Fiquei quase 2 dias sem postar.
Tentava logar e o blogger retornava para a tela de nova tentativa de login. Fiz buscas por sinalizações de bug nos sites especializados, mas nenhum retornou com alguma informação de problema.
O problema ocorre por erro de sincronização entre o blogger e a conta do google (onde tenho minha assinatura)...
Após cansar da procura, resolvi fazer um "teste" com o Firefox 4.0.1 (sou usuário fiel do Chrome) e resisti até a esse teste com o outro navegador.
Entretanto, mesmo que hajam alguns pequenos deslizes no navegador, no que se refere à visualização do post enquanto é produzido... não só consegui logar, como pude voltar a escrever.
Há um atalho entre os dois caminhos que é enviar, por email, as matérias já prontas. Ocorre que essa opção não permite os acessórios como fotos, vídeos e descrever marcadores.
Não estou satisfeito com o novo navegador, mas pelo menos posso escrever direto no blog... enquanto isso já sinalizei para o Google Chrome que o bug está ocorrendo... vamos ver se dá resultado (sou fraco no inglês e o formulário é naquele idioma).
Obrigado aos leitores, que mesmo nessa ausência continuaram nos permitindo a média superior a 150 acesso de páginas por dia. Hoje ultrapassamos a marca de 50.000 visualizações de páginas.
O número de seguidores de posts chegou a 50 no dia de hoje. Temos uma promoção em curso para a marca dos 100 seguidores...
Muito obrigado!
Joserrí de Oliveira Lucena
quarta-feira, 25 de maio de 2011
#ForaMicarla tem dia de protestos em Natal-RN
| Foto: Jezz Lucena |
A cidade de Natal foi abalada na noite de hoje pela turba. A população, que já não aguenta mais tanto descaso, resolveu organizar (ainda que não tenha uma liderança específica) um protesto que pede a saída da chefe do executivo municipal do poder.
O evento tem várias vertentes, sendo um deles o movimento denominado #ForaMiCarla, que tem até um blog na internet, que pode ser acessado clicando aqui.
O blog tem o nome http://fora-micarla.blogspot.com/.
O autor do blog, Jesiel (Jezz) Lucena, promete que irá postar material e fotos de dentro do evento. Jezz, que é um dos mobilizadores do evento, não por acaso tem o sangue dos pais, que nas décadas de 1980 e 1990 participaram ativamente dos movimentos estudantis no Rio Grande do Norte. Os temas são novos, mas a luta continua.
Acesse o blog e divulgue. Parabéns a nosso filho e a todos os que fazem de hoje um dia histórico.
Hoje as hastags #foramicarla e #riogrevedonorte foram destaques nos top trends do Twitter.
--
Joserrí e Joana Darc
Natal/RN
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Domingão do Faustão: em busca de audiência...
Em busca de audiência vale tudo.
Até pegar carona no vídeo mais acessado no Youtube... são os novos tempos, a quem até a Rede Globo teve que se render. Por isso, o programa Domingão do Faustão recebeu, como convidada a nova celebridade do momento: a professora Amanda Gurgel (do Rio Grande do Norte).
Não se iluda com o sucesso instantâneo (ele atrai muita inveja). Está em curso operação para desconstruir o pouco de credibilidade que a professora tem, para desmontar sua fala genuína em prol da Educação.
Assista aos vídeos com a participação dela no Programa Domingão do Faustão. Ele afirma que ela é baiana(!?); investigaremos melhor, pois pelo que consta é de Caicó-RN.
Em certa altura de sua participação, afirma:
"Eu acredito que faz parte do processo educacional ensinar a luta pelos seus direitos. Eu ensino meus alunos a lutarem, portanto eu tenho que ser a primeira"!
Em uma enquete realizada em todo país, 98% concorda com o discurso feito por Amanda Gurgel na audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que foi repercutida antes de Faustão fazer várias perguntas à professora.
Joserrí de Oliveira Lucena
Até pegar carona no vídeo mais acessado no Youtube... são os novos tempos, a quem até a Rede Globo teve que se render. Por isso, o programa Domingão do Faustão recebeu, como convidada a nova celebridade do momento: a professora Amanda Gurgel (do Rio Grande do Norte).
Não se iluda com o sucesso instantâneo (ele atrai muita inveja). Está em curso operação para desconstruir o pouco de credibilidade que a professora tem, para desmontar sua fala genuína em prol da Educação.
Assista aos vídeos com a participação dela no Programa Domingão do Faustão. Ele afirma que ela é baiana(!?); investigaremos melhor, pois pelo que consta é de Caicó-RN.
Em certa altura de sua participação, afirma:
"Eu acredito que faz parte do processo educacional ensinar a luta pelos seus direitos. Eu ensino meus alunos a lutarem, portanto eu tenho que ser a primeira"!
Em uma enquete realizada em todo país, 98% concorda com o discurso feito por Amanda Gurgel na audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que foi repercutida antes de Faustão fazer várias perguntas à professora.
Joserrí de Oliveira Lucena
4 escolas e 2 cursinhos levam professor a infarto fulminante
O fato ocorreu em Parelhas-RN. O professor morreu de infarto fulminante; ele lecionava em 4 escolas e 2 cursinhos, para conseguir uma remuneração suficiente para seu sustento.
A notícia desastrosa vem em momento oportuno, em que o governo do Estado do RN não negocia com os professores por melhores condições de trabalho.
Joserrí de Oliveira Lucena
A notícia desastrosa vem em momento oportuno, em que o governo do Estado do RN não negocia com os professores por melhores condições de trabalho.
Joserrí de Oliveira Lucena
domingo, 22 de maio de 2011
Ultimato: Ricardo Gondim recebeu "cartão vermelho"
É de minha opinião que Evangelho do Amor não combina com o dogma das atuais igrejas evangélicas.
Toda a Lei e os Profetas, segundo Jesus Cristo, resume-se em Amar.
Mas há quem prefira odiar. E utilizam qualquer microfone para apregoar o ódio, a segregação, a acepção e a discriminação (se o púlpito fosse o Santo dos Santos, sairiam de lá puxados - mortos - se me entende).
O chamado Mundo Gospel vive um desses momentos extremos e fundamentalistas, capitaneados por alguns dos maiores nomes do evangelho do dinheiro e seus jatos particulares.
A vítima da vez, um pastor que surpreendeu ao defender direitos civis dos homossexuais. O clero informal nomeou representantes, que o desconvidaram a continuar escrevendo na revista evangélica mais antiga do Brasil (Ultimato).
Deus não nada a ver com esses projetos megalomaníacos de dominação
Parabéns ao pastor Ricardo Gondim. Talvez ele seja o Martim Luther King da vez - mesmo que não seja homossexual, como o Martim era negro.
Joserrí de Oliveira Lucena
Toda a Lei e os Profetas, segundo Jesus Cristo, resume-se em Amar.
Mas há quem prefira odiar. E utilizam qualquer microfone para apregoar o ódio, a segregação, a acepção e a discriminação (se o púlpito fosse o Santo dos Santos, sairiam de lá puxados - mortos - se me entende).
O chamado Mundo Gospel vive um desses momentos extremos e fundamentalistas, capitaneados por alguns dos maiores nomes do evangelho do dinheiro e seus jatos particulares.
A vítima da vez, um pastor que surpreendeu ao defender direitos civis dos homossexuais. O clero informal nomeou representantes, que o desconvidaram a continuar escrevendo na revista evangélica mais antiga do Brasil (Ultimato).
Deus não nada a ver com esses projetos megalomaníacos de dominação
Parabéns ao pastor Ricardo Gondim. Talvez ele seja o Martim Luther King da vez - mesmo que não seja homossexual, como o Martim era negro.
Leia abaixo a carta de despedida do Pastor Ricardo Gondim, após receber "cartão vermelho" da direção do periódico, após sua entrevista à Carta Capital. No post seguinte leia a entrevista na íntegra.
Joserrí de Oliveira Lucena
Despeço-me da Revista Ultimato
Ricardo Gondim
Ricardo Gondim
Após quase vinte anos, fui convidado a
“des-continuar” minha coluna na revista Ultimato. Nesta semana, recebi a visita
de Elben Lenz Cesar, Marcos Bomtempo e Klênia Fassoni em meu escritório, que me
deram a notícia de que não mais escreverei para a Ultimato. Nessa tarde,
encerrou-se um relacionamento que, ao longo de todos esses anos, me estimulou a
dividir o coração com os leitores desta boa revista. Cada texto que redigi
nasceu de minhas entranhas apaixonadas.
Fui devidamente alertado pelo rev.
Elben de que meus posicionamentos expostos para a revista Carta Capital trariam
ainda maior tensão para a Ultimato. Respeito o corpo editorial da Ultimato por
não se sentir confortável com a minha posição sobre os direitos civis dos
homossexuais. Todavia, reafirmo minhas palavras: em um estado laico, a lei não
pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou
pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir
relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem
intervir no ordenamento das leis.
O reverendo Elben Lenz Cesar, por quem
tenho a maior estima, profundo respeito e eterna gratidão, acrescentou que
discordava também sobre minha afirmação ao jornalista de que “Deus não está no
controle”. Ressalto, jamais escondi minha fé no Deus que é amor e nos
corolários que faço: amor e controle se contradizem. De fato, nunca aceitei a
doutrina da providência como explicitada pelo calvinismo e não consigo encaixar
no decreto divino: Auschwitz, Ruanda ou Realengo. Não há espaço em minhas
reflexões para uma “vontade permissiva” de Deus que torne necessário o orgasmo
do pedófilo ou a crueldade genocida.
Por último, a Klênia Fassoni
advertiu-me de que meus Tweets, somados a outros textos que postei em meu site,
deixam a ideia de que sou tempestivo e inconsequente no que comunico. Falou que
a minha resposta à Carta Capital sobre a condição das igrejas na Europa passa a
sensação de que sou “humanista”. Sobre meu “humanismo”, sequer desejo reagir.
Acolho, porém, a recomendação da Klênia sobre minha inconsequência. Peço perdão
a todos os que me leram ao longo dos anos. Quaisquer desvarios e
irresponsabilidades que tenham brotado de minha pena não foram intencionais.
Meu único desejo ao escrever, repito, foi enriquecer, exortar e desafiar
possíveis leitores.
Resta-me agradecer à revista Ultimato
por todos os anos em que caminhamos juntos. Um pedaço de minha história está
amputada. Mas a própria Bíblia avisa que há tempo de plantar e tempo de
arrancar o que se plantou. Meu amor e meu respeito pela família do rev. Elben,
que compõe o corpo editorial da Ultimato, não diminuíram em nada.
Continuarei a escrever em outros
veículos e a pastorear minha igreja com a mesma paixão que me motivou há 34
anos.
Ricardo
Gondim
Soli Deo Gloria
20-05-11
Soli Deo Gloria
20-05-11
Sou o herege da vez! Pr Ricardo Gondim
Entrevista do Pastor Ricardo Gondim à Revista Carta Capital deixa o mundo gospel com as barbas de Arão de molho.
Já deu resultados. Você lerá em novo post a repercussão de suas palavras e a "conversa" que teve com uma comissão de pastores.
É que o império gospel do dinheiro sentiu-se ameaçado por suas afirmações. E não estou aqui dizendo que comungo das ideias de Ricardo Gondim... mas por que escolher odiar tanto? A trupe de pastores-empresários-políticos acham que podem estabelecer uma ditadura gospelcrática (já que teocrática significaria usar o nome de Deus em vão).
Prá você ver como grande parte do mundo gospel tem sido hipócrita. O Pastor Ricardo Gondim é uma das maiores referências de autoridade eclesiástica, sério, honrado, fiel... mas virou herege por ousar ter opinião própria. Virou bruxo!
Leia a entrevista logo abaixo e veja se você é um daqueles para quem o pastor perde seu valor e está desmoralizado...
... para mim, ele ganha em conceito e ajuda a tirar as viseiras que nos impedem de entender que o mundo é amplo e não posso obrigar ninguém a seguir a Bíblia do mesmo modo que não quero que ninguém me obrigue a seguir o Alcorão.
Joserrí de Oliveira Lucena
Pastor RICARDO GONDIM concede entrevista a Gerson Freitas da Carta Capital
“Deus nos livre de um Brasil
evangélico”. Quem afirma é um pastor, o cearense Ricardo Gondim. Segundo ele, o
movimento neopentecostal se expande com um projeto de poder e imposição de
valores, mas em seu crescimento estão as raízes da própria decadência. Os evangélicos, diz Gondim, absorvem cada vez mais
elementos do perfil religioso típico dos brasileiros, embora tendam a
recrudescer em questões como o aborto e os direitos homossexuais. Aos 57 anos,
pastor há 34, Gondim é líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela
Universidade Metodista. E tornou-se um dos mais populares críticos do
mainstream evangélico, o que o transformou em alvo. “Sou o herege da vez”, diz
na entrevista a seguir:
CartaCapital: Os evangélicos tiveram papel importante nas últimas eleições. O Brasil está se tornando um país mais influenciável pelo discurso desse movimento?
Ricardo Gondim: Sim, mesmo porque, é notório o crescimento do número de evangélicos. Mas é importante fazer uma ponderação qualitativa. Quanto mais cresce, mais o movimento evangélico também se deixa influenciar. O rigor doutrinário e os valores típicos dos pequenos grupos se dispersam, e os evangélicos ficam mais próximos do perfil religioso típico do brasileiro.
CC: Como o senhor define esse perfil?
RG: extremamente eclético e ecumênico. Pela primeira vez, temos evangélicos que pertencem também a comunidades católicas ou espíritas. Já se fala em um “evangelicalismo popular”, nos moldes do catolicismo popular, e em evangélicos não praticantes, o que não existia até pouco tempo atrás. O movimento cresce, mas perde força. E por isso tem de eleger alguns temas que lhes assegurem uma identidade. Nos Estados Unidos, a igreja se apega a três assuntos: aborto, homossexualidade e a influência islâmica no mundo. No Brasil, não é diferente. Existe um conservadorismo extremo nessas áreas, mas um relaxamento em outras. Há aberrações éticas enormes.
CC: O senhor escreveu um artigo intitulado “Deus nos Livre de um Brasil Evangélico”. Por que um pastor evangélico afirma isso?
RG: Porque esse projeto impõe não só a espiritualidade, mas toda a cultura, estética e cosmovisão do mundo evangélico, o que não é de nenhum modo desejável. Seria a talebanização do Brasil. Precisamos da diversidade cultural e religiosa. O movimento evangélico se expande com a proposta de ser a maioria, para poder cada vez mais definir o rumo das eleições e, quem sabe, escolher o Presidente da República. Isso fica muito claro no projeto da Igreja Universal. O objetivo de ter o pastor no Congresso, nas instâncias de poder, é o de facilitar a expansão da igreja. E, nesse sentido, o movimento é maquiavélico. Se é para salvar o Brasil da perdição, os fins justificam os meios.
CC: O movimento americano é a grande inspiração para os evangélicos no Brasil?
RG: O movimento brasileiro é filho do fundamentalismo norte-americano. Os Estados Unidos exportam seu american way life de várias maneiras, e a igreja evangélica é uma das principais. As lideranças daqui leem basicamente os autores norte-americanos e neles buscam toda a sua espiritualidade, teologia e normatização comportamental. A igreja americana é pragmática, gerencial, o que é muito próprio daquela cultura. Funciona como uma agência prestadora de serviços religiosos, de cura, libertação, prosperidade financeira. Em um país como o Brasil, onde quase todos nascem católicos, a igreja evangélica precisa ser extremamente ágil, pragmática e oferecer resultados para se impor. É uma lógica individualista e antiética. Um ensino muito comum nas igrejas é a de que Deus abre portos de emprego para os fiéis. Eu ensino minha comunidade a se desvincular dessa linguagem. Nós nos revoltamos quando ouvimos que algum político abriu uma porta para o apadrinhado. Por que seria diferente com Deus?
CC: O senhor afirma que a igreja evangélica brasileira está em decadência, mas o movimento continua a crescer.
RG: Uma igreja que, para se sustentar, precisa de campanhas cada vez mais mirabolantes, um discurso cada vez mais histriônico e promessas cada vez mais absurdas está em decadência. Se para ter a sua adesão eu preciso apelar a valores cada vez mais primitivos e sensoriais e produzir o medo do mundo mágico, transcendental, estão a minha mensagem está fragilizada.
CC: Pode-se dizer o mesmo do movimento norte-americano?
RG: Muitos dizem que sim, apesar dos números. Há um entusiasmo crescente dos mesmos, mas uma rejeição cada vez mais dos que estão de fora. Hoje, nos Estados Unidos, uma pessoa que não tenha sido criada no meio e que tenha um mínimo de senso crítico nunca vai se aproximar dessa igreja, associada ao Bush, à intolerância em todos os sentidos, ao Tea Party, à guerra.
CC: O senhor é a favor da união civil entre homossexuais?
RG: Sou a favor. O Brasil é um país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. A comunidade gay aspira por relacionamentos juridicamente estáveis. A nação tem de considerar essa demanda. E a igreja deve entender que nem todas as relações homossexuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou com a heterossexualidade.
CC: O senhor enfrenta muita oposição de seus pares?
RG: Muita! Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem, então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida.
CC: Mas os movimentos cristãos foram sempre na direção oposta.
RG: Não necessariamente. Para alguns autores, a decadência do protestantismo na Europa não é, verdadeiramente, uma decadência, mas o cumprimento de seus objetivos: igrejas vazias e cidadãos cada vez mais cidadãos, mais preocupados com a questão dos direitos humanos, do bom trato da vida e do meio ambiente.
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