Enquanto o mundo discute, atrasado, implantação de alternativas para as chamadas "plantas nucleares", o Brasil dá o exemplo de que não é um país que pensa no SUSTENTÁVEL apenas no sentido figurado.
O estado do Rio Grande do Norte, após anos de estudos de viabilidade, consolidação de parcerias e investimentos concretos, passa em 2011 a ter o maior PARQUE EÓLICO da América Latina, o Alegria.
O Parque Eólico é altamente rentável, principalmente para quem recebe os royalties por uso das terras. Conheço um proprietário que assinou contrato para receber R$ 100mil/mês pelos próximos 30 anos. É muita "Alegria", não é?
Cada pá desses "cataventos" medem 45 metros. Então, image o tamanho do "brinquedo" depois de montado...
... só não entendo essa mania de comparar investimento em imobilizações, com cestas básicas. O que uma coisa tem a ver com outra? É a velha mania do Brasil de achar que resolve as coisas distribuindo peixe, ao invés de ensinar a pescar; depois do peixe comido, nem vara, nem erradicação da fome, e o rio a gente subutiliza, transformando em "área de lazer"...
Veja matéria publicada no dia de hoje (20/03/2011) no Diário de Natal:
RN: um estado movido pela força dos ventos
A produção de energia eólica em solo potiguar abre a possibilidade de aliar crescimento econômico e social
Andrielle Mendes - andriellemendes.rn@dabr.com.br
Que os ventos soprem. A frase, dita pelo prefeito de Guamaré, Auricélio dos Santos Teixeira, durante inauguração da Usina de Energia Eólica Alegria 1, esconde, de certa forma, uma inverdade. Os ventos sempre sopraram por aqui. Mas só agora sua força foi transformada em energia, emprego e renda. Em sete meses, Guamaré ganhará o maior parque eólico da América Latina: o Alegria. Composto pelas usinas Alegria 1 e 2, gerará 10% de toda energia consumida no Rio Grande do Norte com capacidade suficiente para tornar a capital potiguar autosuficiente em energia elétrica.
Mas ainda é pouco comparado ao que está por vir. Segundo o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Benito Gama, até 2013, o investimento em energia eólica no RN chegará a R$ 8 bilhões, dinheiro suficiente para comprar quase 25 milhões de cestas básicas a R$ 331,89 - menor preço encontrado pelo Procon Natal na primeira semana de março - e alimentar milhares de potiguares que vivem na miséria.
Enquanto investidores veem uma grande chance de obter lucro na instalação dos parques eólicos no Rio Grande do Norte, Benito Gama enxerga uma chance de associar desenvolvimento econômico e social. Isso viria por meio do aluguel/arrendamento de áreas, principalmente no semi-árido potiguar; da arrecadação de tributos, como o ICMS; e da geração de emprego e renda.
Nos próximos anos, potiguares, com ou sem renda, assistirão a instalação de várias empresas estrangeiras no estado. Entretanto, eles poderão ficar a ver navios, ou melhor, turbinas, se o governo não agir. Para aproveitar a mão de obra local, o governo do estado vai criar um Centro de Tecnologia Internacional de Energia Eólica. O centro será montado em parceria com o governo federal e empresas do ramo eólico. As negociações já começaram. "O RN possui uma das melhores jazidas de vento do Brasil, e este é o principal combustível para o estado continuar liderando a implantação das centrais eólicas", afirma Everaldo Feitosa, PhD em Energia Eólica pela Universidade de Southampton, na Inglaterra e diretor da Eólica Tecnologia, uma das empresas controladoras do Parque Alegria.
No entanto, para liderar este processo, segundo Everaldo, o estado precisa melhorar sua infraestrutura. "Dois pontos merecem atenção. O primeiro é a infraestrutura de conexão elétrica. O segundo ponto é a organização do setor fundiário, que precisa da intervenção do governo estadual", revela o investidor que também é vice-presidente da WWEA (World Wind Energy Association, com sede em Bonn, Alemanha) e vice-presidente do WWEI (World Wind Energy Institute, com sede na Dinamarca), em entrevista ao Diário de Natal.
Superando estes obstáculos, o RN aproveitará todo seu potencial, equiparando-se a Dinamarca, país pioneiro em energia eólica e que possui aproximadamente 4 mil megawatts (MW) de capacidade instalada. O especialista explica que a Região Nordeste tem uma área equivalente a 36 "Dinamarcas" e possui um potencial de instalação de energia eólica de 144 mil MW, o que equivale a 1,5 vezes todo o parque gerador existente hoje no Brasil. A maior parte deste potencial está localizada no estado do Rio Grande do Norte.
Segundo projeções do especialista, o Brasil estará entre os cinco maiores produtores de energia eólica do mundo até o ano 2020. "O RN poderá liderar este processo se conseguir construir a infraestrutura elétrica necessária para o escoamento desta imensa quantidade de energia, através de novas linhas de transmissão e subestações. Esta deveria ser uma das prioridades do novo governo estadual, reivindicando estes investimentos por parte do Ministério de Minas e Energia", afirma.
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domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Tamanho de uma pá de turbina eólica
Você tem idéia do tamanho de cada pá das que giram numa turbina eólica?
Como já vi algumas, não me surpreendi com as fotos do Canindé Soares, feitas no dia 17/03/2011, aqui em Natal, quando do transporte de algumas dessas peças.
Mas, prá você ter uma idéia do tamanho dos brinquedos, que medem 45 metros, seguem as fotos feitas pelo potiguar:
Como já vi algumas, não me surpreendi com as fotos do Canindé Soares, feitas no dia 17/03/2011, aqui em Natal, quando do transporte de algumas dessas peças.
Mas, prá você ter uma idéia do tamanho dos brinquedos, que medem 45 metros, seguem as fotos feitas pelo potiguar:
segunda-feira, 14 de março de 2011
Japão e as novas rosas de Hiroshima
O Japão está na iminência de ver novos cogumelos atômicos.
Dessas vez, diferente da segunda Guerra Mundial, não será por ataque inimigo, mas por problemas com as plantas nucleares do próprio solo.
De sábado para cá já tivemos vários pequenos incidentes, dos que se tem notícia, sabendo que o país nipônico tem por hábito não divulgar notícias ruins (quando pode mascara, eufemiza, etc) - mas, no mundo globalizado e interconectado, fica quase impossível controlar o acesso à informação, por vezes em tempo real.
Veja a matéria do Extra:
Dessas vez, diferente da segunda Guerra Mundial, não será por ataque inimigo, mas por problemas com as plantas nucleares do próprio solo.
De sábado para cá já tivemos vários pequenos incidentes, dos que se tem notícia, sabendo que o país nipônico tem por hábito não divulgar notícias ruins (quando pode mascara, eufemiza, etc) - mas, no mundo globalizado e interconectado, fica quase impossível controlar o acesso à informação, por vezes em tempo real.
Veja a matéria do Extra:
Reator da usina nuclear de Fukushima, no Japão, apresenta problemas após explosões em outros dois
TÓQUIO - O reator 2 da usina nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão, apresentou novos problemas no seu sistema de resfriamento nesta segunda-feira, horas depois de outro reator da mesma instalação sofrer uma explosão - a segunda registrada no local desde o terremoto de 8,9 graus que sacudiu o país na sexta-feira. O primeiro reator atingido foi o 1 e o segundo foi o 3. Agora, o número 2 está com suas varetas de combustível totalmente expostas, o que aumenta o risco de danos e de um possível vazamento nuclear.
(Entenda o vocabulário atômico)
Os índices de água para resfriamento em volta do núcleo do reator 2 já haviam baixado mais cedo, segundo a operadora da usina, a Tokyo Electric Power Co. De acordo com a agência de notícias Jiji, a possibilidade do derretimento das varetas de combustível não pode ser descartada.
A Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão foi notificada sobre o problema pela empresa responsável. Técnicos já vinham tentando resfriar os reatores da usina com água do mar quando ocorreu a segunda explosão. As temperaturas ainda não foram controladas.
Enviada do GLOBO, Claudia Sarmento relata pânico durante novo alerta de tsunami. Ouça:
Além da preocupação com um possível vazamento nuclear, milhares de japoneses enfrentam problemas como a falta de combustível e de comida enquanto lutam para encontrar os desaparecidos na tragédia provocada pelo terremoto e pela tsunami causada pelo abalo sísmico.Dois mil corpos foram encontrados nesta segunda-feira na província de Miyagi. O número oficial de mortos ainda é 1.833, mas já se espera que o total ultrapasse dez mil.
As perdas econômicas nas regiões do Japão que foram atingidas pelo terremoto devem somar cerca de 14 trilhões a 15 trilhões de ienes (US$ 171 bilhões a US$ 183 bilhões), segundo informações disponíveis nesta segunda-feira, estima realatório do banco Credit Suisse. A bolsa de Tóquio fechou com queda de mais de 6%.
Leia mais:sábado, 12 de março de 2011
Japão põe o mundo em estado de Alerta Geral
Tudo ia muito bem, com o mundo em plena recuperação das crises econômicas que destituíram potências e seus totens...
Aí um terremoto (fenômeno natural - variável totalmente incontrolável e de efeitos imprevisíveis) põe o mundo em estado de alerta geral.
Não por causa das mortes ou dos estragos financeiros ou econômicos; foi por receio das consequências nuclerares (como vazamentos e explosões), em todos os países que utilizam esta forma de energia altamente instável.
Veja, por ora, as últimas novidades da pequena ilha que hoje é o centro das atenções de todo o mundo:
Acidente nuclear nível 4 coloca Japão em alerta
Brasília - A explosão ocorrida na manhã deste sábado (12) em usina nuclear da província de Fukushima, no Nordeste do Japão, resultou em um acidente nuclear classificado como nível 4 pela Agência de Segurança Nuclear e Industrial (Nisa) japonesa.
Pela Escala Internacional de Eventos Nucleares (Ines), segundo a qual os acidentes desse tipo variam do nível 0 (quando não há nenhuma anomalia) ao nível 7 (acidente grave), a falha no sistema de refrigeração de um dos reatores da usina japonesa corresponde a um acidente com consequências de alcance local.
Assim mesmo, o vazamento de material radioativo em Fukushima já está sendo noticiado como o mais grave da história do Japão e o pior desde a catástrofe ocorrida em 1986 na usina ucraniana de Chernobil, avaliada como de nível 7 da Ines.
Especialistas temem que, com o sistema de refrigeração com problemas, um possível aquecimento do reator da Usina Fukushima provoque um processo de fusão do combustível usado no reator, o que elevaria a temperatura, gerando gases que poderiam não ser contidos pelo edifício de concreto que abriga o reator, cujo recipiente é feito de aço, pois ainda não se sabe ao certo o quanto a estrutura foi danificada pelo terremoto de 8.8 graus de magnitude ocorrido nessa sexta-feira (11).
Ontem mesmo, o governo japonês já havia informado que os níveis de radiação dentro da usina Fukushima 1 haviam aumentado quatro mil vezes. No portão da usina, a radiação aumentou oito vezes. Esta manhã, as autoridades japonesas admitiram que material radioativo como césio e iodo radioativos vazou do interior da usina.
Após avaliar a situação e descartar outras soluções, o governo anunciou que vai usar água do mar misturada a ácido bórico para tentar contornar o problema. Além disso, doses de iodo serão distribuídas entre a população a fim de prevenir o câncer de tireóide, uma das doenças que mais afetou às pessoas expostas a radiação de Chernobil.
Por precaução, cerca de 45 mil pessoas tiveram que deixar a região, onde só permaneceram equipes de resgate e especialistas que avaliam o grau de contaminação e o comprometimento da usina. A zona de segurança, a princípio de 10 quilômetros, foi ampliada para 20 quilômetros.
Da Agência Brasil
Aí um terremoto (fenômeno natural - variável totalmente incontrolável e de efeitos imprevisíveis) põe o mundo em estado de alerta geral.
Não por causa das mortes ou dos estragos financeiros ou econômicos; foi por receio das consequências nuclerares (como vazamentos e explosões), em todos os países que utilizam esta forma de energia altamente instável.
Veja, por ora, as últimas novidades da pequena ilha que hoje é o centro das atenções de todo o mundo:
Acidente nuclear nível 4 coloca Japão em alerta
Brasília - A explosão ocorrida na manhã deste sábado (12) em usina nuclear da província de Fukushima, no Nordeste do Japão, resultou em um acidente nuclear classificado como nível 4 pela Agência de Segurança Nuclear e Industrial (Nisa) japonesa.
Pela Escala Internacional de Eventos Nucleares (Ines), segundo a qual os acidentes desse tipo variam do nível 0 (quando não há nenhuma anomalia) ao nível 7 (acidente grave), a falha no sistema de refrigeração de um dos reatores da usina japonesa corresponde a um acidente com consequências de alcance local.
Assim mesmo, o vazamento de material radioativo em Fukushima já está sendo noticiado como o mais grave da história do Japão e o pior desde a catástrofe ocorrida em 1986 na usina ucraniana de Chernobil, avaliada como de nível 7 da Ines.
Especialistas temem que, com o sistema de refrigeração com problemas, um possível aquecimento do reator da Usina Fukushima provoque um processo de fusão do combustível usado no reator, o que elevaria a temperatura, gerando gases que poderiam não ser contidos pelo edifício de concreto que abriga o reator, cujo recipiente é feito de aço, pois ainda não se sabe ao certo o quanto a estrutura foi danificada pelo terremoto de 8.8 graus de magnitude ocorrido nessa sexta-feira (11).
Ontem mesmo, o governo japonês já havia informado que os níveis de radiação dentro da usina Fukushima 1 haviam aumentado quatro mil vezes. No portão da usina, a radiação aumentou oito vezes. Esta manhã, as autoridades japonesas admitiram que material radioativo como césio e iodo radioativos vazou do interior da usina.
Após avaliar a situação e descartar outras soluções, o governo anunciou que vai usar água do mar misturada a ácido bórico para tentar contornar o problema. Além disso, doses de iodo serão distribuídas entre a população a fim de prevenir o câncer de tireóide, uma das doenças que mais afetou às pessoas expostas a radiação de Chernobil.
Por precaução, cerca de 45 mil pessoas tiveram que deixar a região, onde só permaneceram equipes de resgate e especialistas que avaliam o grau de contaminação e o comprometimento da usina. A zona de segurança, a princípio de 10 quilômetros, foi ampliada para 20 quilômetros.
Da Agência Brasil
Terremoto deixa ao menos 637 mortos e 10.653 desaparecidos no Japão
Da Redação, com AFP
mundo@eband.com.br
O número de mortos no terremoto de magnitude 8,9 chegou a 637 no Japão, de acordo com a polícia.
Segundo autoridades, há 10.653 desaparecidos, sendo 10 mil apenas na cidade portuária de Minamisanriku, uma das atingidas por um tsunami de grandes proporções. Isso representa mais da metade da população da cidade de 17 mil habitantes. A prefeitura da província de Miyagi busca informações sobre os moradores.
Segundo a agência de notícias Kyodo, há 3,4 mil edifícios destruídos no país por conta de tragédia, que ainda causou 200 incêndios.
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, deslocou 50 mil militares, 190 aviões e 15 navios para os trabalhos de resgate nas províncias afetadas.
Redator: Roberto Saraiva
Segundo autoridades, há 10.653 desaparecidos, sendo 10 mil apenas na cidade portuária de Minamisanriku, uma das atingidas por um tsunami de grandes proporções. Isso representa mais da metade da população da cidade de 17 mil habitantes. A prefeitura da província de Miyagi busca informações sobre os moradores.
Segundo a agência de notícias Kyodo, há 3,4 mil edifícios destruídos no país por conta de tragédia, que ainda causou 200 incêndios.
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, deslocou 50 mil militares, 190 aviões e 15 navios para os trabalhos de resgate nas províncias afetadas.
Redator: Roberto Saraiva
Prefeitura não consegue entrar em contato com 10 mil moradores em Minamisanriku
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Everything was going well with the world in full recovery of economic crises whichdeposed powers and their totem poles ...
Then an earthquake (a natural phenomenon - completely uncontrollable variable andunpredictable effects) puts the world in general alertness.
Not because of deaths or the financial or economic damage, it was for fear of theconsequences nuclerares (such as spills and explosions), in all countries that use thisenergy form is highly unstable.
See, for now, the latest of the small island that is now the center of attention around theworld
Then an earthquake (a natural phenomenon - completely uncontrollable variable andunpredictable effects) puts the world in general alertness.
Not because of deaths or the financial or economic damage, it was for fear of theconsequences nuclerares (such as spills and explosions), in all countries that use thisenergy form is highly unstable.
See, for now, the latest of the small island that is now the center of attention around theworld
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Apagão no Nordeste em 2011
Quem poderia imaginar que no Nordeste haveria apagão elétrico por sobrecarga do sistema?
Os investimento no setor têm sido feito e não são poucos (energia renovável - eólicas), e dentro em breve isso não mais ocorrerá. Mas não é algo repentino.
Agora, veja pela matéria abaixo, o que aconteceu nesta madrugada... segundo o site nominuto.com:
"A fragilidade do sistema interligado de transmissão de energia volta a se revelar", analisou o ex-secretário de Energia do Rio Grande do Norte - e estudioso do assunto -, Jean-Paul Prates, que fez uma análise do apagão que deixou o Nordeste no breu por umas quatro horas.
O problema, causado por uma linha de transmissão entre as cidades de Sobradinho (BA) e Petrolândia (PE) que apresentou defeito, "derrubou" a subestação da usina de Usina de Luiz Gonzaga; pelo fato do sistema elétrico ser interligado, na sequência foram "desligadas" as usinas de Xingó e Paulo Afonso. No fim, todas as usinas do Nordeste foram desligadas, e quase toda a região ficou no escuro, salvo as regiões do Maranhão e do Piauí que são abastecidas pela usina de Tucuruí.
"FIca claro que a região que mais cresce no País ainda não conseguiu a solidez sistêmica necessária para ter segurança energética total", considerou Prates, via twitter. Para ele, isto realça ainda mais a importância da chamada geração distribuída de energia e das usinas eólicas em terras potiguares e no Ceará.
"Desde 2011, o Nordeste cresce a uma média de 4,2% contra 2,3% do país. O sistema interligado não acompanhou isso?", indagou. "Por isso o Rio Grande do Norte e o Ceará foram buscar alternativas. Mesmo assim, ainda teremos que lidar com algumas precariedades no sistema de transmissão até que as novas linhas de transmissão e ICGs fiquem prontas".
Situação de momento
Às 3h50, pelos últimos relatos, considerando as capitais, Recife e João Pessoa estavam com a energia restabelecida, assim como Natal (onde a energia voltou por volta das 3h30 - algumas poucas regiões estão no escuro), e Fortaleza estava com abastecimento parcial. Em cidades interioranas, a situação era variável: enquanto em Campina Grande (PB) a luz estava parcialmente restabelecida, em Catolé (BA) ainda não havia previsão de retorno.
Ao mesmo tempo, estava ocorrendo em Brasília uma reunião de emergência no Operador Nacional do Sistema Elétrico.
Por volta das 4h30, a situação seguia variável: em Campina Grande (PB) a energia já estava restabelecida, enquanto em Pirangi do Norte (distrito de Parnamirim, RN, e ponto turístico no Litoral Sul) a luz ainda não havia voltado.
Os investimento no setor têm sido feito e não são poucos (energia renovável - eólicas), e dentro em breve isso não mais ocorrerá. Mas não é algo repentino.
Agora, veja pela matéria abaixo, o que aconteceu nesta madrugada... segundo o site nominuto.com:
"A fragilidade do sistema interligado de transmissão de energia volta a se revelar", analisou o ex-secretário de Energia do Rio Grande do Norte - e estudioso do assunto -, Jean-Paul Prates, que fez uma análise do apagão que deixou o Nordeste no breu por umas quatro horas.
O problema, causado por uma linha de transmissão entre as cidades de Sobradinho (BA) e Petrolândia (PE) que apresentou defeito, "derrubou" a subestação da usina de Usina de Luiz Gonzaga; pelo fato do sistema elétrico ser interligado, na sequência foram "desligadas" as usinas de Xingó e Paulo Afonso. No fim, todas as usinas do Nordeste foram desligadas, e quase toda a região ficou no escuro, salvo as regiões do Maranhão e do Piauí que são abastecidas pela usina de Tucuruí.
"FIca claro que a região que mais cresce no País ainda não conseguiu a solidez sistêmica necessária para ter segurança energética total", considerou Prates, via twitter. Para ele, isto realça ainda mais a importância da chamada geração distribuída de energia e das usinas eólicas em terras potiguares e no Ceará.
"Desde 2011, o Nordeste cresce a uma média de 4,2% contra 2,3% do país. O sistema interligado não acompanhou isso?", indagou. "Por isso o Rio Grande do Norte e o Ceará foram buscar alternativas. Mesmo assim, ainda teremos que lidar com algumas precariedades no sistema de transmissão até que as novas linhas de transmissão e ICGs fiquem prontas".
Situação de momento
Às 3h50, pelos últimos relatos, considerando as capitais, Recife e João Pessoa estavam com a energia restabelecida, assim como Natal (onde a energia voltou por volta das 3h30 - algumas poucas regiões estão no escuro), e Fortaleza estava com abastecimento parcial. Em cidades interioranas, a situação era variável: enquanto em Campina Grande (PB) a luz estava parcialmente restabelecida, em Catolé (BA) ainda não havia previsão de retorno.
Ao mesmo tempo, estava ocorrendo em Brasília uma reunião de emergência no Operador Nacional do Sistema Elétrico.
Por volta das 4h30, a situação seguia variável: em Campina Grande (PB) a energia já estava restabelecida, enquanto em Pirangi do Norte (distrito de Parnamirim, RN, e ponto turístico no Litoral Sul) a luz ainda não havia voltado.
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Se você conhece alguém com diagnóstico de diabetes tipo 1, repasse este link para download desse livro, que é um verdadeiro manual da alimentação.
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Se quiserem, podem fazer o download do livro em pdf.