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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Mais um Caso André Marins ("pai" de Joanna Marins)'

Na surdina, o sr André Rodrigues Marins conta com a amnésia da população e o silêncio da mídia para continuar sua saga de espancador de mulheres e crianças.

Observe o último processo da sua mais recente peripécia, desta feita contra a atual esposa (Agressão Corporal).

Clique no link e leia você mesmo.
http://srv85.tjrj.jus.br/consultaProcessoNome/ConsultaNome.do?TelaInicial=1


Chega de impunidade. Obrigado ao leitor pela contribuição, atualizando a informação.

Joserrí de Oliveira Lucena


Dados:




Processo No 0005873-13.2010.8.19.0038

TJ/RJ - 17/10/2011 11:18:02 - Primeira instância - Distribuído em 03/02/2010
Comarca de Nova Iguaçu1º Juizado Especial Criminal
Cartório do 1º Juizado Especial Criminal
Endereço:Coronel Bernardino de Melo   s/n   Anexo Forum/3º andar  
Bairro:Bairro da Luz
Cidade:Nova Iguaçu
Ação:Violação de domicílio (Art. 150 - CP)
Assunto:Violação de domicílio (Art. 150 - CP)
Classe:Termo Circunstanciado
ComunicanteRICARDO TOSTES FERRAZ
Autor do FatoANDRÉ RODRIGUES MARINS
Tipo do Movimento:Recebimento
Data de Recebimento:27/04/2011
Tipo do Movimento:Despacho - Proferido despacho de mero expediente
Data Despacho:27/04/2011
Descrição:A PEDIDO DO MINISTÉRIO PÚBLICO, QUE FORNECE AS DATAS, FOI DESIGNADA AUDIÊNCIA PRELIMINAR ESPECIAL PARA O DIA 23/11/2011 ÀS 11:20H. INTIMEM-SE. ATENDA-SE COTA MINISTERIAL.
Documentos Digitados:Despacho / Sentença / Decisão
Tipo do Movimento:Conclusão ao Juiz
Data da conclusão:27/04/2011
Juiz:ROSANA NAVEGA CHAGAS
Próxima Audiência:23/11/2011
Hora da Audiência:11:20
Tipo da Audiencia:Preliminar
Processo(s) no Conselho Recursal:Não há.
Localização na serventia:28/04/2011 - DAT. AUD.


http://srv85.tjrj.jus.br/consultaProcessoWebV2/consultaProc.do?v=2&numProcesso=2011.209.026358-6&FLAGNOME=S&tipoConsulta=publica&back=1&PORTAL=1&v=2




segunda-feira, 28 de março de 2011

Caso Joanna: Pai será solto...

A Justiça comete outra injustiça: o psicopata, espancador de mulheres, carcereiro, torturador e assassino, será solto.

A Justíça mandou soltar André Marins, porque ele "não representa ameaça à ordem pública..."

O site Táxi em Movimento (sob censura prévia) já havia profetizado, em 12 de fevereiro, o presente desfecho:


Se todos silenciarem o André Marins será solto...



Veja matéria da soltura do serventuário, no site Terra:


Justiça do Rio manda soltar pai da menina Joanna
28 de março de 2011  19h06  atualizado às 19h23



O juiz Alberto Fraga, da 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, determinou nesta segunda-feira a soltura de André Rodrigues Marins, preso desde 25 de outubro de 2010 sob acusação de torturar sua filha Joanna Marins, 5 anos. A menina morreu de meningite em 13 de agosto de 2011, após ficar em coma devido às supostas agressões. Segundo nota divulgada, o magistrado entendeu que não há motivos para que André continue preso, visto que ele não representa ameaça à ordem pública, à aplicação da lei penal ou às testemunhas.
Na mesma decisão, o juiz concluiu também que as provas anexadas ao processo não são suficientes para comprovar que André e sua mulher, Vanessa Maia Furtado, tenham cometido o crime de homicídio - suposição apontada inicialmente na denúncia do Ministério Público (MP). O próprio MP, em suas alegações finais, opinou pela desclassificação do crime de homicídio.
De acordo com o juiz Alberto Fraga, ficou claro que, apesar de toda a situação que causou a baixa imunológica da menina e que pode indicar a existência do crime de tortura, os réus não deixaram de procurar atendimento médico adequado para a menor, tendo assim agido pelo menos a partir do dia 15 de julho de 2010.
"Por consequência, o resultado morte não decorreu de qualquer conduta omissiva, mas sim de situação pretérita, a qual, como se verá, levou a criança a um quadro imunológico que permitiu a rápida evolução da meningite herpética e o óbito de Joanna", escreveu o magistrado. Dessa forma, prosseguiu o juiz, "é inviável que se impute aos réus o delito de homicídio por omissão, o que, entretanto, não significa que não possam responder pelo resultado morte apresentado".
O casal responderá unicamente pelo crime de tortura seguida de morte.
Entenda o caso
Joanna morreu no início da tarde de 13 de agosto de 2010, no Hospital Amiu, em Botafogo, na zona sul, onde estava internada em coma desde o dia 19 de julho. Segundo o hospital, a menina sofreu uma parada cardíaca.
A menina foi internada no CTI do hospital da zona sul com um edema cerebral, hematomas nas pernas e sinais de queimaduras nas nádegas e no tórax, segundo parentes. A suspeita era que ela teria sido espancada e torturada pelo pai. O caso foi levado para a Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav).
Na investigação, a polícia descobriu que a menina havia sido atendida em outro hospital, o Rio Mar, na zona oeste, onde um falso médico teria dado alta a ela quando ainda estava desacordada. Ele foi identificado como um estudante do 5º período de Medicina.
Em depoimento, o estudante afirmou que havia sido contratado por Sarita Pereira, que teria uma clínica que prestava serviços ao Rio Mar. Ainda segundo a polícia, Souza afirmou que a mulher forneceu a documentação e o carimbo com nome e a inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM) de um médico para que ele usasse nos atendimentos.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

caso Joanna: Mãe ainda aguarda Justiça

"A Justiça enfim está acontecendo. A Justiça não é a maldita juíza que inverteu a guarda da minha filha", 

Cristiane Marcenal

Leia matéria em 

O Brasil acompanha o desenrolar do Caso Joanna, do mesmo modo que acompanhou ativamente o caso de Isabella Nardoni.

O brasileiro não é mais apático para a injustiça. Cobra. Reclama. Denuncia. Assume riscos. E não aceita "versões" dos fatos, mas o relato fidedigno dos acontecimentos.

Talvez seja por estar cansado de tanto ver as nulidades triunfarem, impunes. Mas o grito de basta tem sido dado, violência após violência, exigindo das autoridades rapidez e transparência na apuração e punição de culpados.

O goleiro Bruno, em outros tempos, estaria ajudando seu time a viver dias de glória, enquanto o assassinato de Eliza Samúdio no máximo seria noticiado em páginas sangrentas de jornais sensacionalistas, com ilações de que teria sido vítima, como outras milhares de anônimas que são espancadas todos os dias, der algum agressor sem rosto.

A reação popular tirou o brilho da estrela, e valida o trabalho sério de investigadores, promotores, juízes, testemunhas e policiais que são responsáveis pelo caso.

Hoje, o Brasil vive um novo momento. Em que outra época poderíamos imaginar que o acusado de crimes bárbaros contra uma criança, e ainda mais com a proteção de parte do aparato do judiciário, sob o domínio do mal, cercado de parentes influentes, seria preso?

Vamos acompanhar e atualizar informações do caso. 

sábado, 16 de outubro de 2010

Caso Joanna: Delegado diz que pai tinha prazer em torturar

Segundo matéria divulgada hoje pelo Globo, não está descartada a possibilidade de André Marins (pai de Joanna Marcenal) ser indiciado também por homicídio.

Após analisar o Laudo do IML e ouvir mais de 50 testemunhas o delegado encaminhou denúncia ao Ministério Público, em que entende que houve tortura da menor. Segundo o delegado, o Ministério Público, que tem isenção e autonomia, poderá ainda acusar André Marins de homicídio, o que pode agravar sua  situação.

A matéria tem copyright e por isso não a reproduzimos aqui, mas poderá ser lida clicando aqui.


Para o delegado, o pai, de forma desumana, tinha prazer em torturar a criança.

Há uma grande diferença entre maus tratos e tortura, o que se pode verificar lendo material sobre Direitos Humanos, clicando aqui.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Caso Joanna: Pai é indiciado por tortura

A matéria do G1 está interessante, e nos atualiza dos últimos acontecimentos do Caso Joanna.


Pai de Joanna alega que delegado foi pressionado a indiciá-lo por tortura

André Marins acredita que Ministério Público não vai denunciá-lo.
Delegado diz que ferimentos em Joanna foram produzidos de forma desumana.

Tássia ThumDo G1 RJ
 Após ser indiciado pela polícia por tortura, o técnico judicário André Marins, pai da menina Joanna Marcenal, de 5 anos, que morreu no dia 13 de agosto após quase um mês em coma, se diz surpreso com o resultado do inquérito. Segundo ele, o delegado responsável pelo caso, Luiz Henrique Marques, foi pressionado pela opinião pública para tomar a decisão.
“Ele baseou o inquérito em um único depoimento, o de uma ex-faxineira que foi demitida por mim. Não entendo porque esta mulher ficou em silêncio por mais de um mês e depois apareceu misteriosamente. O laudo foi inconclusivo, não apontou origem, pelo contrário disse que os traumas na Joanna foram causados por crises convulsivas e que nenhum machucado foi feito de propósito”, defendeu-se André.
A polícia terminou o inquérito da morte de Joanna na quinta-feira (14). Na manhã desta sexta-feira (15), o caso foi enviado ao Ministério Público (MP), que vai analisar oferece ou não denúncia por tortura ou outros crimes.
Afirmando estar à disposição da Justiça, o pai de Joanna acredita que o MP terá uma postura contrária à da polícia. “O MP tem uma atuação independente de pressões de mídia e a questão será analisada com mais serenidade. Não dá para entender o meu indiciamento pela polícia, já que na terça-feira (12) o delegado disse que não tinha elementos para indiciar ninguém e dois dias depois muda de opinião”, reclamou André.
Joanna morreu após ficar em comaJoanna morreu em agosto, após quase um mês
em coma (Foto: Marcelo Carnaval/Agência O Globo)
Crime de tortura: 2 a 8 anos de prisão
O delegado Luiz Henrique Marques, da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav), disse que  tomou a decisão após o resultado do laudo do Instituto Médico Legal (IML) e depois de ouvir cerca de 50 testemunhas.
"Eu o indiciei por tortura. No entanto, o MP pode entender que o André também teve intenção de praticar homicídio e assim pode denunciá-lo por outros crimes", afirmou o delegado, lembrando que a pena varia de 2 a 8 anos de reclusão.
O delegado revelou que descartou a hipótese de maus-tratos, por entender que os ferimentos de Joanna foram produzidos de forma desumana. "As lesões praticadas por maus-tratos ocorrem com a intenção de corrigir a criança. Já tortura, é o prazer de machucar e constranger", resumiu.
Laudo confirma maus-tratos
Instituto Médico Legal (IML) divulgou um laudo que confirmou que Joanna sofreu maus-tratos, o que teria agravado o estado de saúde dela. Joanna morreu em função de uma meningite viral desenvolvida a partir de herpes. A menina passou 26 dias em coma em um hospital na Zona Sul do Rio.
A causa da morte está no laudo do IML. No documento, os peritos explicam que a doença pode ser consequência de baixa imunidade. Joanna tinha lesões semelhantes a queimaduras nas nádegas, que, de acordo com o documento, foram causadas por substância química ou ação física. Já as cicatrizes e feridas pelo corpo foram provocadas por traumas, segundo o laudo.
A mãe da menina, Cristiane Marcenal, acusa André de ser o autor das marcas. No entanto, o pai da menina, André Rodrigues Marins, nega. Segundo ele, o laudo não o responsabiliza pelos ferimentos da filha.
Menina era amarrada com fita crepe
Na coletiva dada pelo pai da menina no dia 7 de outubro, ele confirmou que amarrou as mãos da filha com fita crepe. A informação foi dada à polícia por uma babá que cuidou da menina na casa dele.
Joanna Marins e o pai André MarinsPai levou fotos da filha para entrevista coletiva
(Foto: Arquivo Pessoal)
De acordo com informações passadas pela delegacia, a funcionária disse em depoimento que encontrou a menina em um quarto, amarrada com fitas nos pés e nas mãos, suja de fezes e xixi.
Ela contou que, questionado, André disse que a medida foi tomada por orientação de uma psicóloga porque a filha sofria de “terror noturno” e tinha um sono muito agitado e com transtornos motores. A psicóloga Lilian Araújo Paiva, que atendeu Joanna, desmentiu a versão.
“Vou perseguir as pessoas que me caluniaram e difamaram, judicialmente, civil e criminalmente. Inclusive a faxineira que trabalhou três dias como diarista na minha casa. Nós nunca tivemos babá. Ela foi dispensada porque o serviço não foi satisfatório, agora ela conta essa história absurda e caluniosa”, disse o pai.
R$ 3 mil de recompensa por falso médico
André atribuiu a morte da filha ao falso médico que a atendeu e segue foragido da Justiça. Amédica que o contratou foi presa. Segundo o pai da menina, o caso de Joanna tinha solução, mas o tratamento foi inadequado.
André diz ainda que está oferecendo uma recompensa de R$ 3 mil por pistas e informações que levem ao paradeiro do estudante de medicina.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Caso Joanna: Psicóloga nega pai sobre orientações

Psicóloga nega ter orientado pai a amarrar Joanna

Do Diário OnLine

2 comentário(s)

A psicóloga que atendeu a menina Joanna Cardoso Marcenal Marins, cinco anos, Lilian Araújo Paiva, negou na manhã desta sexta-feira, em entrevista por telefone ao programa "Mais Você", da Rede Globo, que tenha orientado o pai da criança, André Marins, a amarrá-la com fita crepe.
"De forma nenhuma eu falei que ele amarrasse as mãos, ou que as mãos tivessem que ficar presas da forma como ele mostrou ali", disse Lilian. "A questão da luvinha, ele me perguntou se eu poderia fazer durante a noite, enquanto ela estivesse dormindo, e eu falei que se ela estava se machucando, pra ele colocar a luvinha. Mas de forma nenhuma de amarrar a criança. Nunca orientaria isso."

Na última quinta-feira, Martins afirmou que amarrou as mãos da criança por ela ter um sono muito agitado e transtornos motores, explicando que agiu conforme orientações da psicóloga.
O caso - Joanna morreu no dia 13 de agosto, no Rio de Janeiro. Ela havia sido atendida após supostos maus-tratos do pai no hospital Rio Mar, na Zona Oeste, por Alex Sandro da Cunha Souza, um estudante de medicina que apresentava documentação falsa.
Souza está foragido, e a médica Sarita Fernandes Pereira, responsável pela sua contratação contratado, foi presa.
Um laudo do IML (Instituto Médico Legal) aponta que a menina morreu de meningite causada pelo vírus da herpes, mas não esclarece os hematomas e queimaduras encontrados no corpo dela.

créditos

Caso Joanna: Menina sofreu maus tratos - diz Laudo


Menina Joanna sofreu maus-tratos, confirma laudo

Do Diário OnLine

0 comentário(s)

Novo laudo divulgado pelo IML (Instituto Médico Legal) nesta segunda-feira revela que a menina Joanna Cardoso Marcenal Marins, 5 anos, foi vítima de maus-tratos, o que teria contribuído para o agravamento do estado de saúde dela. Ela morreu no dia 13 de agosto após ficar quase um mês em coma em um hospital na Zona Sul do Rio.
O laudo aponta que Joanna veio a falecer em decorrência de uma meningite viral desenvolvida a partir de herpes. De acordo com o documento, as lesões semelhantes a queimaduras que a menina tinha nas nádegas foram causadas por substância química ou ação física. Já as cicatrizes e feridas pelo corpo foram, segundo o laudo, provocadas por traumas.
A mãe da vítima, Cristiane Marcenal, acusa o pai da menina, André Rodrigues Marins, de ser o autor das marcas. André possuía a guarda provisória da filha na época em que ela foi internada. Ele nega que tenha agredido a criança.
De acordo com o delegado Luiz Henrique Marques, da Dcav (Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima), responsável pelas investigações sobre o caso, o inquérito deve ser concluído até quinta-feira (14). 

O caso — Joanna morreu no dia 13 de agosto, no Rio de Janeiro. Ela havia sido atendida depois de supostos maus-tratos do pai no hospital Rio Mar, na Zona Oeste, por Alex Sandro da Cunha Souza, um estudante de medicina que apresentava documentação falsa.

Souza está foragido, e a médica Sarita Fernandes Pereira, responsável pela sua contratação contratado, foi presa.

Créditos:

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Caso Joanna: pai comemora laudo de morte

No Terra, a notícia é esta:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4723407-EI5030,00-Pai+de+Joanna+diz+que+filha+apresentava+disturbios+emocionais.html

Pai confirma que amarrou as mãos de Joanna com fita crepe


O pai da menina Joanna Cardoso Marins, 5 anos, morta há quase dois meses, disse nesta quinta-feira que chegou a amarrar as mãos da criança com fita crepe por ela ter um sono muito agitado e transtornos motores. André Marins explicou a atitude dizendo que agiu de acordo com orientações de uma psicóloga. Ele foi acusado por Cristiane Marcenal, mãe da menina, como o responsável pela morte.
Na quarta-feira um laudo do Instituto Médico Legal (IML) informou que a causa da morte da menina foi meningite. Apesar do laudo, a polícia continuará investigando as lesões apresentadas por Joanna ao ser internada. De acordo com familiares, a criança tinha um edema cerebral, hematomas nas pernas e sinais de queimaduras nas nádegas e no tórax.
O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Cláudio Lopes, rejeitou, na terça-feira, o pedido de arquivamento do inquérito policial que apurou supostos maus-tratos cometidos pelo pai contra a menina, em 2007.

E o pai comemora o Laudo. Leiam a notícia inteirinha em:


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