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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Eleições 2010: Baixaria na Internet 4 - o rastreamento

Baixarias na internet conectam campanha de Serra com extremistas, DEM e Daniel Dantas

O jornalista Tony Chastinet recebeu um desses e-mails anônimos com calúnias contra Dilma Roussef.

Ele conseguiu identificar os autores, e algumas conexões interessantes:

1) A organização remetente tem como responsável Nei Mohn (foi presidente da “Juventude Nazista” em 1968, ex-informante do órgão de repressão na ditadura, suspeito de atos de terrorismo na década de 80, como bombas em bancas de jornais e outros atentados, foi investigado por falsificar o jornal da Igreja Católica, atacando religiosos que denunciavam torturas).

2) O filho de Nei Mohn, o advogado Bruno Degrazia Möhn trabalha para um grande escritório de advocacia de Brasília contratado por Daniel Dantas para representar o deputado federal Alberto Fraga (DEM) em ação no TCU movida pelo deputado para tentar impedir a compra de ações da Brasil Telecom pelos fundos de pensão.

Está tudo documentado em detalhes no Rodrigo Vianna.

Créditos:

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Eleições 2010: Baixaria na Internet 3


E ainda utilizam o nome de Jesus em vão...

ou seja, é baixaria, EM NOME DE DEUS!

Um absurdo!!!

Panfleto pró-TFP circula em reunião de cúpula tucana. José Serra  estava presente e mandou  fazer baixaria contra Dilma

texto incita militantes a divulgar na web que plano de Dilma inclui perseguir cristãos, legalizar aborto e prostituição

Participantes da reunião de cúpula da campanha de José Serra (PSDB) hoje (6.out.2010), em Brasília, receberam um panfleto com instruções sobre como propagar uma campanha anti-Dilma na internet. Num dos trechos, recomenda aos militantes visitarem o site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, um dos fundadores da TFP ( Sociedade Brasileira de Defesa de Tradição, Família e Propriedade), uma das mais conservadores agremiações do país.

O panfleto basicamente se refere ao PNDH-3 (Programa Nacional de Direitos Humanos), lançado pelo governo Lula no final do ano passado. Eis um dos trechos do panfleto divulgado na reunião tucana:

O PNDH-3 é um projeto de lei que tem por objetivo implantar em nossas leis a legalização do aborto, acabar com o direito da propriedade privada, limitar a liberdade religiosa, perseguir cristãos, legalizar a prostituição (e onde fica a dignidade dessas mulheres?), manipular e controlar os meios de comunicação, acabar com a liberdade de imprensa, taxas sobre fortunas o que afastará investimentos, dentre outros. É um decreto preparatório para um regime ditatorial”.

O blog estava dentro da sala do centro de convenções Brasil 21 na qual se realizou o encontro tucano. Por volta das 16h10, antes de a imprensa ser admitida no recinto, uma mulher com adesivo de Serra colado no peito distribuiu o bilhete. “Pega e passa”, dizia.

Era do tamanho de um papel A4 dividido ao meio. Mais tarde, uma pequena pilha (cerca de 3 cm de altura) com esses panfletos foi deixada ao lado do local onde era servido café –e a imprensa teve livre acesso. Ao final, o texto recomenda: “Divulgue esta informação através das redes sociais da internet (blogs, Orkut...)”.

TUCANOS MENTE:Segundo as assessorias do PSDB nacional e do candidato José Serra, a confecção do panfleto não tem relação com o partido nem com a campanha tucana. Ainda assim, o papel ficou à disposição de quem tivesse interesse em pegar. Os panfletos só foram retirados um pouco depois de o Blog ter perguntado à cúpula tucana a respeito do assunto.


Créditos:
blog de Fernando Rodrigues na UOL. http://uolpolitica.blog.uol.com.br/




terça-feira, 5 de outubro de 2010

Eleições 2010: jornalista demitida por Serra


A jornalista que escreveu este artigo, no dia 2 de outubro, foi demitida.
Só porque teve a coragem de dizer, por escrito, algumas verdades...

Dois pesos...
Maria Rita Kehl - O Estado de S.Paulo
Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.
Se o povão das chamadas classes D e E - os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil - tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.
Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por "uma prima" do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.
Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da "esmolinha" é político e revela consciência de classe recém-adquirida.
O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de "acumulação primitiva de democracia".
Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.
Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos. 

Créditos:

Eleições 2010: Segundo turno já começou

A turma da direita, que vem com força total pra derrubar Dilma, está toda mobilizada para se vingar por ter perdido a força e, em alguns casos, o mandato.

Jereissati, Virgílio, Heráclito e outros figurões de pijama (a partir de janeiro/2011), já começaram a rodar o filme "Campanha Difamatória 2" contra Dilma.

Veja o vídeo postado que estão "relançando", sob o pretexto de acusar Dilma de estar mal-acompanhada.

Resolvemos dar visibilidade, para que o leitor entenda que não somos pela censura à informação, e sobretudo para alertar que virão mais acusações por aí.

Essa estratégia do Serra e sua turma é a mesma utilizada em tribunais de júri, por advogados inescrupulosos para defender seus clientes canalhas: ataca a testemunha, o trabalho da polícia, a promotoria...

A turma do PSDB não tem propostas para o Brasil e está louquinha para botar a mão no patrimônio nacional para acabar de dilapidar o que não conseguiu em 8 anos de poder absolutista, capitaneado pelo déspota esclarecido FHC.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Campanha 2010: Baixaria na Internet

Vejam o artigo do blog amigosdopresidenteLula:


domingo, 26 de setembro de 2010

Até jornal tucano diz: Baixaria de José Serra na internet é o vale-tudo da campanha eleitoral

Para se apresentar ao eleitor, um presidenciável se ampara em três grandes mídias: TV, rádio e web. E precisa adotar uma estratégia diferente em cada uma delas.

Nesse sentido, a internet é o "inferno": espaço do vale-tudo eleitoral, onde as pancadas são mais fortes para levar logo o adversário à lona.

Caso do vídeo encomendado pelo PSDB que alia a candidata Dilma Rousseff aos "radicais do PT", representados por cães rottweilers.

Na campanha de José Serra (PSDB), distribuída apenas na rede, o rosto de Dilma se metamorfoseia até virar o de José Dirceu. Na sequência, o Planalto é coberto de tinta vermelha _alusão a uma suposta ditadura do PT.Passado o ringue virtual, é a vez do rádio, "purgatório" mais ameno do que a web.

Um programa da semana passada, por exemplo, pôs Dilma como quem domou o "apagão do FHC".No mesmo dia, ela foi descrita na TV como a responsável por livrar "o Rio Grande [do Sul] do racionamento de energia que parou o país" _mas nada do nome do ex-presidente aparecer.

Professor da USP e especialista em marketing político, Gaudêncio Torquato acompanha o quadro eleitoral há 30 anos e nunca achou "que agenda negativa em TV desse resultado".Para ele, bater de frente na TV não pega bem com o eleitorado. Ataques ao rival podem resvalar no "efeito joão bobo": você bate, e ele volta para o mesmo lugar.Aqui, valem imagens e cenas otimistas para construir o "Brasil dos sonhos".

Bem-vindo ao "paraíso" da propaganda eleitoral.

Não à toa, segundo o professor, Serra recuou dos ataques que vinha fazendo a Dilma. Pela primeira vez em semanas, o tucano evitou agredir a petista no programa da última quinta-feira.

Vitima

Para Torquato, pesquisas qualitativas mostraram aos tucanos que, ao atacar Dilma, eles corriam o risco de transformá-la em vítima. E, na TV, não se deve subestimar o "fator emoção".

"É o 'efeito bolo'. Quanto mais [Serra] bateu, mais ela cresceu", afirma.

Já o rádio precisa ser mais direto, ou não prenderá a atenção do ouvinte. "Como não tem imagem, há dificuldade maior na compreensão. Por isso, deve-se simplificar a linguagem. É o veículo mais popular", avalia Torquato.

Por isso, uma das táticas nessa mídia é criar "personagens do povo", adotando a informalidade de uma conversa no balcão da padaria.Jornal do serra Folha

sábado, 11 de setembro de 2010

Livro: O Recurso

Para os que gostam de um bom livro, recomendo a obra O Recurso (John Grisham - Rocco).

O livro conta com detalhes, os bastidores de uma campanha política, com baixaria, dinheiro sujo, meias-verdades, mais dinheiro, interesse de grandes grupos, candidatos marionete, e tem um ingrediente infalível: fundamentalismo religioso com todo seu ardor no combate a temas polêmicos (na maioria das vezes, intolerância, preconceito e racismo)..

Melhor do que eu comentar, é que você leia...

Veja perfil completo do autor em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Grisham

Um abraço,
Joserrí
Obrigado por visitar este Blog

Este é um espaço para a livre e democrática manifestação de pensamento... não sinta-se constrangido a concordar com o que está escrito, mesmo com os conteúdos com que se identificar.

Se fizer citação, favor indicar a fonte.

Veja no rodapé como fazer download de livro sobre alimentação saudável para diabéticos DM1

Diabetes: uma batalha a cada dia

Se você conhece alguém com diagnóstico de diabetes tipo 1, repasse este link para download desse livro, que é um verdadeiro manual da alimentação.

http://www.sanofi-aventis.com.br

No quadro Search escrevam "Comida que cuida 2".
Se quiserem, podem fazer o download do livro em pdf.