDA nunca gostou muito de comentar sobre os números dos agricultores familiares envolvidos com o programa de biodiesel. Havia um certo constrangimento no fato da inclusão social do biodiesel ter andado de ré em 2007 e 2008. Em apresentações, o MDA não mostrava os números anteriores a 2008, pois estes exibiam uma enorme queda na participação de agricultores e os números de 2009 ainda eram menores que os de 2006. Foi só a partir de 2009, com a consolidação da presença da Petrobras Biocombustível, que os números da inclusão social do programa de biodiesel voltaram a crescer (mais informações sobre esse constrangimento no texto “Os dados que o MDA omitiu de você”).

 

MDA errando?

Questionada sobre essa situação, a assessoria de imprensa do MDA apresenta alguns motivos para tentar explicar a mudança. Um deles é que foram excluídas “famílias que participaram com sua DAP inválida ou expirada naqueles anos”. Ou seja, o ministério não verificou a DAP dos agricultores em 2006, e, ao que parece, veio fazer isso apenas em 2011.

 

Outro erro básico foi cometido, agora na forma como as cooperativas de agricultores familiares eram computadas. Antes, se uma cooperativa tinha 1000 famílias, todas elas entravam na estatística, mesmo que apenas um agricultor dessa cooperativa realmente produzisse oleaginosas para uma usina de biodiesel. A partir do novo sistema, apenas o agricultor que produziu para uma usina passou a contar nas estatísticas.

 

Outra explicação foi a adoção de uma nova metodologia estabelecendo que só pode estar incluído no PNPB famílias que se enquadram em todos os três critérios abaixo:

- foram contratadas pela usina dentro das regras da atual Instrução Normativa (IN)

- receberam assistência técnica dentro das regras da atual IN

- venderam sua produção para as usinas

 

O MDA dá a entender que aplicou as novas regras da instrução normativa retroativamente e qualquer família fora desses três critérios foi excluída dos números. Isso abre a possibilidade para novas revisões nos dados históricos quando sair uma nova IN.

 

O problema com os números de 2006, segundo o coordenador Marco Antonio Viana Leite, aconteceu porque, ao enviarem suas informações ao MDA, as usinas contabilizavam famílias que não se encaixavam nos três critérios. “Estavam sendo contabilizadas várias famílias que atenderam a apenas dois ou um dos três critérios descritos anteriormente, e, portanto, que não se caracterizariam como beneficiárias efetivas”, explica. No entanto o servidor do MDA não fala se, por conta dessa revisão, alguma usina acabou descumprindo o mínimo necessário de aquisição de matéria-prima para manter o selo social. Aliás, a participação de cada usina no programa social do governo é outro tema arisco para o MDA.

 

Coincidência

Uma coincidência interessante nessa “revisão” é o número de agricultores que deixaram de fazer parte do quadro de incluídos. Foram exatamente 23.000 famílias, nem uma família a mais e nem uma a menos. 

 

De acordo com o ministério, os erros só foram percebidos quando as ferramentas usadas para fazer o monitoramento dos resultados do selo foram aprimoradas. De 2005 a 2007, eram usados arquivos padronizados de Excel para fazer as contas. Em 2008, os arquivos foram substituídos por um banco de dados relativamente simples, até que, no ano passado, o acompanhamento começou a ser feito pelo atual sistema, que permite às cooperativas e usinas enviarem suas informações online para o ministério. 

 

O estranho é que as alterações ocorreram com intensidade apenas no ano de 2006, apesar dos anos de 2005 e 2007 também ter sido computados através de planilhas do Excel. Em 2005 a redução foi de 80 famílias, o equivalente a 0,5%, já em 2006 a redução foi de 36% e em 2007 nenhum agricultor foi excluído. Nas palavras do coordenador, os erros se concentraram em 2006 porque houve um aumento significativo no número de usinas detentoras do selo e os primeiros arranjos comerciais entre usinas detentoras do selo o cooperativas datam desse ano. Isso levou a um grau de inconformidade maior nos dados. 

 

Mas uma verificação feita por BiodieselBR indica que o aumento significativo não aconteceu em 2006, mas sim em em 2007. Em 2007 18 usinas receberam o Selo Combustível Social, enquanto em 2006 foram apenas seis.

 

Embora o MDA tenha tentado explicar o que aconteceu, a história ainda não está clara. Falta saber, por exemplo, como algo tão grande pode passar bem debaixo do nariz do MDA, quando foi que o ministério percebeu o erro, se houve alguma conseqüência para as usinas que inflaram indevidamente as estatísticas e se os servidores que não fizeram direito o serviço de verificação dos dados continuam fazendo o mesmo trabalho. Mas o mais curioso mesmo é que a alteração tenha sido feita praticamente na surdina e somente os dados de 2006 sofreram mudança significativa.

 

Viana Leite reconhece que não foi publicada nenhuma nota técnica sobre o assunto, “por entender que a correção metodológica faz parte de um processo de aperfeiçoamento na ferramenta de monitoria que é dinâmica”. Ou seja, pela explicação do servidor quando as novas regras do selo social entrarem em vigor, todos os números anteriores podem mudar novamente com a aplicação das regras de forma retroativa. Quem sabe ano que vem não venhamos a descobrir que 2010 incluiu apenas a metade dos agricultores que o MDA está divulgando hoje.

 

Julio Cesar Vedana e Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com

Fonte: http://www.biodieselbr.com/noticias/bio/mda-historia-dados-inclusao-social-050911.htm

 

 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Depoimento: Vale a pena assistir

Assista e tire suas próprias conclusões.
Joserri de Oliveira Lucena


Depoimento emocionante da mãe de uma jovem homossexual que cometeu suicídio por não ser aceita pela família. youtu.be/m1C0WgjHYfo

Postado no Twitter por (@prFabioinacio)


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Diabetes: uma batalha a cada dia

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