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sexta-feira, 18 de março de 2011

Revista Veja em cheque-mate

Post é do Eduguim, no Blogdacidadania:


Entrevista de Arruda põe Veja sob suspeita



No começo da noite de quinta-feira, a versão digital da revista Veja publicou em seu site uma bombásticaentrevista do governador cassado de Brasília, José Roberto Arruda, concedida enquanto ainda estava preso, em setembro do ano passado. O ex-governador acusa seus ex-aliados de estarem todos envolvidos no mesmo esquema criminoso que ele próprio.
Vários ex-aliados de Arruda citados – e acusados – por ele na entrevista que concedeu em pleno processo eleitoral, tais como José Agripino Maia (atual presidente do DEM) ou Rodrigo Maia (presidente do partido à época em que a entrevista foi concedida), entre outros demos e tucanos, reelegeram-se em 3 de outubro passado.
A pergunta mais imediata é sobre se teriam sido eleitos caso a Veja não tivesse escondido a entrevista do ex-governador de Brasília. E a suposição mais imediata é a de que a revista escondeu as acusações de Arruda para não atrapalhar a eleição de políticos que protege há muito. São conclusões inescapáveis.
Todavia, não se entende por que a Veja publicou a entrevista. Não teria sido mais fácil escondê-la? E como a revista pretende explicar por que ocultou acusações que poderiam ter impedido que vários  dos demos e tucanos citados na entrevista fossem reeleitos?
Mas não é só isso. A ocultação da entrevista de Arruda pode ter atrapalhado as investigações sobre o “mensalão” de Brasília. A menos que as denúncias de Arruda à Veja também tenham sido feitas à polícia, o que é bem provável que tenha ocorrido. Ainda assim, resta a questão eleitoral.
A sociedade e a Justiça têm que discutir se ficam passivas diante de um meio de comunicação que publicou reportagens no período eleitoral acusando todo o governo Lula com base em nada e que escondeu graves acusações de um escroque do calibre de Arruda que qualquer órgão de imprensa sério teria obrigação de divulgar.
Quem, que autoridade, que político terá coragem de cobrar a Veja publicamente? Aliás, não seria dever do Ministério Público (eleitoral?) fazer esse questionamento à revista? Afinal, se as acusações de Arruda se confirmarem, seus ex-companheiros corruptos terão sido eleitos graças à censura que a Veja impôs a matéria de interesse público.
Como a “grande imprensa” tratará o assunto? Sairá na primeira página de Globos, Folhas e Estadões? O Jornal Nacional vai noticiar? Os acusados por Arruda serão expostos, como aconteceria se fossem do PT? Ou a entrevista ficará restrita à Veja e sumirá nos dias posteriores? A forma como a mídia tratará o caso deve virar um escândalo à parte.
—–
Reproduzo, abaixo, a entrevista de Arruda publicada pela Veja On Line
Arruda diz que ajudou líderes do DEM a captar dinheiro
Veja On Line, 17 de março de 2011
José Roberto Arruda foi expulso do DEM, perdeu o mandato de governador e passou dois meses encarcerado na sede da Polícia Federal (PF), em Brasília, depois de realizada a Operação Caixa de Pandora, que descobriu uma esquema de arrecadação e distribuição de propina na capital do país. Filmado recebendo 50 mil reais de Durval Barbosa, o operador que gravou os vídeos de corrupção, Arruda admite que errou gravemente, mas pondera que nada fez de diferente da maioria dos políticos brasileiros: “Dancei a música que tocava no baile”.
Em entrevista a VEJA, o ex-governador parte para o contra-ataque contra ex-colegas de partido. Acusa-os de receber recursos da quadrilha que atuava no DF. E sugere que o dinheiro era ilegal. Entre os beneficiários estariam o atual presidente do DEM, José Agripino Maia (RN), e o líder da legenda no Senado, Demóstenes Torres (GO). A seguir, os principais trechos da entrevista:
O senhor é corrupto?
Infelizmente, joguei o jogo da política brasileira. As empresas e os lobistas ajudam nas campanhas para terem retorno, por meio de facilidades na obtenção de contratos com o governo ou outros negócios vantajosos. Ninguém se elege pela força de suas ideias, mas pelo tamanho do bolso. É preciso de muito dinheiro para aparecer bem no programa de TV. E as campanhas se reduziram a isso.
O senhor ajudou políticos do seu ex-partido, o DEM?
Assim que veio a público o meu caso, as mesmas pessoas que me bajulavam e recebiam a minha ajuda foram à imprensa dar declarações me enxovalhando. Não quiseram nem me ouvir. Pessoas que se beneficiaram largamente do meu mandato. Grande parte dos que receberam ajuda minha comportaram-se como vestais paridas. Foram desleais comigo.
Como o senhor ajudou o partido?
Eu era o único governador do DEM. Recebia pedidos de todos os estados. Todos os pedidos eu procurei atender. E atendi dos pequenos favores aos financiamentos de campanha. Ajudei todos.
O que senhor quer dizer com “pequenos favores”?
Nomear afilhados políticos, conseguir avião para viagens, pagar programas de TV, receber empresários.
E o financiamento?
Deixo claro: todas as ajudas foram para o partido, com financiamento de campanha ou propaganda de TV. Tudo sempre feito com o aval do deputado Rodrigo Maia (então presidente do DEM).
De que modo o senhor conseguia o dinheiro?
Como governador, tinha um excelente relacionamento com os grandes empresários. Usei essa influência para ajudar meu partido, nunca em proveito próprio. Pedia ajuda a esses empresários: “Dizia: ‘Olha, você sabe que eu nunca pedi propina, mas preciso de tal favor para o partido’”. Eles sempre ajudaram. Fiz o que todas as lideranças políticas fazem. Era minha obrigação como único governador eleito do DEM.
Esse dinheiro era declarado?
Isso somente o presidente do partido pode responder. Se era oficialmente ou não, é um problema do DEM. Eu não entrava em minúcias. Não acompanhava os detalhes, não pegava em dinheiro. Encaminhava à liderança que havia feito o pedido.
Quais líderes do partido foram hipócritas no seu caso?
A maioria. Os senadores Demóstenes Torres e José Agripino Maia, por exemplo, não hesitaram em me esculhambar. Via aquilo na TV e achava engraçado: até outro dia batiam à minha porta pedindo ajuda! Em 2008, o senador Agripino veio à minha casa pedir 150 mil reais para a campanha da sua candidata à prefeitura de Natal, Micarla de Sousa (PV). Eu ajudei, e até a Micarla veio aqui me agradecer depois de eleita. O senador Demóstenes me procurou certa vez, pedindo que eu contratasse no governo uma empresa de cobrança de contas atrasadas. O deputado Ronaldo Caiado, outro que foi implacável comigo, levou-me um empresário do setor de transportes, que queria conseguir linhas em Brasília.
O senhor ajudou mais algum deputado?
O próprio Rodrigo Maia, claro. Consegui recursos para a candidata à prefeita dele e do Cesar Maia no Rio, em 2008. Também obtive doações para a candidatura de ACM Neto à prefeitura de Salvador.
Mais algum?
Foram muitos, não me lembro de cabeça. Os que eu não ajudei, o Kassab (prefeito de São Paulo, também do DEM) ajudou. É assim que funciona. Esse é o problema da lógica financeira das campanhas, que afeta todos os políticos, sejam honestos ou não.
Por exemplo?
Ajudei dois dos políticos mais decentes que conheço. No final de 2009, fui convidado para um jantar na casa do senador Marco Maciel. Estávamos eu, o ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause e o Kassab. Krause explicou que, para fazer a pré-campanha de Marco Maciel, era preciso 150 mil reais por mês. Eu e Kassab, portanto, nos comprometemos a conseguir, cada um, 75 mil reais por mês. Alguém duvida da honestidade do Marco Maciel? Claro que não. Mas ele precisa se eleger. O senador Cristovam Buarque, do PDT, que eu conheço há décadas, um dos homens mais honestos do Brasil, saiu de sua campanha presidencial, em 2006, com dívidas enormes. Ele pediu e eu ajudei.
Então o senhor também ajudou políticos de outros partidos?
Claro. Por amizade e laços antigos, como no caso do PSDB, partido no qual fui líder do Congresso no governo FHC, e por conveniências regionais, como no caso do PT de Goiás, que me apoiava no entorno de Brasília. No caso do PSDB, a ajuda também foi nacional. Ajudei o PSDB sempre que o senador Sérgio Guerra, presidente do partido, me pediu. E também por meio de Eduardo Jorge, com quem tenho boas relações. Fazia de coração, com a melhor das intenções.

sábado, 23 de outubro de 2010

A última cartada da Veja...

A última e desesperada tentativa da Veja!



quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Polícia Federal investiga telemarketing contra Dilma

PF investiga ligações de telemarketing contra Dilma, diz Lula...A turma do José Serra stá silenciosa

O Presidente Lula disse há pouco que a Policia Federal está investigando as ligações de telemarketing contra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Segundo ele, as investigações estão sendo feitas pela Polícia Federal. Lula falou ainda da sua indignação com o nível da campanha, que definiu como "a de mais baixo nível que já viu na vida".

Questionado sobre o tom mais agressivo da campanha, Lula disse que o é agressivo na política e no discurso faz parte, mas o que está havendo agora é "baixaria". "O jogador que quer disputar um título mundial ele não vai ficar rebolando dentro do campo. Ele vai jogar para marcar gol. Ele vai tirar a bola do adversário. Agora, isso tem de ser feito, mas o baixo nível que a campanha está tomando é uma coisa", disse Lula, fazendo as comparações habituais com o futebol.

"O que se fala da Dilma é uma coisa impensável, que eu que fui candidato, eu que fui difamado, eu nunca tive coragem de dizer contra meus adversários 10% do que a hipocrisia de uma parte dos tucanos está dizendo da Dilma", completou o presidente após solenidade no Palácio do Planalto de apresentação do carro elétrico da Mitsubishi Motors do Brasil.

O Presidente disse ainda que, "se acham que vale a pena fazer uma campanha assim, que façam". "O certo é que a Dilma vai ganhar as eleições porque ela representa oportunidade de um governo que fez o Brasil ser mais admirado, ser mais respeitado, gerou mais empregos, investiu mais em educação, em ciência e tecnologia, aumentou o salário, melhorou a qualidade de vida. Vocês jornalistas tiveram mais emprego. É por isso que acho que a Dilma vai ganhar as eleições", acrescentou.

O Presidente criticou ainda as promessas que o candidato tucano José Serra está fazendo na área econômica, pois, segundo Lula, Serra não vai cumpri-las. Segundo o Presidente, Serra deveria dizer exatamente o que ele quer fazer na política econômica.

créditos
amigosdopresidentelula

Dilma hostilizada em Curitiba.


stanleyburburinHoje no centro de Curitiba jogaram uma bexiga cheia d' água no carro da Dilma e ela não fingiu que estava morrendo afogada. /Dica @


Notícia da CBN:

http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/politica/2010/10/21/DILMA-E-HOSTILIZADAPOR-MANIFESTANTESEM-CURITIBA.htm

Apoio de Malafaia ao Serra...

É de se estranhar que não tenham citado promessa de concessões de rádio e TV (a maior ambição de alguns "pastores com ministério próprio").

Essas figuras certamente não falam em nome de nenhuma denominação respeitada.

Igreja não se mistura com política: está alguns níveis acima, na escala de valores, principalmente éticos e morais.

Ao descer do púlpito (alguns nem descem) ao submundo da política, essas criaturas demonstram sua verdadeira vocação, que não é a de servir ao Deus único e verdadeiro, criador dos Céus e Terra.

Quem conhece bem os "mercadejadores da fé" é "Caiu" Fábio, conforme vídeos de domínio público postados no Youtube, sendo que num deles o chama de "ratazana evangélica" (clique no link).

Veja a matéria da imprensa...

E vai caindo a máscara de José Serra...Mas isso não é novidade! Há muito tempo que o PSDB leiloa o governo Paulista entre os "amigos".

Aha! Agora entendi toda essa mobilização moral evangélica: é a vitrine bem vestida e reforçada com luzes especiais para travestir o verdadeiro négócio desses  Vendilhões do Templo nas eleições 2010! Não são as boas almas que dizem querer salvar que os move, sim botar a mão no dinheiro público dos Leve-leite, convênios creche e outros programas (estes sim assistencialistas, não o bolsa família!), além de adicionar mais almas adultas pagadoras de dízimos! Ahã... A turma do bem do Serra!

A campanha de José Serra (PSDB) está oferecendo benefícios a igrejas evangélicas e a entidades a elas ligadas em troca de apoio de pastores à candidatura tucana. O mesmo foi feito na campanha do governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin.

O responsável pelo contato com os líderes é Alcides Cantóia Jr., pastor da Assembleia de Deus em São Paulo.Ele responde pela "coordenadoria de evangélicos" da campanha, criada ainda no primeiro turno exclusivamente para angariar apoios entre evangélicos. 

"Disparo entre 150 e 200 telefonemas por dia, mais ou menos", diz Cantóia, que trabalha numa espécie de guichê montado no térreo do edifício Praça da Bandeira (antigo Joelma), quartel-general da campanha de Serra. No local, ele também recebe pastores para "um café".

Os telefonemas são feitos para pastores de várias denominações em todo o Estado de São Paulo, em busca de pedido de voto em Serra entre os fiéis de suas respectivas igrejas.

Segundo Cantóia, entre os argumentos para conquistar o engajamento dos evangélicos, além do discurso relativo a valores, como a posição contrária à descriminalização do aborto, está a promessa de apoio a parcerias entre essas igrejas e entidades assistenciais a elas vinculadas com prefeituras e governo, em caso de vitória tucana.

Como exemplo, cita a possibilidade de, com os tucanos no poder, igrejas poderem oferecer apoio a crianças e adolescentes, complementando o período que elas passam na escola. Assistência a idosos também é citada.

"O objetivo é levar as crianças para dentro da igreja", afirma o pastor. "Esse é um dos argumentos. Seriam igrejas em tempo integral, complementando a atividade da escola." (Tudo isto porque a campanha  do Serra não  explora o tema religioso...segundo o Zé baixaria, é a campanha da Dilma quem explora...)

Cantóia afirma, também, tentar intermediar demandas recebidas de pastores junto a prefeituras. Por exemplo, pedidos para que entidades funcionem como creche ou que virem intermediárias do programa Viva Leite, do governo estadual.

Alcides diz ter sido um dos articuladores que levou os pastores Silas Malafaia, do Rio de Janeiro, e José Wellington Bezerra, de São Paulo, ambos da Assembleia de Deus, a gravarem depoimentos de apoio a Serra, exibidos em sua propaganda na TV.

O Conselho dos Pastores de São Paulo, que reúne representantes de diversas denominações protestantes, estima que cerca de 80 mil pastores em SP apoiem Serra.Na Folha tucana

Então tá...

Ofertas a evangélicos, 13º do bolsa familia, salario minimo de $600,00, calunia e difamação dos adversarios, acusação sem prova, armação de circo, para se fazer de vítima com bolinha de papel, e assim ganhar a compaixão dos eleitores, tudo isto não adiantará, pois quando o Serra dá aquele " Sorriso do Trapaceiro " , pelo canto da boca, todos percebem que ele esta mentindo, pior que isto, que esta tendo um imenso prazer ao mentir.

créditos:
amigosdopresidentelula

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Campanha 2010: Baixaria na Internet

Vejam o artigo do blog amigosdopresidenteLula:


domingo, 26 de setembro de 2010

Até jornal tucano diz: Baixaria de José Serra na internet é o vale-tudo da campanha eleitoral

Para se apresentar ao eleitor, um presidenciável se ampara em três grandes mídias: TV, rádio e web. E precisa adotar uma estratégia diferente em cada uma delas.

Nesse sentido, a internet é o "inferno": espaço do vale-tudo eleitoral, onde as pancadas são mais fortes para levar logo o adversário à lona.

Caso do vídeo encomendado pelo PSDB que alia a candidata Dilma Rousseff aos "radicais do PT", representados por cães rottweilers.

Na campanha de José Serra (PSDB), distribuída apenas na rede, o rosto de Dilma se metamorfoseia até virar o de José Dirceu. Na sequência, o Planalto é coberto de tinta vermelha _alusão a uma suposta ditadura do PT.Passado o ringue virtual, é a vez do rádio, "purgatório" mais ameno do que a web.

Um programa da semana passada, por exemplo, pôs Dilma como quem domou o "apagão do FHC".No mesmo dia, ela foi descrita na TV como a responsável por livrar "o Rio Grande [do Sul] do racionamento de energia que parou o país" _mas nada do nome do ex-presidente aparecer.

Professor da USP e especialista em marketing político, Gaudêncio Torquato acompanha o quadro eleitoral há 30 anos e nunca achou "que agenda negativa em TV desse resultado".Para ele, bater de frente na TV não pega bem com o eleitorado. Ataques ao rival podem resvalar no "efeito joão bobo": você bate, e ele volta para o mesmo lugar.Aqui, valem imagens e cenas otimistas para construir o "Brasil dos sonhos".

Bem-vindo ao "paraíso" da propaganda eleitoral.

Não à toa, segundo o professor, Serra recuou dos ataques que vinha fazendo a Dilma. Pela primeira vez em semanas, o tucano evitou agredir a petista no programa da última quinta-feira.

Vitima

Para Torquato, pesquisas qualitativas mostraram aos tucanos que, ao atacar Dilma, eles corriam o risco de transformá-la em vítima. E, na TV, não se deve subestimar o "fator emoção".

"É o 'efeito bolo'. Quanto mais [Serra] bateu, mais ela cresceu", afirma.

Já o rádio precisa ser mais direto, ou não prenderá a atenção do ouvinte. "Como não tem imagem, há dificuldade maior na compreensão. Por isso, deve-se simplificar a linguagem. É o veículo mais popular", avalia Torquato.

Por isso, uma das táticas nessa mídia é criar "personagens do povo", adotando a informalidade de uma conversa no balcão da padaria.Jornal do serra Folha

sábado, 11 de setembro de 2010

Livro: O Recurso

Para os que gostam de um bom livro, recomendo a obra O Recurso (John Grisham - Rocco).

O livro conta com detalhes, os bastidores de uma campanha política, com baixaria, dinheiro sujo, meias-verdades, mais dinheiro, interesse de grandes grupos, candidatos marionete, e tem um ingrediente infalível: fundamentalismo religioso com todo seu ardor no combate a temas polêmicos (na maioria das vezes, intolerância, preconceito e racismo)..

Melhor do que eu comentar, é que você leia...

Veja perfil completo do autor em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Grisham

Um abraço,
Joserrí
Obrigado por visitar este Blog

Este é um espaço para a livre e democrática manifestação de pensamento... não sinta-se constrangido a concordar com o que está escrito, mesmo com os conteúdos com que se identificar.

Se fizer citação, favor indicar a fonte.

Veja no rodapé como fazer download de livro sobre alimentação saudável para diabéticos DM1

Diabetes: uma batalha a cada dia

Se você conhece alguém com diagnóstico de diabetes tipo 1, repasse este link para download desse livro, que é um verdadeiro manual da alimentação.

http://www.sanofi-aventis.com.br

No quadro Search escrevam "Comida que cuida 2".
Se quiserem, podem fazer o download do livro em pdf.