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sábado, 10 de agosto de 2013

Caso Pesseghini: foto da família no local do crime e teorias

A foto está logo abaixo, no final desse texto.

Registre-se que o escrevi baseado nas informações oficiais vigentes nesta data, 10/08/2013.

Esta semana fomos apresentados, peja cúpula da Polícia Civil do Estado de São Paulo, a dois dos maiores gênios contemporâneos, mesmo que de gerações diferentes: Marcelo Pesseghini e Itagiba Franco.

O primeiro, Marcelo Pesseghini, de 13 anos, suspeito de ter assassinado pais e duas tias, e logo após se suicidado (mais de 10 horas depois). A trama, nem Alfred Hitchcock, nem Edgar Allan Poe, nem Agatha Christie ou mesmo Sir Arthur Conan Doyle seriam capazes de prever.

Uma cena de crime perfeita, super limpa, meticulosa. Cada vítima assassinada com um único e certeiro tiro (fatal e que não deu chance de reação). Não foi encontrado resíduo de pólvora nas mãos do jovem, embora seja acusado de ter, ele próprio, ter executado cada um dos parentes, ter dirigido o carro da mãe, ido normalmente à escola, e, no retorno, se suicidado.

Considerada verdadeiras essas informações, estamos diante de um mito.
O menino é um gênio! Um ninja! Um 007 muito precoce e melhorado! Mossad, CIA, Scotland Yard, KGB nunca tiveram um agente assim (perfeito, limpo, cirúrgico, e que não levantou suspeitas sequer de vizinhos). O mundo perdeu a maior mente criminosa que a História tem registro, e suas ações deverão revolucionar o estudo do Direito Penal, no Brasil e no mundo.

FELIPE PAIVA/FRAME/ESTADÃO CONTEÚDO
O segundo gênio a que fomos apresentados esta semana, é o delegado do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil de São Paulo, Dr Itagiba Franco.  Poucas horas depois do acesso da Polícia ao local do crime, teria "desvendado" toda a mecânica, cronologia do crime, autoria, histórico e elementos subjetivos, como o fato de ser o jogo de vídeo game uma espécie de escola preparatória para o sucesso da missão do garoto.

Neste particular, nos permitimos imaginar que o par de luvas encontrado no carro, estacionado cerca de 4 km distante da casa, teria também sido utilizado no próprio suicídio (ausência de pólvora nas mãos de Marcelo). Essa agilidade deve ter sido desenvolvida no vídeo game (atira, tira as luvas, vai até o carro, guarda as luvas, volta à cena e põe o dedo no gatilho enquanto cai - visto que já havia atirado).

Esse delegado é um gênio melhor que o menino.

É uma mente privilegiada, e deverá escrever livros que deixarão os autores acima parecerem roteiristas de gibis. Com o currículo que tem, o Brasil em breve deverá perdê-lo para as inteligências supra citadas - há muitos crimes sem solução aguardando uma mente brilhante assim para desvendá-los.

Quem sabe, antes de se despedir, ele possa nos ajudar com duas colheres de chá; meu apelo: 

- Dr Itagiba, visita os locais dos crimes de PC Farias e de Isabella Nardoni, e nos revela como tudo aconteceu, vai!

A minha teoria... é que OS AUTORES, são gente muito próxima - talvez colegas de trabalho.

Joserrí de Oliveira Lucena
Estudante de Direito - UERN

Foto: Divulgação Rede Record

terça-feira, 19 de abril de 2011

Perfil das mortes femininas - Parte 2

Conforme postagem anterior, iremos repercutir a série de matérias do Correio Braziliense sobre o "femicídio": os crimes de morte contra as mulheres. Hoje postamos a 2a e 3a matérias, que serão publicadas por aquele jornal ao longo da semana.


Lei diz que mulheres ameaçadas devem ter a proteção do Estado

Publicação: 18/04/2011 07:02 Atualização:
Goiânia (GO) — 48 horas. Foi o tempo que Luciana Silva Cardoso, 28 anos, levou para esvaziar o guarda-roupas, avisar amigos e familiares da mudança repentina e deixar Samambaia com destino à capital de Goiás. Buscava abrigo na casa dos pais. O motivo: medo. 48 horas. Era o tempo que o Estado tinha para garantir a proteção de Luciana. As ameaças do marido foram registradas no Boletim de Ocorrência 
nº 6378/2007-0, na 32ª Delegacia de Polícia. Carlos Roberto Santos Lima tentou agredi-la com uma faca. Foi preso em flagrante e solto em seguida, pagando R$ 150 de fiança, no mesmo dia em que Luciana saiu de casa. As medidas protetivas foram negadas porque as autoridades entenderam que a solicitação estava “desprovida de qualquer indício mínimo que possa corroborá-la nesta oportunidade.”

[FOTO2]48 horas. Tempo suficiente para Carlos descobrir o paradeiro de Luciana, ameaçar a cunhada, Lucimar, que também registrou a perseguição no BO 
nº 6.666/2007, e viajar até Goiânia. Durante uma semana, Carlos rondou a casa dos sogros e torturou a família com telefonemas. 

Era domingo de festa. Luciana tinha preparado o bolo de aniversário de seis anos para a filha do meio. Depois do parabéns, todos assistiam televisão. Por volta das 20h, ouviram um barulho. Não deu nem tempo de levantar do sofá para conferir. Carlos arrombou a porta da cozinha e esfaqueou Luciana, que logo caiu no chão. Não parou. As crianças gritavam, e o pai, Benedito Cardoso, tentou jogar uma cadeira no genro. Mas não tinha forças para impedir uma filha de ser morta dentro de casa de novo. 

Cinco anos antes, em outro domingo de festa na família, Fernanda, que também tinha feito o bolo — desta vez para o tio — foi esfaqueada pelo marido no banheiro de casa. O casal estava brigado e ela buscava refúgio na casa dos pais. O corpo foi encontrado pela única filha, que levava doces para a mãe. Poucas horas antes de matar Fernanda, Vilmar Cândido pediu dinheiro emprestado para Benedito. Com isso, bancou sua fuga para o Pará. “A gente segura na mão de Deus para suportar toda essa dor de novo. Não deu tempo nem de cicatrizar”, diz Onofra Silva, mãe das meninas. “Na primeira hora você não acredita que vai viver tudo outra vez . Tem mesmo que ter muita fé”, completa o pai.

O casal ainda enfrentou a ira do genro Carlos Roberto, que mandava recados dizendo que iria matar toda a família, inclusive suas três filhas. Passaram a dormir na casa do advogado da família, de parentes. Mudaram-se de cidade. O tormento só acabou com a prisão dele, às vésperas do Natal daquele ano. Vilmar também foi preso pouco tempo depois. “Não sabemos como vai ser quando eles saírem. Temos a Justiça divina, mas a dos homens também precisa funcionar”, afirma Onofra, recordando que uma das filhas pediu ajuda às autoridades. “Ela não ficou calada. Só não foi ouvida.”

A Lei nº 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, transformou-se num marco na luta contra a violência doméstica no país. A legislação, no entanto, não trata dos homicídios. Tem como objetivo garantir a proteção das mulheres e evitar, ainda que de uma forma indireta, as mortes. As medidas protetivas fazem parte desse pacote, mas ao redor do Brasil casos como o de Luciana se repetem. A cabeleireira Maria Islaine de Morais, 31 anos, foi assassinada pelo ex-marido, no início do ano passado, em Belo Horizonte. As imagens das câmaras de segurança flagraram a ação. Fábio Willian apontou a arma para ela e atirou sete vezes. Ela já tinha feito pelo menos oito boletins de ocorrência contra ele. 

A professora do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília Lia Zanotta Machado diz que o Brasil se diferencia de outros países nos assassinatos femininos porque os algozes são muitas vezes da própria família. “As relações violentas masculinas contra mulheres se dão em torno do controle, do poder e dos ciúmes. Os atos tendem a ser de violência cotidiana e crônica física, psíquica. Podem e desencadeiam em morte”, explica Lia, em seu livro Feminismo em Movimento. Desde ontem, o Correio mostra na série de reportagens “Fácil de Matar” o fenômeno do femicídio: assassinatos em que as vítimas são escolhidas pelo gênero.

Na última década, o aumento médio de homicídios de mulheres foi de aproximadamente 30%. No entanto, esses crimes não têm uma política específica, como as agressões. Não são nem registrados em delegacias especializadas. Depois da morte consumada, o caso é tratado como qualquer outra morte. E nas varas e juizados de violência doméstica, menos de um terço dos 331.796 procedimentos envolvendo a matéria já tiveram sentença. Os dados são do último balanço do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) .

domingo, 3 de abril de 2011

Caicó e a histórica violência urbana

Como leitor das obras do conterrâneo caicoense Caboré, apelido do jornalista Orlando Rangel Rodrigues, não pude deixar de adquirir o livro "A síndrome da Rua Grande, que relata os grandes crimes ocorridos na Caicó da década de 1960.


Entre aqueles crimes estão o de Nizon da Cunha Macedo e os dos médicos Onaldo Pereira de Queiroz, Pedro Militão Soares de Brito e Carlindo Dantas, entre muitos outros que houveram como "queima de arquivo".


Como não sou contemporâneo daqueles anos, pois nasci em 1968, ouvi de pessoas da época que Caboré não deveria tocar nesse tema, por haver ainda muitas raízes de amargura e feridas não cicatrizadas daqueles anos sangrentos.




Mas, a minha Caicó deixou de ser violenta? Quando foi esse período de trégua?


Quem de nós esquecerá o recente assassinato de FGomes, que levantava sua voz contra a violência que o vitimou? Acaso qualquer tipo de Justiça o trará de volta à vida?


Neste ano de 2011, mesmo decorridos pouco mais de 3 meses, já foram registrados 9 homicídios na cidade (sendo dois registrados nas últimas 24 horas; um fratricídio ontem à noite e um homicídio hoje de manhã) - leia matérias clicando aqui e aqui.


Há que ser feito mais pelos jovens seridoenses, para que tenhamos, no futuro, uma cidade mais pacata que a projete como um lugar confiável para se viver.



sábado, 2 de abril de 2011

Briga de irmãos acaba em morte, em Caicó-RN

É muito triste noticiar crimes contra a vida; principalmente com vítima fatal.


Não dá para achar normal ou comum que os crimes de assassinato sejam rotina em nosso cotidiano. 


Agora imagine o quão doloroso é para a família, num caso como o abaixo, em que vítima e acusado são irmãos (crime de fratricídio -  delito de homicídio cometido contra o próprio irmão ou irmã).


Dá para calcular a dor de pai e mãe que perde dois filhos de uma só vez, após criá-los por mais de 20 anos? 


Semelhança há no caso de Adão, quando perdeu Caim e Abel - pois um, falecido, foi sepultado e o outro, foragido e errante, perdeu contato com a família por muitos e muitos anos.


Leia o relato, do blog do Cardoso Silva:


Em Caicó irmão mata irmão a golpes de faca

Autor: Cardoso Silva  /  Categoria: CaicóPolicial
Na Foto acima: Edson (Vitima) e Emerson (acusado)
A Policia Militar de Caicó está realizando diligencias neste momento em toda a zona oeste de Caicó na tentativa de prender Emerson dos Santos Medeiros, 20 anos, mais conheci do por “Nino” que é acusado de matar a golpes de faca o irmão Edson dos Santos Medeiros, 21 anos, mais conhecido por “preto” na noite deste sábado,  no bairro Paulo VI em Caicó.

Segundo informações repassadas a nossa reportagem, após atingir os irmão com golpes de faca nas costas deixando a mesma encravada no corpo. Emerson teria fugido com destino ignorado.

Quando soube da confirmação da morte do filho, o Pai de Edson,  identificado por Doriedson Medeiros, mestre de obras e bastante conhecido em Caicó, saiu em disparada do hospital regional totalmente desesperado.

A informação colhida pela reportagem junto a familiares é que o jovem morto pelo irmão estava com casamento marcado.

A motivação do crime teria sido por causa de uma intriga entre os dois, na noite de hoje houve uma nova discussão resultando no crime.

Edson dos Santos ainda foi socorrido c0m vida para o hospital onde acabou falecendo. O corpo encontra-se no ITEP em Caicó.

Cardoso silva/eduardo dantas

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Caso Joanna: Pai é preso, acusado de tortura e homicídio

Demorou, mas chegou.

Este blogueiro, entretanto, acredita que não vai durar muitos dias o "xilindró" no serventuário que espancou e pode ter contribuído para a morte da própria filha...

... é que cabem muitos recursos e firulas jurídicas. Além do que a família dele teve tempo de sobra para montar a estratégia de defesa. Então, podemos nos frustrar por não ver a justiça, enfim, acontecer.

Mesmo assim, vamos comemorar. Foi dado um passo significativo e uma resposta aos reclames da sociedade, que clama por justiça.

A notícia, na íntegra, está disponível nos principais jornais. Postamos abaixo a que saiu no UOL:

Pai da menina Joanna é preso após decisão da Justiça no Rio

DENISE MENCHEN
DO RIO

Foi preso na noite desta segunda-feira o serventuário da Justiça André Marins, pai de Joanna Marcenal Marins, 5. Mais cedo, ele e a mulher, Vanessa Maia, tinham sido denunciados pelo Ministério Público sob acusação de tortura e de homicídio qualificado. A Justiça, porém, determinou apenas a prisão preventiva de André.

Promotora diz que Joanna teve convulsões por três dias
Promotoria denuncia pai e madrasta de Joanna
Polícia indicia pai da menina Joanna sob suspeita de tortura
IML confirma que menina Joanna sofreu maus-tratos
Pai de Joanna nega interferência no processo que reverteu guarda
Psicóloga nega ter orientado pai a prender as mãos de Joanna
Pai de Joanna diz que é inocente e acusa mãe
Promotora diz que Joanna negou agressão

Com a aceitação da denúncia, terá início o processo judicial que vai apurar a responsabilidade dos dois na morte de Joanna, ocorrida em 13 de agosto, após a menina passar quase um mês em coma.

Segundo a promotora Ana Lúcia Melo, responsável pela denúncia à Justiça, a criança teve convulsões por três dias antes de ser levada ao médico. Ela teve uma meningite causa pelo vírus da herpes.

'Quando ela contraiu meningite, começou a ter convulsões, e ficou por três dias convulsionando em casa sem receber atendimento', disse a promotora, que denunciou o casal por homicídio qualificado por meio cruel com dolo eventual. O dolo eventual significa que o casal assumiu o risco da morte da criança por ter tido uma atitude omissa e não ter procurado ajuda médica imediatamente.

A promotora disse também que a tortura à qual Joanna foi submetida pode ter contribuído para que ela desenvolvesse a doença, já que teria baixado a imunidade da menina.
Laudo elaborado pelo Grupo de Apoio Técnico do Ministério Público constatou que a menina foi vítima de queimaduras provocadas por 'meio físico ou químico' entre o fim de junho e o início de julho. O mesmo documento descartou que a marca nas nádegas da menina tenha sido fruto de uma alergia, como o pai chegou a alegar.

Além disso, pesou o depoimento de uma diarista que trabalhou na casa de Marins. Ela relatou à polícia ter visto, nos dias 13 e 14 de julho, a menina deitada em um tapete no chão, com as mãos e os pés atados com fita crepe e suja de fezes e urina. Ela só foi levada ao hospital no dia 15, segundo o Ministério Público.

A diarista disse ainda, segundo a promotora, ter encontrado diversas peças de roupa sujas de fezes, que indicariam que a menina apresentava descontrole fecal há pelo menos duas semanas. Segundo Melo, essa situação foi causada pelo 'terror psicológico' ao qual a criança foi submetida na casa do pai, com quem morava desde o fim de maio --a Justiça a afastou provisoriamente da mãe por entender que ela sofria de síndrome de alienação parental em grau severo.

A promotora disse que decidiu denunciar a madrasta, que não tinha sido indiciada pela polícia, porque, apesar de a guarda legal ter sido concedida apenas a Marins, ela detinha a guarda de fato da criança.

'A Vanessa residia na mesma casa do André, com quem tem duas filhas, e acompanhava tudo o que era feito na casa', diz.

Melo explicou ainda ter pedido a prisão preventiva do casal por entender que as testemunhas estão sendo intimidadas e devido ao clamor popular. Ela citou que Marins chegou a dizer à imprensa que irá perseguir judicialmente a diarista que depôs contra ele.

A promotora afirmou ainda que a ação inadequada da médica Sarita Fernandes e do falso médico Alex Sandro da Souza Cunha, que atenderam Joanna no hospital RioMar, na Barra da Tijuca, também colaborou para a morte da menina. Os dois já tiveram a prisão preventiva decretada, mas ele está foragido. O pai e a madrasta de Joanna negam as acusações.

Créditos:
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/820134-pai-da-menina-joanna-e-preso-apos-decisao-da-justica-no-rio.shtml

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Preso assassino confesso de F Gomes

Vale a pena matar na Terra de Sant'Ana?

Foi preso na tarde de hoje o assassino confesso do jornalista e radialista policial FGomes.

A cidade de Caicó-RN está de luto, e sofre com a perda de um filho que morreu por defender uma sociedade melhor para os outros. FGomes foi uma voz combativa na denúncia do crime e cobrança por justiça.

Resta saber quem se habilitará a não deixar essa chama morrer junto com ele. Quem será a voz do que agora não tem mais voz? Quem terá a coragem de expor a violência, colocando o dedo na ferida em nome dos injustiçados? Quem dará nome aos bois? Quem terá a audácia de abrir os microfones e debater com criminosos de todas as estirpes?

Depois dessa data, Caicó não será a mesma.

FGomes terá perdido sua vida em vão?

Urge que as investigações não se dobrem a firulas jurídicas, e que sejam apuradas as motivações, circunstâncias, responsáveis e que haja punição severa aos que causaram tamanho estrago na sociedade seridoense. 

A cidade fica maculada, e sua imagem de terra hospitaleira e de povo gentil de coração acolhedor ficará marcada da pior forma: negativamente.

Lembro que há anos atrás, após uma série de júris populares em que os homicidas eram inocentados, FGomes afirmava em alto e bom som, mais ou menos com as seguintes palavras:

- A cidade de Caicó está passando uma mensagem perigosa: Vale a pena matar na Terra de Sant'Ana!

Foi a mais recente vítima dessa sentença que ainda nos fará chorar por muitos dias.







Foto: blog do Cardoso Silva

sábado, 16 de outubro de 2010

Caso Joanna: Delegado diz que pai tinha prazer em torturar

Segundo matéria divulgada hoje pelo Globo, não está descartada a possibilidade de André Marins (pai de Joanna Marcenal) ser indiciado também por homicídio.

Após analisar o Laudo do IML e ouvir mais de 50 testemunhas o delegado encaminhou denúncia ao Ministério Público, em que entende que houve tortura da menor. Segundo o delegado, o Ministério Público, que tem isenção e autonomia, poderá ainda acusar André Marins de homicídio, o que pode agravar sua  situação.

A matéria tem copyright e por isso não a reproduzimos aqui, mas poderá ser lida clicando aqui.


Para o delegado, o pai, de forma desumana, tinha prazer em torturar a criança.

Há uma grande diferença entre maus tratos e tortura, o que se pode verificar lendo material sobre Direitos Humanos, clicando aqui.

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