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sábado, 17 de agosto de 2013

Inalador de insulina pode substituir injeções a partir de 2014

Replico a matéria na íntegra, pois o alento dos portadores de diabetes mellitus (tipos 1 e 2) e de todos os que os acompanham e cuidam (familiares, amigos, colegas, médicos, enfermeiros, professores...) é que a ciência evolua, e apresente tratamentos cada vez menos invasivos e com menos seqüelas.

A notícia abaixo reflete uma dessas tentativas, que, espera-se, seja eficaz e acessível.

O veículo (Revista Veja) pode até ter sua credibilidade questionada, mas não podemos perder a esperança de que também veicule notícias de verdade.

Joserrí de Oliveira Lucena



Diabetes

Inalador de insulina pode substituir injeções a partir de 2014

Produto deve chegar ao mercado americano no 2º trimestre do ano que vem

O "Dreamboat", inalador desenvolvido pela Mannkind
O "Dreamboat", inalador desenvolvido pela Mannkind (Divulgação/Mannkind Corporation)
Nesta quarta-feira, a empresa farmacêutica americana Mannkind deu uma boa notícia aos diabéticos: seu inalador de insulina, o Afrezza, pode passar a ser comercializado nos Estados Unidos no segundo trimestre de 2014. Segundo os fabricantes, os testes realizados até agora com o medicamento apresentaram resultados positivos e, para o Afrezza chegar ao mercado americano, falta apenas a aprovação da FDA (agência que controla remédios e alimentos nos EUA), que deverá ser anunciada entre abril e junho de 2014. 
O objetivo do Afrezza é substituir as canetas injetoras de insulina usadas pelos diabéticos para regular os níveis do hormônio no organismo — a expectativa dos fabricantes é que os portadores da doença prefiram inalar a substância a aplicar injeções. 
De acordo com as orientações da Mannkind, o Afrezza deve ser inalado por meio do "Dreamboat", um pequeno inalador desenvolvido pela empresa, de 12 a 14 minutos antes das refeições, para que a insulina atinja seus níveis de pico no organismo e, assim, se iguale à liberação do hormônio que acontece em indivíduos não diabéticos durante as refeições. A Mannkind também afirma que o produto será capaz de ajudar portadores dos diabetes tipo 1 e 2. 
Preço — Outra empresa farmacêutica, a Pfizer, já havia elaborado e comercializado um produto semelhante ao Afrezza, o Exubera. Com a mesma proposta de oferecer um tipo de insulina que pudesse ser inalada em vez de aplicada, a Pfizer retirou o medicamento de circulação mundial em 2007, dois anos após seu lançamento, por falta de aceitação do público. No Brasil, o Exubera foi comercializado por menos de um ano: chegou às prateleiras apenas em maio de 2007. 
Segundo informações da Bloomberg Businessweek, as razões que levaram a essa falta de aceitação foram o alto preço cobrado pelo medicamento, se comparado ao das tradicionais canetas injetoras de insulina, além da falta de praticidade do produto, que não podia ser usado de forma discreta por conta de seu tamanho, igual ao de um tubo de bolas de tênis. O medicamento produzido pela Mannkind, porém, deve chegar ao mercado americano custando o mesmo preço que as injeções — aproximadamente 2 000 dólares anuais — e em um tamanho menor, cabendo na palma da mão. 

Saiba mais

DIABETES TIPO 1
Neste tipo da doença, a produção de insulina no pâncreas é insuficiente . Os pacientes precisam, então, de doses extras diárias (injeções) de insulina para conseguir manter a glicose em níveis normais. A doença é mais comum em crianças, adolescentes e jovens adultos. O aumento da doença pode ser explicado por sua etiologia multifatorial: ela pode ser desencadeada por infecções virais e aumento de peso, por exemplo.
DIABETES TIPO 2
Enquanto a diabetes tipo 1 ocorre pela falta da produção de insulina, na do tipo 2 a insulina continua a ser produzida normalmente, mas o organismo desenvolve resistência ao hormônio. É causada por uma mistura de fatores genéticos e pelo estilo de vida: 80% a 90% das pessoas que têm o tipo 2 da diabetes são obesas.




Fonte: Revista Veja Online

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Teste capilar: uma gotinha que salva vidas

Diabéticos convivem diariamente com testes de glicemia, que permitem adaptações, ajustes e controle dessa doença crônica.

A parte mais difícil é o diagnóstico, que, não descoberto a tempo tem custado vidas inocentes todos os dias no Brasil.

Esse dano irreversível pode ser evitado, SE e apenas SE, nos atendimentos hospitalares do país o teste de glicemia passar a ser obrigatório, antes de qualquer outro procedimento invasivo - como um simples soro glicosado, que pode levar a óbito o diabético.

Por favor, ajude seus familiares, amigos, parentes e até desconhecidos, assinando a petição virtual clicando aqui, que sugere que se tornar protocolo obrigatório o teste capilar nas urgências e emergências.

Para nós, pais, amigos e parentes de diabéticos diagnosticados esse risco é menor, mas também existe. Mas para aqueles que não fazem idéia do que seja o Diabetes Mellitus, diabetes infantil ou diabetes tipo 1, sugiro assistir ao vídeo abaixo e ficar um pouco menos alheio ao assunto.


Nós salvamos a vida de nosso filho.
Quantas vidas mais poderemos salvar?



Obrigado,

Joserrí.
Pai do pequeno Samuel, cujo diagnóstico veio após exigência minha e da mãe para que fosse feito o exame de glicose (taxa 592).







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Este é um espaço para a livre e democrática manifestação de pensamento... não sinta-se constrangido a concordar com o que está escrito, mesmo com os conteúdos com que se identificar.

Se fizer citação, favor indicar a fonte.

Veja no rodapé como fazer download de livro sobre alimentação saudável para diabéticos DM1

Diabetes: uma batalha a cada dia

Se você conhece alguém com diagnóstico de diabetes tipo 1, repasse este link para download desse livro, que é um verdadeiro manual da alimentação.

http://www.sanofi-aventis.com.br

No quadro Search escrevam "Comida que cuida 2".
Se quiserem, podem fazer o download do livro em pdf.