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sexta-feira, 4 de março de 2011

Caso Lavínia: crime cruel, premeditado e sem direito a defesa

A própria matéria expressa o sentimento de impotência diante da maldade humana.

Como uma pessoa pode cometer um crime contra um inocente e continuar a vida no instante seguinte como se nada tivesse acontecido?

Crueldade, barbaridade, insanidade são palavras que não traduzem essa monstruosidade. Pena de morte já!

Vide o teor jornalístico de "O Dia":

Um crime cruel, premeditado e sem direito a defesa

Assassina de Lavínia será indiciada por homicídio triplamente qualificado. Menina foi sufocada com toalha, travesseiro e cadarço

Rio - Assassina confessa de Lavínia Azeredo, de 6 anos, Luciene Reis, 24, será indiciada por homicídio triplamente qualificado (crime premeditado, cometido por meio cruel e sem direito de defesa à vítima), com pena máxima de 30 anos de prisão. Segundo o delegado adjunto da 60ª DP (Campos Elíseos), Luciano Zahar, Luciene saiu de casa com intenção de matar a menina, enterrada ontem no Cemitério do Corte Oito, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense.

>> FOTOGALERIA: Veja imagens do trágico fim do sequestro da menina Lavínia


Pai de Lavínia (de branco) precisou ser amparado no enterro | Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia

Luciene confessou, em seu depoimento à polícia, que primeiro envolveu o rosto de Lavínia com uma toalha para que a vítima não gritasse e depois a sufocou por oito minutos com o travesseiro. “Como ela percebeu que a menina ainda se mexia, resolveu então estrangulá-la com ajuda do cadarço do tênis de Lavínia”, revelou o delegado.

De acordo com a polícia, a bermuda e a blusa que Lavínia vestia quando embarcou num ônibus com a assassina pertencia a uma das filhas de Luciene. A polícia acredita que ela levou a vítima até sua casa, fazendo um percurso a pé, de cerca de 40 minutos, para trocar a roupa usada pela menina a caminho da morte. “Ela planejou o crime”, afirmou o delegado. As mudas de roupa que vítima e assassina estavam na segunda-feira foram encaminhadas, ontem à tarde, com o cadarço do crime, para a perícia.

Para a polícia, no entanto, ainda é preciso responder inúmeras perguntas para esclarecer o caso. “Como a criança saiu de casa sem ninguém notar, quem abriu a porta e por que ela vestia a roupa de uma das filhas da assassina são questões que ainda têm que ser apuradas”, explicou Zahar.

Até ontem à tarde, Luciene responderia por sequestro seguido de morte, mas a polícia concluiu que o assassinato foi brutal e premeditado.

Segundo agentes, Lavínia conhecia Luciene, mas as duas não eram próximas o suficiente para a menina sair sozinha com ela. As investigações apontam que a assassina recebeu ajuda de alguém de confiança da vítima para agir. Luciene, os pais de Lavínia e parentes que moram no mesmo terreno da família serão ouvidos na próxima semana.

Mãe de Luciene, Neide Reis fez um desabafo logo depois de a filha ser levada para a Polinter de Magé, na noite de quarta-feira. “Desde criança, ela aprontava. Cheguei a levá-la ao Conselho Tutelar. Acho que ela tinha algum problema, mas ninguém acreditou em mim. Os filhos dela agora ficarão comigo e com Deus”.

Desespero, protestos e comoção durante enterro

Lavínia Azeredo foi enterrada no Cemitério do Corte 8, sob aplausos, orações e cânticos. Em clima de consternação e revolta, cerca de 300 pessoas pediram por justiça — alguns clamaram até pela pena de morte (sentença judicial que não existe no Brasil) para a assassina. Policiais do 15º BPM (Caxias) tiveram que isolar o acesso ao velório na capela 2, onde só parentes e poucos amigos da família entraram.

Apontado pela maioria das pessoas no funeral como pivô da tragédia, o pai de Lavínia, Rony dos Santos Oliveira, desmaiou duas vezes — na chegada do corpo à capela e durante o sepultamento, quando, aos prantos, pediu perdão à filha. “Você sempre foi a minha eterna princesinha. Me perdoa, me perdoa”, desabafou, à beira do túmulo, amparado pela mulher, Andrea Azevedo.

Professores, alunos e funcionários do Centro Educativo Sandra Oliveira (Ceso), onde Lavínia estudava no 2º ano, levaram faixa com a mensagem ‘Lavínia nossa eterna princesinha’. “Ainda não estamos acreditando que ela morreu. Está sendo um momento muito cruel para todos nós. Era uma ótima criança, inteligente, muito elogiada por professores e que viveu intensamente a sua infância”, resumiu, emocionada, a diretora Sandra Maria de Oliveira.

Familiar não desconfiava do pai da menina

Prima do pai de Lavínia, a advogada Adriana Santana da Silva afirmou que ninguém sabia do relacionamento entre Rony e Luciene. “Foi uma surpresa. O Rony sempre foi uma pessoa politicamente correta, ninguém desconfiava”.

Para ela, o crime foi cometido por vingança. “Acho que tudo só vai ser revelado com a quebra do sigilo telefônico. O dinheiro que estava pedindo era para proporcionar a fuga”, acredita.

A advogada disse ainda que Luciene sempre foi uma pessoa muito perigosa. “Ela é uma pessoa ardilosa. O tempo todo queria incriminar o marido, tanto que o chamou para ir ao hotel com ela e jogar a culpa nele”, afirmou.
Adriana elogiou o comportamento de Andréa, mãe de Lavínia: “Ela tem sido muito forte. Chora, claro, mas consegue força para consolar a família. É surpreendente”.

Professoras consternadas

O Centro Educacional Sandra Oliveira, onde a menina Lavínia estudava desde os 3 anos, fechou ontem. Pequeno cartaz no portão da escola, no Parque Nova Esperança, avisava do sepultamento da menina.

Muito emocionadas, as professoras de Lavínia disseram que ela era muito tranquila. “Vai ser difícil na hora da chamada, pois automaticamente vamos passar pelo nome dela na lista”, disse a professora de Matemática, Ciências e História, Edna Bahia.
A escola só voltará a abrir depois do Carnaval, segundo a direção.
Reportagem de Geraldo Perelo e Maria Inez Magalhães
Translation of the post:

Matter itself expresses the feeling of powerlessness in the face of human evil.

How can a person commit a crime against an innocent life and continue to the next moment as if nothing had happened?

Cruelty, barbarity, insanity are words that do not reflect that monstrosity. Death penaltynow!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Caso Lavínia: encontrado corpo que pode ser da criança

Não sei quanto a vocês, mas se não for crime bárbaro, o que será?


Também não sei se a pena de morte diminui esse tipo de violência - principalmente contra inocentes e indefesos.
Ultimamente tenho dito que, para um covarde desses, seria melhor se pagasse aqui, pois se for pagar no Tribunal de Deus a pena será maior.
Gostaria que essa matéria servisse para reflexão dos pula-muros e pés-de-lã, que inventam de manter 2, 3... inúmeros relacionamentos, que por vezes ferem (e matam) inocentes, que não podem escolher os pais covardes que têm.



Polícia encontra corpo que pode ser da menina Lavínia



O corpo de uma menina, entre 6 e 7 anos de idade, foi encontrado na manhã desta quarta-feira debaixo da cama de apartamento do Hotel Municipal, na Avenida Presidente Kennedy, próximo a antiga rodoviária de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo policiais civis, há grandes chances do corpo ser da menina Lavínia, desaparecida desde a madrugada da última segunda-feira.
Para tentar reconhecer o corpo, dois tios de Lavínia foram levados até o quarto do hotel onde estava o cadáver. Um deles entrou, mas não conseguiu reconhecer a menina.




Imediatamente depois de sair do hotel, parentes da garota seguiram junto com policiais civis para a casa de uma mulher identificada apenas como Luciene. Ela seria uma ex-amante do pai da criança.
Até o início da tarde desta quarta-feira cerca de 11 ligações foram recebidas pelo Disque Denúncia (2253-1177) e checadas pela polícia. Homens da PM fazem buscas para tentar descobrir o paradeiro do suspeito, que pode ter fugido para Jardim Gramacho.

Mulher teria raptado a criança
A menina Lavínia Azeredo de Oliveira, de 6 anos, foi arrastada de casa por uma mulher, na madrugada de segunda-feira, no Bairro Parque Fluminense, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Pelo menos, foi o que disse uma testemunha durante depoimento na 60ª DP (Campos Elysios), na noite desta terça-feira.
O delegado Robson da Costa informou que a testemuha garantiu ter visto a mulher puxando uma criança pelo braço com as características de Lavínia.
A mãe da criança, a professora Andréa de Azeredo, de 25 anos, disse que a filha acordou por volta das 3h de segunda-feira, quando o pai, Rony dos Santos de Oliveira, chegou em casa. Em seguida, dormiu novamente. Às 6h, quando Andréa levantou, não viu a filha no quarto.
Ela contou à polícia que viu a porta destrancada e a janela do quarto da filha aberta. Lavínia não estava na cama. "Achei que ela estivesse com o avô. Quando subi, vi que não estava. Fiquei desesperada e saí gritando. Procurei por todos os lugares até perceber que ela tinha desaparecido", a mãe.
Fonte: Jornal do Brasil

Translation of the post:

I do not know about you, but if not barbaric crime, what will?

I do not know if the death penalty decreases this type of violence - especially againstinnocent and defenseless.
Lately I've been told that for such a coward, it would be better if I paid here, because if you pay before the Court of God's punishment will be greater.
I wish that the matter served to jump-reflection of the walls and down-the-wool, theyinvent to keep 2, 3 ... numerous relationships, which sometimes hurt (and kill) innocent,who can not choose the parents who are cowards.
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