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sábado, 7 de setembro de 2013

Insulina Injetável - novo lançamento

Sempre que uma novidade no tratamento do diabetes é lançado no mercado, publicamos aqui, e sempre na esperança que a Ciência evolua, proporcionando menos sofrimento aos que usam insulinas e aos que cuidam de pacientes (pais, parentes, amigos e profissionais).

Lançada esta semana, na Índia, a Tresiba, da Novonordisk, promete eficácia por mais de 42 horas!

Leiam a matéria logo abaixo,

Joserrí de Oliveira Lucena


Traduzida, no Brasil:


Novo Nordisk lança Tresiba para diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2 na Índia

Uma nova insulina basal para o tratamento de diabetes tipo 1 e tipo 2, desenvolvida pela Novo Nordisk, empresa global de saúde com 90 anos de inovação nos cuidados de diabetes, – foi lançada na Índia no dia de hoje.
 Tresiba (degludec insulina) é uma insulina de uso de apenas uma vez por dia, cuja duração de ação é maior que 42 horas, o que permite a flexibilidade do tempo de dosagem no dia-a-dia, quando necessário, sem comprometer a eficácia ou o risco de hipoglicemia. 
É a primeira insulina a oferecer para as pessoas com diabetes a flexibilidade no momento de sua administração para ocasiões em que a administração da mesma não pode ser realizada à mesma hora do dia. 
Tresiba reduz os níveis de glicose no sangue com um menor risco de hipoglicemia durante a noite em comparação com as outras insulinas disponíveis no mercado. 
Durante o lançamento do Tresiba na Índia, Mads Bo Larsen, vice-presidente para a área de negócios – África, Golfo e Índia, da Nova Nordisk , disse: “A inovação sempre foi o cerne da Novo Nordisk, que tem o objetivo de oferecer produtos e medicamentos de alto desempenho que ajudarão no atendimento às demandas dos desafios de amanhã. Com o lançamento do Tresiba, estamos trazendo um produto inovador, uma insulina de classe mundial para a Índia, que dará às pessoas com diabetes a melhor maneira de tomar o controle de sua condição”.
 A disponibilidade do Tresiba na Índia ocorrerá tão logo se resolva os problemas de desembaraço e logística, disse a empresa. O preço desta insulina será compatível com outras insulinas disponíveis no mercado. 
Melvin Oscar D ‘Souz, MD da Nova Nordisk Índia, disse: “Novo Nordisk tem uma longa tradição na mudança do panorama da diabetes com 90 anos de liderança no tratamento desta doença. Nós concentramos nossos esforços no desenvolvimento de tratamentos que são os principais desafios solicitados tanto por pacientes quanto por médicos”. 
“Temos constantemente vindo a inovar e descobrindo novas moléculas que trazem benefícios clínicos significativos para os pacientes, o que lhes permite levar uma vida saudável e produtiva. Nós sempre temos certeza de que possuímos uma vasta gama de produtos para atender às exigências crescentes de pacientes de todos os gêneros. Tresiba é um desses produtos que reitera nosso compromisso e paixão para entregar mais valor para as pessoas com diabetes”.
 Uma grande conquista da Novo Nordisk em janeiro de 2013 foi a aprovação de duas insulinas de nova geração, o “Tresiba” (insulina degludec) e Ryzodeg no Japão e México, bem como na UE, ao lado de votos favoráveis nos EUA pelo comité consultivo do FDA sobre os dois produtos. 
Novo Nordisk lançou Tresiba (insulina degludec) na Dinamarca, para as pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2 em março de 2013.



Fonte: http://www.tiabeth.com/tiabeth/wp/noticias/2013/09/05/novo-nordisk-lanca-tresiba-para-diabetes-tipo-1-e-diabetes-tipo-2-na-india/


No Site oficial:


Tresiba® (insulin degludec) (NN1250)

:Type 1 and 2 diabetes
:Filed for registration

A new-generation basal insulin with ultra-long duration of action of more than 42 hours. Intended to offer a flexible treatment and a good safety profile. Approved in the EU and Japan and under regulatory review in the US and other major markets.
Company announcements
Novo Nordisk increased operating profit by 15% in the first six months of 2013 (08 Aug 2013)
Novo Nordisk files for regulatory approval of IDegLira in the EU for the treatment of type 2 diabetes (31 May 2013)
Increased operating profit by 18% in the first quarter of 2013 (01 May 2013)
Read more company announcements

Press releases
Study confirms improved health-related quality of life for patients with type 2 diabetes receiving Tresiba® (22 Jun 2013)
Novo Nordisk lancerer Tresiba® (insulin degludec) i Danmark (04 Mar 2013)
Tresiba® now ready to be launched in Japan (13 Feb 2013)
Read more press releases

Scientific abstracts
Advances in Therapy (2013)
Biochemistry (2013)
Clinical Drug Investigation (2013)
Read more scientific abstracts

You can search for more clinical trials on http://clinicaltrials.gov

Fonte: http://www.novonordisk.com/science/pipeline/rd_pipeline.asp?showid=1

sábado, 17 de agosto de 2013

Inalador de insulina pode substituir injeções a partir de 2014

Replico a matéria na íntegra, pois o alento dos portadores de diabetes mellitus (tipos 1 e 2) e de todos os que os acompanham e cuidam (familiares, amigos, colegas, médicos, enfermeiros, professores...) é que a ciência evolua, e apresente tratamentos cada vez menos invasivos e com menos seqüelas.

A notícia abaixo reflete uma dessas tentativas, que, espera-se, seja eficaz e acessível.

O veículo (Revista Veja) pode até ter sua credibilidade questionada, mas não podemos perder a esperança de que também veicule notícias de verdade.

Joserrí de Oliveira Lucena



Diabetes

Inalador de insulina pode substituir injeções a partir de 2014

Produto deve chegar ao mercado americano no 2º trimestre do ano que vem

O "Dreamboat", inalador desenvolvido pela Mannkind
O "Dreamboat", inalador desenvolvido pela Mannkind (Divulgação/Mannkind Corporation)
Nesta quarta-feira, a empresa farmacêutica americana Mannkind deu uma boa notícia aos diabéticos: seu inalador de insulina, o Afrezza, pode passar a ser comercializado nos Estados Unidos no segundo trimestre de 2014. Segundo os fabricantes, os testes realizados até agora com o medicamento apresentaram resultados positivos e, para o Afrezza chegar ao mercado americano, falta apenas a aprovação da FDA (agência que controla remédios e alimentos nos EUA), que deverá ser anunciada entre abril e junho de 2014. 
O objetivo do Afrezza é substituir as canetas injetoras de insulina usadas pelos diabéticos para regular os níveis do hormônio no organismo — a expectativa dos fabricantes é que os portadores da doença prefiram inalar a substância a aplicar injeções. 
De acordo com as orientações da Mannkind, o Afrezza deve ser inalado por meio do "Dreamboat", um pequeno inalador desenvolvido pela empresa, de 12 a 14 minutos antes das refeições, para que a insulina atinja seus níveis de pico no organismo e, assim, se iguale à liberação do hormônio que acontece em indivíduos não diabéticos durante as refeições. A Mannkind também afirma que o produto será capaz de ajudar portadores dos diabetes tipo 1 e 2. 
Preço — Outra empresa farmacêutica, a Pfizer, já havia elaborado e comercializado um produto semelhante ao Afrezza, o Exubera. Com a mesma proposta de oferecer um tipo de insulina que pudesse ser inalada em vez de aplicada, a Pfizer retirou o medicamento de circulação mundial em 2007, dois anos após seu lançamento, por falta de aceitação do público. No Brasil, o Exubera foi comercializado por menos de um ano: chegou às prateleiras apenas em maio de 2007. 
Segundo informações da Bloomberg Businessweek, as razões que levaram a essa falta de aceitação foram o alto preço cobrado pelo medicamento, se comparado ao das tradicionais canetas injetoras de insulina, além da falta de praticidade do produto, que não podia ser usado de forma discreta por conta de seu tamanho, igual ao de um tubo de bolas de tênis. O medicamento produzido pela Mannkind, porém, deve chegar ao mercado americano custando o mesmo preço que as injeções — aproximadamente 2 000 dólares anuais — e em um tamanho menor, cabendo na palma da mão. 

Saiba mais

DIABETES TIPO 1
Neste tipo da doença, a produção de insulina no pâncreas é insuficiente . Os pacientes precisam, então, de doses extras diárias (injeções) de insulina para conseguir manter a glicose em níveis normais. A doença é mais comum em crianças, adolescentes e jovens adultos. O aumento da doença pode ser explicado por sua etiologia multifatorial: ela pode ser desencadeada por infecções virais e aumento de peso, por exemplo.
DIABETES TIPO 2
Enquanto a diabetes tipo 1 ocorre pela falta da produção de insulina, na do tipo 2 a insulina continua a ser produzida normalmente, mas o organismo desenvolve resistência ao hormônio. É causada por uma mistura de fatores genéticos e pelo estilo de vida: 80% a 90% das pessoas que têm o tipo 2 da diabetes são obesas.




Fonte: Revista Veja Online

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Teste capilar: uma gotinha que salva vidas

Diabéticos convivem diariamente com testes de glicemia, que permitem adaptações, ajustes e controle dessa doença crônica.

A parte mais difícil é o diagnóstico, que, não descoberto a tempo tem custado vidas inocentes todos os dias no Brasil.

Esse dano irreversível pode ser evitado, SE e apenas SE, nos atendimentos hospitalares do país o teste de glicemia passar a ser obrigatório, antes de qualquer outro procedimento invasivo - como um simples soro glicosado, que pode levar a óbito o diabético.

Por favor, ajude seus familiares, amigos, parentes e até desconhecidos, assinando a petição virtual clicando aqui, que sugere que se tornar protocolo obrigatório o teste capilar nas urgências e emergências.

Para nós, pais, amigos e parentes de diabéticos diagnosticados esse risco é menor, mas também existe. Mas para aqueles que não fazem idéia do que seja o Diabetes Mellitus, diabetes infantil ou diabetes tipo 1, sugiro assistir ao vídeo abaixo e ficar um pouco menos alheio ao assunto.


Nós salvamos a vida de nosso filho.
Quantas vidas mais poderemos salvar?



Obrigado,

Joserrí.
Pai do pequeno Samuel, cujo diagnóstico veio após exigência minha e da mãe para que fosse feito o exame de glicose (taxa 592).







Leia mais em:


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Utilidade Pública: CANETA PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA

INFORME DE UTILIDADE PÚBLICA PARA PORTADORES DE DIABETES!

A mensagem abaixo é um texto de publicidade, que multiplicamos dada a importância do assunto para portadores de Diabetes Mellitus, que precisam de realizar monitoração e aplicações diárias de insulina, como o nosso filho, Samuel.
Somos candidatos a adquirir a caneta, tão logo esteja disponível para comercialização.
A disponibilidade de produto similar está condicionada a importação (EUA, Inglaterra, Holanda, Alemanha, etc), e ainda com a incerteza da eficácia, equipe de apoio em Português e custos de manutenção (insumos).
Em nosso contato com a empresa Hemocat, recebemos o informe abaixo, que repostamos. Se for de seu interesse, ou conhecer alguém que necessite da informação, por favor repasse.
Joserrí de Oliveira Lucena


Com a CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA o desconforto e a ansiedade relacionados ao momento da picada da agulha são coisas do passado.


Em uma fração de segundos a CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA, introduz qualquer tipo de insulina de forma segura. Por utilizar mecanismo de pressão, a CANETA SAFE-INJECT preserva o tecido e evita lesões e infecções que comumente ocorrem em decorrência do uso de agulhas. Ainda é possível realizar a combinação de insulinas na mesma aplicação.

Produzina na Alemanha, a CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA já é amplamente utilizada em vários outros países. Possui selo de qualidade ISO, registro CE (Comunidade Européia) e muitos trabalhos científicos que comprovam sua eficácia e segurança.

A CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA já está registrada na ANVISA e será comercializada a partir de agosto de 2011 no Brasil pela Hemocat, empresa que atua há mais de 20 anos na área de saúde. O valor estimado do kit inicial completo – 1 caneta Safe-Inject, reset Box, 4 adaptadores para frasco-ampola de insulina, 10 ampolas Safe-Inject, manual impresso, cd explicativo e bolsa – será de R$ 1.200,00. O consumo de descartáveis – ampolas e adaptadores – deve girar em torno de R$ 100,00 a R$ 300,00 mensais, de acordo com a rotina de utilização de insulina do usuário.


A Hemocat fará o lançamento oficial da CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA no 16º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, de 29 a 31 de julho de 2011 em São Paulo, organizado pela ANAD – Associação Nacional de Assistência ao Diabético.


Fonte da informação: Hemocat Comércio e Importação Ltda. http://www.hemocat.com.br/
Gerente de Marketing: Danila Castro (danila@hemocat.com.br)


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Translate (http://translate.google.com.br/)

REPORT OF PUBLIC UTILITY FOR PEOPLE WITH DIABETES!

The message below is a text advertising, multiply given the importance of the issue for people with diabetes mellitus, they need to perform monitoring and daily insulin applications, as our son, Samuel.
We are candidates to buy the pen, once it becomes commercially available.
The availability of similar products is subject to import (U.S., Britain, Holland, Germany, etc.), and with the uncertainty of efficacy, support staff in Portuguese and maintenance costs (inputs).

In our contact with the company Hemocat, we received the report below, which replenished.
If you are interested, or know someone who needs the information, please pass.

Joserrí de Oliveira Lucena

With SAFE-PEN APPLICATION TO INJECT INSULIN WITHOUT NEEDLE discomfort and anxiety related to the time of needle stick are over.

In a split second a INJECT-SAFE PEN FOR THE APPLICATION OF INSULIN WITHOUT NEEDLE, introduce any type of insulin safely. By using pressure mechanism, the SAFE-INJECT PEN preserves the tissue and prevents injuries and infections that commonly occur due to the use of needles. It is still possible to make the combination of insulin in the same application.

Pouring alloys in Germany, the PEN TO INJECT-SAFE USE OF INSULIN WITHOUT NEEDLE is already widely used in several other countries. It has ISO seal of approval, registration EC (European Community) and many scientific studies that prove its efficacy and safety.

PEN TO INJECT-SAFE USE OF INSULIN WITHOUT NEEDLE already registered and will be marketed in ANVISA from August 2011 in Brazil by Hemocat, a company operating for over 20 years in healthcare. The estimated value of the complete starter kit - a pen-Safe Inject, reset Box, 4 adapters for insulin vials, ampoules 10 Inject-Safe, manual, cd explanatory and purse - will be R$ 1,200.00. The consumption of disposable - light bulbs and fittings - should be around R$ 100.00 to R$ 300.00 a month, according to the routine use of insulin for the user.

The Hemocat will officially launch the SAFE-INJECT PEN FOR THE APPLICATION OF INSULIN NEEDLE WITHOUT the 16th Brazilian Congress Multidisciplinary Diabetes, 29 to 31 July 2011 in São Paulo, organized by ANAD - National Association of Diabetes Care.
Source of information: Hemocat Comércio e Importação Ltda.
http://www.hemocat.com.br/
Marketing Manager: Danila Castro (danila@hemocat.com.br)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Diabetes: agulhas com dias contados

Li hoje excelente notícia. Está chegando ao Brasil, a partir de Agosto de 2011, a caneta que aplica insulina sem a necessidade de agulhas.

Isso representa um significativo avanço no tratamento de insulinodependentes, como meu filho Samuel, que recebe aplicações diárias do produto.

É uma tortura a cada picada, e vibramos com a liberdade desse incômodo.

Leia a matéria abaixo, e fique por dentro da novidade.

Joserrí de Oliveira Lucena






Está chegando ao Brasil a CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA.

O desconforto e a ansiedade relacionados ao momento da picada da agulha agora são coisas do passado. Em uma fração de segundo a CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA, introduz qualquer tipo de insulina de forma segura. Por utilizar mecanismo de pressão, a CANETA SAFE-INJECT preserva o tecido e evita lesões e infecções que comumente ocorrem em decorrência do uso de agulhas. Ainda é possível realizar a combinação de insulinas na mesma aplicação.

Produzida na Alemanha, a CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA já é amplamente utilizada em vários outros países. Possui selo de qualidade ISO, registro CE (Comunidade Européia) e muitos trabalhos científicos que comprovam sua eficácia e segurança.
A CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA já está registrada na ANVISA e será comercializada a partir de agosto de 2011 no Brasil pelaHemocat, empresa que atua há mais de 20 anos na área de saúde.

A CANETA SAFE-INJECT terá garantia de 1 ano e será acompanhada de um kit completo do produto com adaptadores para todas as apresentações de insulina (frasco ampola, caneta, cartucho).
A Hemocat fará o lançamento oficial da CANETA SAFE-INJECT PARA APLICAÇÃO DE INSULINA SEM AGULHA no 16º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, de 29 a 31 de julho de 2011 em São Paulo, organizado pela ANAD – Associação Nacional de Assistência ao Diabético.

Fonte da Informação: Hemocat Comércio e Importação Ltda. www.hemocat.com.br. Gerente de Marketing: Danila Castro (danila@hemocat.com.br)

sábado, 7 de maio de 2011

Glicemia sem agulhas (medidor com luz)

Tem matérias que merecem a disseminação sem comentários. A que reproduzo abaixo tem teor especial, pois tenho filho diabético juvenil e ansiamos pela redução do sofrimento das furadas e picadas.

Milagres estão acontecendo todo dia; a gente que nem sempre vê.

O surgimento de novas tecnologias representa que Deus continua generoso com a humanidade, e que faz milagres coletivos.

Joserrí de Oliveira Lucena



Menos picadas na hora de medir a glicose diariamente

O importante  e tradicional MIT (Massachusetts Institute of Technology) localizado na mesma avenida da Universidade de Harvard em Boston dá um passo em direção a uma melhor qualidade de vida para os pacientes diabéticos.

Está em fase avançada o aparelho qye emite luz infravermelha para medição de glicose subcutânea (e não a glicose sanguínea). Estas ondas penetram cerca de meio milímetro na pele do antebraço ou dos dedos e o que o aparelho mede é a glicose contida no tecido subcutâneo destes locais.

Hoje em dia uma das maiores tarefas é fazer os pacientes medirem a glicose o número necessário de vezes ao dia. Claro que os lancetadores de hoje são bastante delicados, mas um dispositivo completamente indolor e não-invasivo seria muito bem-vindo ao mercado, especialmente para crianças muito pequenas.

De fato, o diabetes é uma situação silenciosa e a única forma de avaliarmos com certeza o valor da glicose é medindoa glicose. Alguns pacientes precisam medir mais vezes e outros, menos vezes. Por isto, tudo que facilita a vida dos diabéticos é de grande valia.

Veja abaixo a foto da haste medidora do aparelho desenvolvido pelo MIT. Eles ainda não mencionaram possível data de lançamento. Mas estamos de olho:
Medidor de glicose infravermelho, sem picadas

Fonte: DrCouri

domingo, 24 de abril de 2011

Como conversar com filho diabético?

Temos dois filhos: Jesiel (20 anos) e Samuel (1 ano e 11 meses); este último foi diagnosticado recentemente com diabetes infantil (tipo 1).


Consideramos um dos blogs mais interessantes sobre o assunto o que é escrito por Nicole Lagonegro, disponível no link minhafilhadiabética.


Ela posta toda a rotina de cuidar de sua filha, Maria Vittoria: os dramas, os procedimentos, os resultados, as expectativas e tudo o mais que envolve o cuidado de uma criança com diabetes.


Sem desprezo das informações e orientações médicas, o site de Nicole é referência, pelo fato de não ter arrodeios e de nos dar a real dimensão do dia-a-dia de quem cuida com amor.


Hoje ela publica orientações muito boas, que compartilhamos aqui, multiplicando informação de qualidade. 


Joserrí e Joana Darc (com Samuel na foto abaixo)






Como é a vida para uma criança com diabetes?’ 






Se o seu filho foi diagnosticado recentemente com diabetes, você pode ter algumas preocupações sobre como isso afetará a sua infância.

O que pode surpreendê-lo é que as crianças com diabetes podem fazer tudo como as crianças sem diabetes fazem, e viver uma vida ativa e normal – apenas têm que ser mais cuidadosos sobre o planejamento de suas atividades diárias.

Segundo Debbie Butler,  assistente social clínica em Pediatria e Saúde Mental e
Comportamento, Centro de Diabetes Joslin, “Crianças com diabetes devem ser capazes de fazer todas as atividades que teriam feito se não tivessem sido diagnosticadas com diabetes. É nossa função como profissionais da saúde ajustar o tratamento e manejo do diabetes do seu filho de acordo com a rotina dele ” Um equívoco comum é que as crianças com diabetes não podem comer nada com açúcar, incluindo coisas como bolo de aniversário, biscoitos e sorvetes.  A verdade é que as crianças podem comer esses alimentos com moderação, eles só precisam planejar com atenção o que mais eles comerão naquele dia e ajustar as doses de insulina de acordo. Um plano alimentar saudável pra uma criança com diabetes é igual ao de uma criança sem diabetes!

As crianças também podem praticar esportes e participar de atividades físicas como qualquer outra crianças.

Mais uma vez, você só precisa de um planejamento – em primeiro lugar conversar com seu médico, e então aprender a rotina de testes de glicose, planejando a alimentação e insulina que funcionam melhor para elas.

As crianças, é claro, não podem, nem devem,  lidar com o diabetes sozinhas. O diabetes afeta a família inteira, e é muito importante que todos os membros da família tenham um papel ativo no diabetes do seu filho. “Uma das coisas mais importantes que os pais podem fazer para ajudar seu filho com o seu diabetes é continuar envolvido com o dia-a-dia e as tarefas e encontrar formas de trabalhar juntos como uma equipe com seu filho, afirma que “Butler.

Pode parecer impressionante agora, mas o cuidado do diabetes vai rapidamente tornar-se parte do rotina diária do seu filho.

Como conversar com seu filho sobre diabetes? 




Saber que seu filho tem diabetes é difícil. Descobrir como explicar diabetes para o seu filho pode parecer ainda mais. 

Aqui estão algumas dicas de Debbie Butler, Clínica Social , Pediatria e de Comportamento e Saúde Mental, Joslin Clinic, para te ajudar quando for falar com seus filhos sobre o seu diagnóstico de diabetes.

 Seja honesto e aberto – Sempre diga a verdade, mesmo quando é difícil. Incentive seu filho a fazer perguntas e manter um diálogo aberto.

 Mantenha a conversa na faixa etária apropriada – Uma criança pequena não precisa do mesmo tipo de detalhe que você diria a um adolescente. Certifique-se de usar a linguagem que melhor se adapta à sua idade da criança e prontidão.

 Não é sua culpa – especialmente as crianças mais jovens precisam saber que eles não fizeram nada que os levaram a ter diabetes. Não é porque eles são “Maus” ou fizeram algo errado.

 Explique a doença – Diga ao seu filho que o diabetes não vai embora, não vai passar, como um resfriado. Além disso, alguns filhos acham que eles vão morrer de diabetes, pois a primeira parte da palavra soa como morrer (isso em inglês ok? A pronúncia do dia-betes é “dai” que é igual a pronúncia de “die” que significa MORRER). Garanta-lhes que este não é o caso!

 Tudo bem ficar chateado  - Deixe o seu filho saber que é normal ficar chateado ao ter diabetes. Incentive seu filho a falar sobre seus sentimentos.

 Seja positivo – Verifique se o seu filho sabe que ele pode fazer as mesmas coisas que uma criança sem diabetes. Você pode manter o diabetes sob controle e viver uma normal e vida saudável.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Injetar insulina diariamente sem uso de agulhas já é uma realidade em alguns países

Tomara que o método abaixo esteja disponível para os usuários comuns no Brasil em breve. Aqui ainda temos que convencer autoridades da necessidade de distribuir seringas, agulhas, lâminas, e que este processo de aplicação de insulina a partir de ampolas da Idade da Pedra (cujo processo de manipulação requer quase um curso de enfermagem e muito malabarismo na hora de ajustar a dose. 


Mesmo ainda sendo um método intermediário, a aplicação com canetas é menos doloroso e menos traumático psicologicamente, inclusive para crianças.


Prá vocês terem uma idéia do atraso no atendimento a esta doença crônica, a insulina em refis para caneta injetável não fazem parte do programa de distribuição gratuita da Farmácia Popular. E a maioria dos funcionários de apoio em secretarias de Saúde e postos de saúde pouco conhecem de insumos para monitoração da glicose e testes de glicemia.


Vamos torcer para que o método abaixo seja aprovado rapidamente.

Injetar insulina diariamente sem uso de agulhas já é uma realidade em alguns países



Muitas pessoas que são obrigadas a tomar insulina diariamente têm medo de agulha, especialmente jovens e crianças, ou mesmo os pais que tem que aplicar em seus filhos. Por este motivo, não nos surpreende o grande número de pesquisas existentes em busca de um meio de administrar insulina por outras vias. Não é possível tomar insulina em forma de comprimido, pois a mesma seria destruída pelos ácidos do estomago, perdendo, assim, sua eficiência. Com relação às bombas de infusão, temos que conviver com o elevado custo de aquisição e manutenção.
Desenvolvimentos recentes originaram em um novo injetor de insulina livre de agulha, que já vem sendo comercializado com sucesso em alguns países como Reino Unido, Holanda, Portugal, Espanha e Egito desde 2009.
Tecnicamente, este novo injetor, o SQ-PEN, elimina os inconvenientes da agulha, e também os inconvenientes existentes nos injetores de insulina usados anteriormente (perda e/ou vazamento de insulina, disparo acidental do dispositivo, etc.).
O SQ-PEN é um Injetor de insulina sem agulhas que libera a insulina no tecido subcutâneo graças a uma poderosa mola que a injeta através de um bocal especialmente desenhado.

O usuário, após carregar a sua dose prescrita de insulina, só precisa pressionar o bico contra a pele para fazer a injeção, então a insulina é liberada a uma velocidade que permite a sua penetração na pele para sua difusão no tecido subcutâneo. A SQ-PEN só faz o disparo se a pressão contra a pele for suficiente, garantindo assim uma administração plena, com risco mínimo de vazamentos e/ou perdas e sem risco de ativação do dispositivo contra a vontade.
Primeiro a insulina penetra na pele de maneira perpendicular e imediatamente depois se espalha em todas as direções no tecido subcutâneo. A disseminação da insulina é feita de tal forma que é impossível injetar no músculo e até mesmo em alguns casos, podendo reduzir o número de unidades necessárias.
Além disso, o nível de dor percebida com a aplicação sem agulha, de acordo com estudos feito, é significativamente inferior ao nível de dor percebida com os aplicadores tradicionais e a ocorrência de pequenos sangramentos e hematomas é muito menos freqüente do que antes.

A SQ-PEN limita o risco de lipodistrofia (um problema comum em conseqüência das repetidas aplicações de insulina no mesmo local) eliminando o medo de inserir a agulha em algumas áreas do corpo e permitindo assim uma melhor rotação dos locais de aplicação.

Também se sabe que algumas pessoas com diabetes são dependentes de outros (tais como membros da família ou profissionais de saúde) para aplicar sua insulina, porque são muito jovens ou idosos e/ou necessitam de ajuda para evitar acidentes com agulhas. Nestes casos, o uso de um dispositivo como o SQ-PEN pode promover a independência e autonomia no tratamento.
O SQ-PEN é fabricado por uma empresa holandesa a Diabetes Management International B.V., e não temos notícias de quando será comercializada no Brasil.

Diabetes, a série no Fantástico2

Samuel, quando foi diagnosticado diabético (tipo 1)


Visando esclarecer a que o diabetes tipo1 é diferente do diabetes tipo2, postamos novamente informações a esse respeito:


Temos ouvido, lido e aprendido - pois o bem estar de nosso filho Samuel (e da gente) depende disso.

Para pacientes do diabetes tipo 2, o processo é diferente de pacientes com diabetes tipo 1; nestes, as células do pâncreas são interpretadas como nocivas pelos anti-corpos que combatem infecções no organismo, em algum momento da vida entre o nascimento e a puberdade (até num simples resfriado).

O diabetes tipo1 é classificado como doença auto-imune. O pâncreas de Samuel está funcionando entre 10% e 30% atualmente, tornando-o um insulino-dependente, conforme tabela da CID. Temos que monitorar, para evitar hipoglicemia e hiperglicemia, além de controlar esses "vales" e "picos", evitando efeitos colaterais, que podem afetar: visão, audição, fala, rins, fígado e coração, principalmente. Numa criança, que chora sem poder expressar o que está sentindo e onde está doendo, nosso desafio é um pouco maior. O estresse provoca tanto um cenário quanto o outro.

Tem vezes, não raras, que só podemos abraçá-lo e dar carinho, e manter a serenidade e calma, enquanto ele se debate pedindo tudo e não querendo nada (leite, cama, rede, carro, biscoito, água, abrir, sair, fechar, papai, mamãe, titia, etc), esse fenômeno é chamado de "alvorecer" ou de "entardecer", conforme o horário que se manifeste (geralmente tem sido nas madrugadas).

Nem sempre podemos administrar insulina, pois, nas dosagens, o resultado aponta com dentro do padrão (o que não impede que o cérebro tenha sido confundido por uma mudança brusca entre dois índices, dando a impressão para o corpo, de ele está em hiper ou hipoglicemia).

Veja artigos abaixo, sobre o assunto: por favor leia mesmo, até para que você possa ajudar pessoas com um ou outro tipo de diabetes.

Fenômeno do Alvorecer (Dawn Phenomenon)
Fonte: parte em http://diabetes.healthcentersonline.com, e mais outros sites.
Tradução: Márcia de Castro Porto

O "Fenômeno do Alvorecer" (em inglês: Dawn phenomenon) é um aumento nos níveis de glicose que ocorre nas primeiras horas da manhã. Isso ocorre naturalmente com todas as pessoas, mas pode resultar em um aumento anormal dos níveis de glicose para aqueles que possuem diabetes. Tais pacientes precisam fazer ajustes no seu regime de insulina para lidar com o Fenômeno do Alvorecer.

O Fenômeno do Alvorecer geralmente ocorre entre 3 e 8 horas da manhã. Durante a noite, o corpo libera um grupo de hormônios conhecidos como hormônios contra-regulatórios. Existem 4 tipos de hormônios contra-regulatórios: Adrenalina, glucagon, cortisol e GH (hormônio do crescimento).  Esse hormônios avisam ao fígado para liberar glicose na corrente sanguínea e suprimir a atividade da insulina, causando o aumento nos níveis de glicose. Isso é facilmente administrado pelo organismo de pessoas normais, mas torna-se um problema para os diabéticos.

Por quê? Bem, na maioria das pessoas, nesse fenômeno do alvorecer os níveis de glicose aumentam somente o suficiente para fornecer ao corpo a energia necessária para acordar e começar o dia. Nesses casos, qualquer excesso de glicose é resolvido com uma rajada de insulina. Contudo, aqueles com diabetes não produzem insulina suficiente (diabetes tipo 1) ou não a utilizam devidamente (diabetes tipo 2) para responder a esses aumentos no nível de glicose. Como resultado, eles continuam a crescer até atingir um patamar anormalmente alto, causando hiperglicemia.

Naqueles que estão em fase de crescimento, esse fenômeno é mais visível ainda.



Esta outra matéria é do UOL, do dia 18/02/2011:

18/2/2011 - UOL   

Número de casos novos subiu quase dez vezes em 20 anos, segundo estudo epidemiológico feito no interior de SP. Evolução anual da doença, ainda sem explicação precisa, é observada também na prática clínica e preocupa os especialistas.
Jornal Folha de São Paulo - por Fernanda Bassette
Sabe-se que o diabetes mais comum, do tipo 2, está em ascensão no mundo, devido a obesidade e maus hábitos. Agora, estudos mostram que também os casos do diabetes mais raro, tipo 1 (não ligado a sobrepeso e sedentarismo), crescem em níveis preocupantes.
Estudo epidemiológico feito por 20 anos no interior de São Paulo concluiu que a incidência da doença aumentou 9,6 vezes no período analisado (1986 a 2006). Os resultados serão publicados no "Journal of Endocrinological Investigation".
O levantamento foi feito só em Bauru, mas endocrinologistas confirmam que o crescimento do chamado diabetes juvenil pode ser observado em todo o país, embora em proporções diferentes.  
O diabetes tipo 1, ou juvenil, é uma doença autoimune: as células responsáveis pela produção de insulina no pâncreas sofrem uma autoagressão e deixam de produzir o hormônio. Assim, os níveis de glicose no sangue aumentam e o paciente torna-se dependente do uso de insulina externa para o resto da vida. Em geral, o diagnóstico é feito entre os cinco e os dez anos de idade, dai o nome.
O estudo foi feito pelo endocrinologista Carlos Antonio Negrato, diretor-clínico da Associação dos Diabétitos de Bauru e do departamento de diabetes gestacional da Sociedade Brasileira de Diabetes.
O pesquisador avaliou a incidência anual da doença — que é o surgimento de casos novos, para cada grupo de 100 mil crianças menores 15 anos.
Para isso, usou informações de pacientes notificados por médicos, por pessoas que procuravam a associação de diabéticos da cidade e por um censo escolar feito anualmente em todas as escolas do município.
No período do estudo, 176 casos foram diagnosticados. A Incidência variou de 2,82 casos para cada 100 mil crianças, em 1987, para 27,20 casos para cada 100 mil em 2002, — ano que apresentou a maior incidência.
Segundo Negrato, em 71,43% dos anos avaliados o padrão de incidência foi considerado alto (de 10 a 19,99 casos por 100 mil/ano) e muito alto (igual ou mais de 20 casos por 100 mil).
• Possíveis causas
Ainda não há explicação precisa para o aumento no número de casos. Trabalhos científicos feitos no exterior chegam à mesma conclusão, mas não apontam as causas exatas.
"Fatores ambientais, temperaturas mais baixas, algumas viroses, introdução precoce do leite de vaca e seus derivados, associados à predisposição genética, parecem exercer alguma  influência", diz Negrato.
Os resultados do levantamento são importantes, por refletirem uma situação que os médicos observam na prática clínica, afirma Augusto Pimazoni Neto, coordenador do grupo de controle do diabetes do Hospital do Rim e Hipertensão da Unifesp. "O trabalho mostra o tamanho do problema".
Essa evolução não está relacionada à subnotificação de casos, afirma o endocrinologista Roberto Betti, do núcleo de diabetes do InCor . "O diabetes tipo 1 é uma doença com sinais clínicos muito claros. O aumento é bem preocupante, porque trata-se de uma doença que deixa o paciente dependente de insulina por toda a vida."
 Picada de agulha é rotina para adolescentes
Abrir mão de bolacha recheada e tomar injeção não são coisas fáceis para adultos, que dirá para garotos. Mas Felipe, 17, Giulia, 10, e Kawe, 10 aprenderam a controlar o diabetes 1 e a conviver com dietas e picadas.
Felipe Droppa Poleti descobriu a doença aos 14 anos. Depois de perder quatro quilos e de sentir vontade de ir ao banheiro a cada dez minutos, decidiu procurar um médico.
Fez os exames e descobriu que o nível de glicose no sangue estava 426 mg/dl (o normal é entre 80 e 100 mg/dl). "Fui internado. No começo, chorei desesperadamente, porque eu achava o fim do mundo ter que tomar injeção todos os dias antes de comer. O tempo foi passando e hoje tenho uma vida normal, apesar de picar minha barriga, coxa ou braço pelo menos quatro vezes ao dia", diz.
Giulia Pellegatti Britto Rosa foi diagnosticada aos nove. Depois de uma festa, passou a noite bebendo água e urinando com muita frequência. Constatou que o índice de glicose no sangue também estava fora dos padrões. Foi internada às pressas e ficou 11 dias no hospital.
A menina diz que o que mais a incomodou, depois de saber o diagnóstico, foi abrir mão dos doces e passar a carregar agulha e insulina para onde for.
"Não foi fácil me acostumar com as picadas de agulha duas vezes por dia. Mas, agora, um ano e três meses depois, eu mesma aplico as injeções e não vejo mais problemas nisso."
O estudante Kawe Molina Ustolin Valêncio tinha seis anos quando descobriu que era diabético. Assim como Felipe e Giulia, bebia muita água, ia muito ao banheiro e também precisou ser internado.
Mas, diferentemente de Felipe e Giulia, que se picam o dia todo, Kawe usa uma bomba de insulina presa à cintura. O aparelho libera o hormônio constantemente, sempre que necessário. Mas ele não está livre das picadas: são feitas a cada três dias, para controle.
O menino, que se acostumou a ler a tabela nutricional dos alimentos antes de os consumir, reclama da dieta sem bolachas, sem macarrão, sem arroz, sem pão. "Agora, tudo é integral. Eu também sinto falta de tomar fanta uva."
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