Digamos que amanhã você vá aos bancos e saque tudo que tem. Vai levar o dinheiro pra onde?
Vai guardar embaixo do colchão, esperando alguém descobrir e ir buscar tudo numa viagem só?
Vai contratar uma empresa de segurança pra proteger suas economias?
Vai construir um cofre forte?
O segundo passo, super hiper ultra mega importante:
Supondo que vai haver um golpe pra "roubarem" seu dinheiro, com o dinheiro daqueles que te devem algo, também;
Então, supondo que você seja credor de alguém, exija a liquidação antecipada da dívida, pois pode ser que depois do "golpe" eles não possam mais te pagar...
E outra coisa ainda mais importante de todas: PAGUE TODAS SUAS DÍVIDAS...
Ou seja: deixe de assombro, e direcione suas energias para fazer o que é correto, ético, honesto e justo. Sempre.
O resto é coisa de quem não tem o que fazer e adora disseminar o medo como combustível para tirar o sossego de quem rala pra pagar suas contas - desde que o primeiro casal foi expulso do Paraíso...
Joserrí de Oliveira Lucena
MBA Negócios Financeiros
segunda-feira, 30 de março de 2015
domingo, 29 de março de 2015
Evangelho de Cristo X Fundamentalismo
Evangelho de Cristo X Fundamentalismo
Fundamentalismo pode até ter a ver com cristianismo, mas não tem nada a ver com o Evangelho de Jesus.
Fundamentalismo faz o ISIS crer que se deve degolar aos que eles chamam de infiéis em praça pública; o Evangelho de Jesus leva seus seguidores a AMAR - só isso.
Infelizmente os púlpitos estão repletos do movimento fundamentalista, com mensagens apócrifas, cheias de ódio, discriminação, condenação e julgamento da conduta alheia... (TUDO diferente dos ensinamentos de Jesus Cristo).
Infelizmente as igrejas têm se declarado, a cada dia (com muita ênfase e vaidade), mais Fundamentalistas e menos Cristãs. Qual a consequência natural disso? Uma nova Idade Média?
Joserrí de Oliveira Lucena
Frase de rodapé não diz quem a gente é.
Fundamentalismo pode até ter a ver com cristianismo, mas não tem nada a ver com o Evangelho de Jesus.
Fundamentalismo faz o ISIS crer que se deve degolar aos que eles chamam de infiéis em praça pública; o Evangelho de Jesus leva seus seguidores a AMAR - só isso.
Infelizmente os púlpitos estão repletos do movimento fundamentalista, com mensagens apócrifas, cheias de ódio, discriminação, condenação e julgamento da conduta alheia... (TUDO diferente dos ensinamentos de Jesus Cristo).
Infelizmente as igrejas têm se declarado, a cada dia (com muita ênfase e vaidade), mais Fundamentalistas e menos Cristãs. Qual a consequência natural disso? Uma nova Idade Média?
Joserrí de Oliveira Lucena
Frase de rodapé não diz quem a gente é.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Mamãe eu fui à Cuba!!
Só é História se for duradouro.
Replico o texto, pois o tenho na cota dos bens escritos e provocativos.
Joserrí de Oliveira Lucena
Historiador
Como será que Aécio e o povo de direita pensa disso???Ah!!!Já sei vão dizer que é mentira!!!!
Andrea e Lobão
A multidinha que invadiu as galerias do Congresso para gritar o clássico "Vai pra Cuba" do fundo de seus pulmões pode pedir à irmã de Aécio Neves informações sobre a ilha.
Andrea, a poderosa irmã do senador, seu braço direito, conselheira, confidente e coordenadora de campanha, esteve no país em 2013, como relata em seu blog. Portanto, em pleno auge do regime bolivariano brasileiro, pouco antes de Aécio se candidatar. Em 2014 ele perderia e viraria uma espécie de heroi macunaímico dos aloprados que têm certeza absoluta de que vivemos uma ditadura comunista.
O que pensariam os fascistas das visitas de Andrea? Seriam capazes de perdoá-la? Ou seria ela considerada uma traidora? E ao senador? Seria ele culpado por tabela? Deveria ter proibido a mana de embarcar naquele avião maldito rumo ao reduto vermelho maldito?
Aquela não foi a primeira vez. Num post sobre Havana, uma Andrea emotiva escreveu o seguinte: "Voltei a Cuba. Entre a primeira e a segunda viagem, quase 30 anos… Mudou Havana, mudei eu ou mudamos nós duas?"
Enigmático. Mas seu ânimo não era denuncista, como se depreende das fotos. Junto a cartões postais como o parlamento e uma rua com aqueles edifícios restaurados, há uma foto sua com um velhote, ambos sorridentes.
Em 2012, ela se indignaria com a morte do prisioneiro político Wilmar Mendoza após uma greve de fome, aos 31 anos. "Para a minha geração, durante muitos anos, a revolução cubana foi o símbolo do idealismo e a prova de que era possível construir uma sociedade mais justa", escreve.
"Não sei em que exato momento muitos de nós começaram a perceber que, infelizmente, o processo não era tão linear, nem os princípios tão absolutos quanto imaginávamos. Em que momento tivemos que acrescentar ao nosso sonho de revolução as imagens da censura, dos prisioneiros políticos, da corrupção?"
(Ela reclamar de censura é lindo, mas sigamos adiante).
E então ela se lembra de que esteve lá em 1985, participando de um certo Diálogo Juvenil e Estudantil da América Latina e do Caribe sobre a Dívida Externa. Foi ali que teve sua estreia como oradora. "Para quem até hoje não se sente à vontade com os microfones, estrear sendo ouvida pelo próprio Fidel, num auditório lotado, não foi fácil", diz.
Quando voltou, publicou um artigo no JB chamado "Mamãe, Eu Fui a Cuba", devidamente replicado no blog.
O que você achou de Cuba? Perguntaram-me as pessoas. Uma sociedade surpreendente, ouso dizer, tendo plena consciência do quão provocativa a expressão pode soar. É claro que o país enfrenta uma série de dificuldades. Uma economia frágil, uma política de habitação que ainda não foi capaz de suprir as necessidades da área, são as mais evidentes. Mais algum tempo lá e, certamente, outras questões viriam à tona. Mas há outra realidade que salta aos olhos e que, juro, me encheu de orgulho.Uma sociedade em que um especializado e eficaz serviço de educação e saúde é gratuitamente oferecido à população. Um país de nove milhões de habitantes em que a alimentação básica é subsidiada pelo Governo e onde se imprimem 2,5 milhões de livro a cada três meses. E isso sem falar na alegria das crianças, nas minissaias das moças e no olhar galante dos rapazes que se insinuam pelas ruas. Tudo regado a muito calor, a reclamações sobre o ônibus cheio e à irreverência dos soldados que, na hora do almoço tiram a farda para um mergulho no mar.[…]Chego em casa, desarrumo as malas e penso em como é grande o cordão da esperança. É isso aí. Mamãe, eu fui à Cuba. E qualquer dia desses eu quero voltar."No mais", bate outra vez, com esperanças o meu coração".
Não há absolutamente nada de mais no que Andrea Neves escreve. Mas, de qualquer modo, ela não sobreviveria à canalha de extrema direita que seu irmão atiça — eventualmente, direto da praia.
(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Eloquência Singular. Fernando Sabino
Fiz meu exame de Admissão ao Ginásio no início de 1980.
Contava 11 anos de idade e aquela foi a última turma (na história da pequena Ouro Branco) a ter que se submeter ao exame para cursar o ginasial; tremia de nervoso, mas passei, para alívio meu e orgulho de meus pais.
Esses dias estava lembrando que a gente aprendia a ler, escrever e INTERPRETAR com os livros (raros e que passavam de uma geração para outra), e que a palavra escrita exercia um fascínio muito grande sobre mim – evidente que um ou outro professor despertava em nós o encantamento por determinado tema, e eu corria, literalmente corria, pra contar as novidades em casa...
A pouca Gramática que aprendi, devo a matérias de jornal, a textos muito bons e à leitura da Bíblia (cujos livros eu devorei como uma Saga, transportando-me para o texto e fazendo construções mentais); desde pequeno o Fantástico Mundo é mais realidade para mim do que o físico...
Nos jornais, li sobre Ditadura, Crise do Petróleo, Guerra Fria, conflitos no Oriente Médio e grupos paramilitares (ETA, IRA, Sendero Luminoso...), muito antes de saber o que era capitalismo ou comunismo... e mesmo antes de deixar de fazer xixi na rede... Fui alfabetizado antes dos 4 anos de idade, desenhando as letras das páginas dos jornais, que vinham com a feira embrulhando sabão – e devo ter dado muito trabalho à minha mãe, perguntando: - que nome é esse?
Bem, memórias à parte, vamos ao desafio.
Como creio que o papel de professor não é dar todas as respostas, mas ensinar a perguntar (porque quem aprende só a responder, fica perdido quando mudam as perguntas), apresento o texto de Fernando Sabino, para um bom exercício neste início de ano.
Abraços e feliz 2015!
Sds,
Joserrí de Oliveira Lucena
Eloquência Singular
Fernando Sabino
Mal iniciara seu discurso, o deputado embatucou:
— Senhor Presidente: eu não sou daqueles que...
O verbo ia para o singular ou para o plural? Tudo indicava o plural. No entanto, podia perfeitamente ser o singular:
— Não sou daqueles que...
Não sou daqueles que recusam... No plural soava melhor. Mas era preciso precaver-se contra essas armadilhas da linguagem — que recusa? — ele que tão facilmente caia nelas, e era logo massacrado com um aparte. Não sou daqueles que... Resolveu ganhar tempo:
— ...embora perfeitamente cônscio das minhas altas responsabilidades como representante do povo nesta Casa, não sou...
Daqueles que recusa, evidentemente. Como é que podia ter pensado em plural? Era um desses casos que os gramáticos registram nas suas questiúnculas de português: ia para o singular, não tinha dúvida. Idiotismo de linguagem, devia ser.
— ...daqueles que, em momentos de extrema gravidade, como este que o Brasil atravessa...
Safara-se porque nem se lembrava do verbo que pretendia usar:
— Não sou daqueles que...
Daqueles que o quê? Qualquer coisa, contanto que atravessasse de uma vez essa traiçoeira pinguela gramatical em que sua oratória lamentavelmente se havia metido de saída. Mas a concordância? Qualquer verbo servia, desde que conjugado corretamente, no singular. Ou no plural:
— Não sou daqueles que, dizia eu — e é bom que se repita sempre, senhor Presidente, para que possamos ser dignos da confiança em nós depositada...
Intercalava orações e mais orações, voltando sempre ao ponto de partida, incapaz de se definir por esta ou aquela concordância. Ambas com aparência castiça. Ambas legítimas. Ambas gramaticalmente lídimas, segundo o vernáculo:
— Neste momento tão grave para os destinos da nossa nacionalidade.
Ambas legítimas? Não, não podia ser. Sabia bem que a expressão "daqueles que" era coisa já estudada e decidida por tudo quanto é gramaticóide por aí, qualquer um sabia que levava sempre o verbo ao plural:
— ...não sou daqueles que, conforme afirmava...
Ou ao singular? Há exceções, e aquela bem podia ser uma delas. Daqueles que. Não sou UM daqueles que. Um que recusa, daqueles que recusam. Ah! o verbo era recusar:
— Senhor Presidente. Meus nobres colegas.
A concordância que fosse para o diabo. Intercalou mais uma oração e foi em frente com bravura, disposto a tudo, afirmando não ser daqueles que...
— Como?
Acolheu a interrupção com um suspiro de alívio:
— Não ouvi bem o aparte do nobre deputado.
Silêncio. Ninguém dera aparte nenhum.
— Vossa Excelência, por obséquio, queira falar mais alto, que não ouvi bem — e apontava, agoniado, um dos deputados mais próximos.
— Eu? Mas eu não disse nada...
— Terei o maior prazer em responder ao aparte do nobre colega. Qualquer aparte.
O silêncio continuava. Interessados, os demais deputados se agrupavam em torno do orador, aguardando o desfecho daquela agonia, que agora já era, como no verso de Bilac, a agonia do herói e a agonia da tarde.
— Que é que você acha? — cochichou um.
— Acho que vai para o singular.
— Pois eu não: para o plural, é lógico.
O orador seguia na sua luta:
— Como afirmava no começo de meu discurso, senhor Presidente...
Tirou o lenço do bolso e enxugou o suor da testa. Vontade de aproveitar-se do gesto e pedir ajuda ao próprio Presidente da mesa: por favor, apura aí pra mim, como é que é, me tira desta...
— Quero comunicar ao nobre orador que o seu tempo se acha esgotado.
— Apenas algumas palavras, senhor Presidente, para terminar o meu discurso: e antes de terminar, quero deixar bem claro que, a esta altura de minha existência, depois de mais de vinte anos de vida pública...
E entrava por novos desvios:
— Muito embora... sabendo perfeitamente... os imperativos de minha consciência cívica... senhor Presidente... e o declaro peremptoriamente... não sou daqueles que...
O Presidente voltou a adverti-lo que seu tempo se esgotara. Não havia mais por que fugir:
— Senhor Presidente, meus nobres colegas!
Resolveu arrematar de qualquer maneira. Encheu o peito de desfechou:
— Em suma: não sou daqueles. Tenho dito.
Houve um suspiro de alívio em todo o plenário, as palmas romperam. Muito bem! Muito bem! O orador foi vivamente cumprimentado.
Texto extraído do livro "A companheira de viagem", Ed. do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 139.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Usar o 13º salário para pagar dívidas pode ser um erro capital
Achei o texto muito interessante sobre finanças, e por isso o compartilho na íntegra.
Sds,
Joserrí de Oliveira Lucena
Utilizar o 13º salário para pagar aquelas dívidas em atraso pode estar nos planos de grande parte dos brasileiros. Mas, na opinião do educador financeiro, Reinaldo Domingos, essa alternativa é um “erro capital”.
Para Domingos, uma vez que se usa o dinheiro extra para pagar o que se deve, muitos se esquecem de um princípio fundamental da educação financeira: planejamento para atingir objetivos. “Eu sei que essa é a recomendação da maioria das pessoas e que o dinheiro extra é um grande alívio para a população, mas tratá-lo de maneira impulsiva só mostrará que não se aprendeu nada com o endividamento e que, possivelmente, se retornará a este problema em um curto período de tempo“, explica o educador.
Muitos devem se perguntar agora o que fazer com o dinheiro. Domingos sugere o primeiro passo: fazer um diagnóstico de sua situação financeira. “É certo que não dará para fazer isso de forma ampla, que seria anotando por um mês todos os gastos, mas dá para saber qual sua situação financeira”, complementa. Se realmente for de endividamento, ainda é necessário saber se está sob controle ou se já está descontrolado, ocasionando a inadimplência.
Já o inadimplente tem que tomar uma ação mais difícil, que é negociar os valores com os credores. Segundo Domingos, é importante ter em mente que as pessoas querem receber esse valor. A partir daí, é a hora de buscar um consenso. “Nunca esquecendo que o valor definido terá que caber dentro do orçamento mensal. Fora isso, é necessário readequar o padrão de vida para que, no futuro, o problema não se repita.”
Com os compromissos sob controle, ele recomenda que o décimo terceiro seja utilizado para sonhos e objetivos de curto, médio e longo prazos, no qual pode estar o de quitar as dívidas. “Para quem está endividado, mas não inadimplente, a obrigação é honrar com seus compromissos e, para que isso ocorra, os valores devem estar no orçamento mensal. Pagando tudo dentro do prazo e, se possível, adiantando o pagamento dos valores e eliminando as dívidas o mais rápido possível, essa pessoa nunca terá problema”, finaliza.
Texto adaptado – site www.infomoney.com.br-20/11/2014 – Luiza Belloni Veronesi.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
A Ética dos Planos de Saúde
Há tempos venho observando que os Planos de Saúde de forma reiterada, como "modus operandi" natural, negam ou obstacularizam o acesso dos associados a procedimentos médico-hospitalares: de meros exames laboratoriais a cirurgias eletivas, o ritual envolve agendar, autorizar, carimbar, periciar, renovar...
Sem nenhum pudor os planos negam procedimentos, e chegam a alegar que alguns não são necessidade real, mas puramente estéticos... censurando e ridicularizando os demandantes - inclusive pagando bancas de advogados com recursos do cliente, para negar-lhe o direito de saúde suplementar.
É como se o plano de saúde existisse apenas para juntar dinheiro, construir e manter mega-estruturas para impressionar o mercado, mas efetivamente e sobretudo, economizar ao máximo os recursos advindos das mensalidades (cada vez mais caras)...
Paradoxalmente, parte das despesas que DEVERIAM se reverter em prover qualidade de vida aos adquirentes de Planos de Saúde, têm sido destinadas ao que se chama "ações de marketing". É com base numa dessas ações, que o plano de saúde UNIMED patrocina o time do Fluminense, com cerca de R$ 100 milhões ao ano (a diretoria diz que são só R$ 56 milhões)...
Ou seja, para a UNIMED é ÉTICO destinar os recursos economizados com a negativa de procedimentos a pacientes com doenças (simples ou graves) para pagar vultosos salários a jogadores como Fred (que tem uma saúde de ferro!).
Uma das discussões sobre o tema pode ser lida em: http://forum.fmanager.com.br/topic/112521-eleicao-na-unimed-coloca-em-xeque-patrocinio-e-gastos-com-o-fluminense/
Sem nenhum pudor os planos negam procedimentos, e chegam a alegar que alguns não são necessidade real, mas puramente estéticos... censurando e ridicularizando os demandantes - inclusive pagando bancas de advogados com recursos do cliente, para negar-lhe o direito de saúde suplementar.
É como se o plano de saúde existisse apenas para juntar dinheiro, construir e manter mega-estruturas para impressionar o mercado, mas efetivamente e sobretudo, economizar ao máximo os recursos advindos das mensalidades (cada vez mais caras)...
Paradoxalmente, parte das despesas que DEVERIAM se reverter em prover qualidade de vida aos adquirentes de Planos de Saúde, têm sido destinadas ao que se chama "ações de marketing". É com base numa dessas ações, que o plano de saúde UNIMED patrocina o time do Fluminense, com cerca de R$ 100 milhões ao ano (a diretoria diz que são só R$ 56 milhões)...
Ou seja, para a UNIMED é ÉTICO destinar os recursos economizados com a negativa de procedimentos a pacientes com doenças (simples ou graves) para pagar vultosos salários a jogadores como Fred (que tem uma saúde de ferro!).
Joserrí de Oliveira Lucena
Uma das discussões sobre o tema pode ser lida em: http://forum.fmanager.com.br/topic/112521-eleicao-na-unimed-coloca-em-xeque-patrocinio-e-gastos-com-o-fluminense/
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Diabetes: uma batalha a cada dia
Se você conhece alguém com diagnóstico de diabetes tipo 1, repasse este link para download desse livro, que é um verdadeiro manual da alimentação.
http://www.sanofi-aventis.com.br
No quadro Search escrevam "Comida que cuida 2".
Se quiserem, podem fazer o download do livro em pdf.


